Estão abertas, até o dia 10 de abril, as inscrições para o curso de pós-graduação lato sensu a distância "Fontes Alternativas de Energia", da Universidade Federal de Lavras (Ufla). O foco são as preocupações mundiais acerca do impacto ambiental causado pelos combustíveis fósseis, usinas de energia elétrica, estações de tratamento de água e indústrias em geral.
Criado em 1997, o curso atende ministérios, ONGs e empresas que buscam aplicações relacionadas à sustentabilidade, economia de recursos e o consumo responsável. É dividido em módulos, baseados na experiência dos professores e em estudos empíricos.
A comunicação a distância se dá por meio do Ambiente Virtual de Aprendizado (AVA), possibilitando a adequação do estudo à rotina de cada pessoa. Ao final do curso, cada aluno desenvolve um projeto, pelo qual propõe uma solução baseada na realidade de alguma empresa ou comunidade.
Com isso, a Ufla chama a atenção para o desenvolvimento e a utilização racional de fontes de energias alternativas, renováveis e limpas. Mais informações no site www.cead.ufla.br/fae/.
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FREDERICO HAIKAL
Parque Municipal: remanescente de Mata Atlântica em BH
Quando se fala em Mata Atlântica, muita gente lembra logo do litoral brasileiro e desconhece que Minas Gerais, inclusive Belo Horizonte, já abrigou uma vasta área deste bioma, o mais devastado na história do Brasil devido ao avanço da urbanização. A capital mineira, por exemplo, tinha 71% de seu território coberto por este tipo de vegetação. Hoje, a cobertura é de apenas 3% da floresta original.
Estas e outras curiosidades sobre o bioma ficam mais perto do público belo-horizontino a partir desta quarta-feira até domingo, quando aporta no Parque Municipal Américo Renné Giannetti o projeto "A Mata Atlântica é aqui - exposição itinerante do cidadão atuante, da Fundação SOS MAta Atlântica.
Trata-se de um caminhão adaptado pela ONG com objetivo de sensibilizar o público para a conservação ambiental com atividades gratuitas e interativas para os públicos de todas as idades. Entre as atrações, destacam-se debates, jogos educativos, exibições de filmes, maquete dinâmica, rodas de conversa, palestras, coleta de água para análise e outras.
O horário de funcionamento é das 11 às 16 horas, no primeiro dia, e, das 10 às 16 horas de quinta a domingo.
Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público em geral. Mais informações ou agendamento de visitas monitoradas pelo e-mail itinerante@sosma.org.br ou site www.sosma.org.br.
Também nesta quarta-feira no Parque Municipal a Fundação de Parques de BH lança, às 11 horas, sua programação do Ano Internacional da Biodiversidade, instituido pela ONU. Ao longo de 2010, a instituição vai trabalhar com a temática biodiversidade em todos os seus projetos, ações e eventos, destacando a questão da preservação dos parques da capital e da conscientização ambiental da sociedade.
Sobre o bioma Mata Atlântica
Dentro do território brasileiro existem seis diferentes biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampas, Pantanal e Mata Atlântica. A Mata Atlântica está presente em 17 estados e abriga mais de 61% da população brasileira. Restam no país apenas 7,91% de remanescentes deste bioma, considerado um hotspot - uma das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta -, além de ser decretada Reserva da Biosfera pela Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição Federal de 1988. Das 633 espécies de animais ameaçadas de extinção de todos os biomas do Brasil, 383 ocorrem na Mata Atlântica.
Programação no Parque Municipal
Dia 10
11h – Solenidade de abertura
16h - Coleta de água do rio para análise
Dia 11
11h – Roda de conversa: A Mata Atlântica é aqui em Belo Horizonte
Dia 12
10h30 – Palestra: Meta 2010 - Revitalização da Bacia do Rio das Velhas, com o Projeto Manuelzão
14h – Debate: corredor ecológico da Mantiqueira, com participação da ONG Valor Natural.
Dia 13
14h – Palestra: “Programa Pato Aqui, Água Acolá” e a conservação da biodiversidade regional, em parceria com o Instituto Terra Brasilis
Dia 14
11h – CineMata: Exibição de vídeos com temas socioambientais
16h – Encerramento das atividades
* Em todos os dias há atividades diversas, além daquelas com horário marcado
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PAULO LEONARDO
Shows com orcas são atração em Orlando
A morte da treinadora atacada por uma orca no Sea World, em Orlando, na Flórida (EUA), no dia 24 de fevereiro, deve nos fazer refletir mais uma vez sobre o uso de animais em espetáculos artísticos. Por mais dócil que possa ser, o animal, seja ele qual for, tem seu dia de fúria. Coisa do instinto, que ele não perde nunca. Até mesmo nossos domésticos, como caes e gatos, costumam atacar seus donos ou visitas, motivados por algum movimento brusco da 'presa' ou qualquer reação inesperada.
É inegável que o processo de treinamento e as seguidas apresentações, diante de públicos barulhentos e agitados, provocam estresse no bicho. Diferentemente do ser humano, os animais não são tão adaptáveis a novas situações. O comportamento percebido no seu habitat os segue para sempre. Todo mundo já viu o cachorro dar algumas rodadinhas em volta de si mesmo antes de deitar em qualquer lugar, não é mesmo? Segundo os especialistas, isso remete ao costume dos antepassados selvagens, que faziam aquele gesto para ajeitar o mato ou a superfície onde estavam para se deitar.
Portanto, o instinto agressivo de orcas, ursos, onças, tigres, leões, elefantes e outros tantos, utilizados em circos e shows, pode vir à tona a qualquer momento, ainda mais diante do estresse a que eles são submetidos. É por isso que cresce a cada dia o movimento mundo a fora pelo fim destes espetáculos. Cabe aos cidadãos rejeitar essa prática, se manifestando juntos às organizações de proteção dos animais e apoiando os projetos políticos que pretendem proibir a presença de animais em apresentações artísticas.
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O Prêmio Ethos-Valor - concurso destinado a professores e estudantes universitários para trabalhos acadêmicos sobre responsabilidade social empresarial e/ou o desenvolvimento sustentável - está com inscrições abertas, até o dia 5 de abril.
Para a categoria Estudantes, o desafio será o de desenvolver artigos sobre a responsabilidade social empresarial (RSE) e/ou o desenvolvimento sustentável (DS) com os princípios da Carta da Terra, com o objetivo de estimular estudos sobre estratégias empresariais que integrem princípios da sustentabilidade. Quem já tem um trabalho em desenvolvimento ou pronto ou um TCC defendido até 2009 também pode se inscrever.
Na categoria Professores, o tema continua sendo Educação para a Sustentabilidade. Os trabalhos devem abordar uma formação universitária que prepare estudantes e professores para lidar com o desafio da sustentabilidade. O tema está relacionado ao desenvolvimento do pensamento sistêmico, ao estímulo ao aprendizado colaborativo e contínuo, caráter transdisciplinar, ao desenvolvimento de habilidades cognitivas e relacionais, além da compreensão da cidadania como dimensão da própria educação.
Neste ano, a categoria Mista e Temática, que tem o objetivo de tratar de temas emergentes e das questões mais críticas para as empresas, propõe que grupos formados por, no máximo, cinco pessoas (incluindo, obrigatoriamente, professores e estudantes) inscrevam trabalhos sobre Corrupção.
A demanda pelo tratamento do assunto vem de um dos grupos mais atuantes dos quais o Instituto Ethos participa e exerce, hoje, a função de secretaria executiva: Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade (ABRACCI). Podem ser inscritos trabalhos sobre as origens da corrupção, políticas pela integridade e contra a corrupção, práticas anti-propina, relação entre controle social e corrupção, entre outros.
O objetivo final, com o tratamento acadêmico do tema, é a divulgação do trabalho de pesquisa e reflexão que estão sendo feitos em nosso país sobre a questão da corrupção, para que possam embasar ainda mais a prática do grupo e de cidadãos e organizações em geral.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site www.premioethosvalor.org.br. Podem participar professores e estudantes universitários de todo o país, e de qualquer área de conhecimento.
Serviço:
Pré-Inscrições: até 5 de abril de 2010
Inscrições/ Envio dos Trabalhos: até 6 de abril de 2010
Não há limite de inscrições por autor, categoria ou instituição de ensino.
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No mês de março, a população mineira poderá conhecer um pouco mais sobre o bioma Mata Atlântica. Isso porque a partir de quarta-feira, dia 3, chega ao Estado o projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante”, da Fundação SOS Mata Atlântica.
Trata-se de um caminhão, totalmente adaptado pela ONG, que tem o objetivo de sensibilizar o público para a conservação ambiental por meio de diversas atividades socioambientais. O caminhão passará por três cidades mineiras.
A primeira delas é Caratinga, onde fica até 7 de março. Em seguida, visitará Belo Horizonte e, na outra semana, Juiz de Fora. Durante a visita às cidades, a equipe de educadores ambientais da SOS Mata Atlântica realiza atividades gratuitas e destinadas ao público de todas as idades, com o envolvimento de várias outras ONGs e instituições locais.
Dentre as várias atrações, destacam-se debates, jogos educativos, palestras, exibições de filmes, plantio simbólico, maquete dinâmica, rodas de conversa, túnel dos sentidos, coleta de água para análise entre outras. Em Caratinga, o projeto ficará estacionado na Praça Cesário Alvim e terá o horário de funcionamento das 11 às 16 horas, no primeiro dia, e das 10 às 16 horas, nos demais.
A iniciativa tem o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus. As escolas ou grupos interessados em fazer visitas ou excursões monitoradas podem agendar um horário.
Mais informações sobre o projeto e agendamentos para grupos podem ser feitos pelo e-mail itinerante@sosma.org.br, site www.sosma.org.br ou telefone (11) 3055-7888, ramal 7886.
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JMS INDUSTRIAL/DIVULGAÇÃO
O uso da energia solar pode reduzir em até 40% o consumo nas residências
Na semana passada, o consumo de energia do chamado Sistema Integrado Nacional (SIN) bateu recordes por quatro dias consecutivos, atingindo 70.654 megawatts às 14h49 do dia 4 (quarta-feira). Só para efeito de comparação, a maior hidreléetrica do mundo, Itaipu, consegue produzir, no pico da operação, 14 mil Mw. Ou seja, o consumo recorde foi equivalente a cinco Itaipu.
Embora o Operador Nacional do Sistema (ONS) descarte qualquer risco de apagão ou de necessidade de racionamento, é preciso ficar em alerta, sobretudo para um país que espera fazer sua economia crescer algo próximo de 5% ao ano.
A justificativa do ONS para o alto consumo é o uso excessivo de ar-condicionado, os banhos de chuveiro elétrico e a retomada da produção industrial.
Mais uma vez vale uma crítica ao modelo de matriz energética que o Brasil vem adotando: a construção de usinas hidrelétricas. Já escrevi aqui anteriormente que os danos ambientais são irreversíveis e que a diversificação é a melhor maneira, para o país não ficar refém, por exemplo, em caso de uma seca excepcional vir a acontecer e diminuir a produção das nossas hidrelétricas.
O que me incomoda é a falta de incentivo ao uso de placas de energia solar. Se os governos (municipais, estaduais e federal) oferecessem benefícios - como redução de tributação e subsídios - que barateassem os equipamentos, certamente a população iria aderir. Com a vantagem de diminuir os valores das contas de energia, além de reduzir o consumo do sistema elétrico brasileiro.
Será que parte dos bilhões de reais a serem investidos na construção de hidrelétricas não poderia ser usada para subsidiar a produção e a compra de aquecedores solares? Afinal de contas, os consumidores residenciais exercem grande influencia na demanda de energia.
É evidente que falta empenho de nossos parlamentares (vereadores, deputados estaduais e federais e senadores) e da população em pressionar por medidas de incentivo ao uso de energia solar. Nem que para isso fosse necessária a criação de leis.
Na Câmara de Belo Horizonte já foram elaborados vários projetos neste sentido, mas nenhum vingou ainda. Um dos mais interessantes, do vereador Silvinho Resende (PT), propunha desconto no IPTU de quem instalasse aquecedor solar. Neste caso, falta a cobrança popular sobre todos os vereadores e a Prefeitura.
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A reportagem abaixo se refere à cidade de São Paulo, mas vale a reflexão para Belo Horizonte, pois o problema das quedas de árvores é o mesmo, e a capital mineira está implantando um sistema de monitoramento semelhante ao paulistano. Em BH, a promessa é diagnosticar 250 mil árvores. Mas o texto abaixo mostra que não basta ter o sistema. É preciso colocá-lo em operação o mais rapidamente possível e adotar as medidas preventivas.
1.039 árvores caíram em janeiro em São Paulo
SÃO PAULO - Quatro anos após a criação de um sistema de mapeamento de árvores em risco de queda, a Prefeitura de São Paulo só aplicou o programa em Perdizes, na área da Subprefeitura da Lapa. Por causa da morosidade, várias árvores caíram antes de poder ser identificadas como perigosas: só em janeiro, foram 1.039 ocorrências na capital paulista, quase a metade registrada em todo ano passado (2.111), segundo o Corpo de Bombeiros. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) contabilizou, nos primeiros cinco dias de fevereiro, 396 quedas de árvore - uma média de 79 por dia.
Batizado de Sistema de Gerenciamento da Arborização Urbana (Sisgau), o programa foi elaborado como parte de uma parceria firmada entre a Prefeitura e o Instituto Técnico de Pesquisas (IPT) em 2003. Entre novembro daquele ano e junho de 2005, o instituto analisou 7.050 árvores em cinco subprefeituras de São Paulo e desenvolveu o Sisgau para sistematizar o resultado da pesquisa em um único inventário. Mas até hoje, o Sisgau só chegou, de forma experimental, à subprefeitura da Lapa, onde o mapeamento começou no fim do ano passado e terminou em janeiro.
Técnicos da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente alegaram, na época da criação do software, que o sistema permitiria um acompanhamento eficiente das árvores, o que levaria a um tratamento preventivo que evitasse futuras quedas.
Segundo a coordenadora de Desenvolvimento do Sisgau, Maria Cristina Machado Domingues, o software poderia permitir a catalogação completa das árvores problemáticas. "O sistema guarda a localização de cada árvore e dados como as condições das raízes, do colo, do tronco e da copa. Também se identifica se tem fungo, cupim, broca, formiga ou outros organismos. Com esses dados, dá para retirar o risco de queda da árvore."
O último estudo empreendido pela Prefeitura que planejava identificar árvores em risco de queda na capital foi realizado pelo IPT em 2005. O levantamento, no entanto contemplou apenas 5 das 31 subprefeituras - Pinheiros, Vila Mariana, Sé, Santo Amaro e Lapa. De 5.200 árvores que foram selecionadas para avaliação pormenorizada, os técnicos concluíram que 18% apresentavam risco muito grande de queda e estavam condenadas. Outros 5% tinham risco médio de queda e 77%, um pequeno risco. Mas, desde então, ainda não houve outro levantamento do tipo feito pela Prefeitura que englobasse toda a cidade.
"Precisamos de um diagnóstico de risco, que aponte quantas árvores têm cavidade, cupim ou estão para cair", afirmou o engenheiro agrônomo e secretário da Regional Sudeste da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, Joaquim Teotônio Cavalcanti Neto. "Mas não existe esse inventário em São Paulo, que é uma das partes fundamentais para se planejar a estrutura urbana."
ATRASO
Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a justificativa pela demora para iniciar o uso do Sisgau é um aprimoramento que vem sendo feito no sistema desde então. A secretaria informa que a Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo estava trabalhando para tornar o Sisgau "uma ferramenta eficiente".
Em outubro de 2009, a secretaria iniciou um trabalho de manutenção de árvores consolidadas (com diâmetro de cinco centímetros a um metro), nas regiões de Moema e Vila Mariana. Até o fim do ano, 7.347 árvores passaram pelo processo. O serviço é feito por uma empresa contratada de modo emergencial, por R$ 1,5 milhão. (Da Agência Estado)
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MARCELO PRATES
Foto do livro Pássaros da Liberdade, de Marcelo Prates
Quem gosta de fotografar pássaros não deve perder a oportunidades de enviar suas imagens para o "4º Concurso Avistar Itaú BBA de fotos de aves brasileiras". Fotógrafos profissionais e amadores, adultos ou crianças, podem se inscrever, até o dia 22 de fevereiro. Além da escolha pelo corpo de jurados, haverá premiação pela votação popular.
As inscrições devem ser feitas no site www.avistarbrasil.com.br/concurso. Podem ser enviadas até seis fotos em cores, digitais ou convencionais scaneadas, no formato jpg e com até 2Mb de tamanho e resolução mínima de 3,6 megapixels.
No ato da inscrição, o candidato deverá escolher uma das seguintes categorias:“Melhor Fotografia” (escolhida pela qualidade fotográfica), “Melhor Registro” (serão considerados a raridade da espécie e o momento especial da foto) e “Primeiras Aves” (específica para iniciantes).
Além das categorias acima, há prêmios para “Menção Honrosa”, dois “Especiais” a critério do júri, e para a votação popular. No total, R$ 62 mil serão distribuídos aos vencedores.
Qualquer pessoa pode votar nas fotos, até o dia 31 de março, pelo site www.avistarbrasil.com.br/concurso/2010/voxpopuli.
Confira os prêmios:
“Melhor Fotografia” e “Melhor Registro”
1º lugar R$ 8 mil
2º lugar R$ 5 mil
3º lugar R$ 2 mil
"Primeiras Aves" (Iniciantes)
1º lugar R$ 5 mil
2º lugar R$ 2 mil
3º lugar R$ 1 mil
Menção honrosa: R$ 500
Prêmios Especiais a critério do Júri: R$ 4 mil
Prêmio “Vox Populi” (votação popular) : R$ 4 mil
Segundo a organização do concurso, um milhão de pessoas já votaram pela Internet e cerca de 4 mil fotos foram inscritas desde 25 de novembro do ano passado.
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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou em seu portal na Internet um passeio virtual por 34 unidades de conservação dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. São imagens, informações e vídeos (veja exemplo abaixo) mostrando parte da diversidade biológica da Mata Atlântica dentro de áreas protegidas.
Para fazer o passeio é preciso ter o Google Earth (programa gratuito obtido no site www.google.com.br) instalado no computador. Depois, basta baixar os arquivos cr8.kmz e cr8.visitavirtualkmz, no próprio Google Earth ou em matéria publicada no site do site do instituto: www.icmbio.gov.br. Neste caso, é preciso clicar em notícias e buscar a matéria publicada no dia 10 de dezembro de 2009, que tem um link direto para os arquivos.
O ICMBio é um órgão do Governo federal que surgiu após a divisão de atribuições do Ibama, ficando responsável pela gestão das unidades de conservação. O Ibama ficou com a tarefa de analisar os licenciamentos de empreendimentos e de fiscalizar fauna e flora.
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DIVULGAÇÃO
No dia 20 de janeiro postei aqui no blog a informação sobre o novo Toddy orgânico, que é feito com cacau e açucar produzidos sem uso de defensivos agrícolas e com adubo natural. Na época eu fiquei devendo a foto da embalagem, que acabo de receber do pessoal que faz a divulgação do produto.
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