Quebra de sigilo I
A grande preocupação do PT é deixar os eleitores convencidos de que a violação do sigilo bancário nas contas de pessoas ligadas ao candidato José Serra nada tem a ver com a candidatura de Dilma Rousseff. Não fosse a candidatura, por que tanto interesse em violar o sigilo dos opositores?
Izabel Avallone - São Paulo, SP
izabelavallone@yahoo.com.br
Quebra de sigilo II
Depois de seis dias de noticiário negativo sobre a invasão da privacidade fiscal de dirigentes do PSDB e da filha de José Serra, finalmente há sinais claros de mudança forte nas correntes de opinião pública, em prejuízo de Dilma Rousseff e a favor de Serra.
Nivaldo Cordeiro
nivaldocordeiro@gmail.com
Quebra de sigilo II
O Estadão de 5/7, página A4, mostra vários acessos aos dados de Eduardo Jorge na agência da Receita Federal de Formiga, MG - deve ser alguma saúva –, mas só aparecem números, incluindo PF e nenhum nome. Como é que o acessador pode declarar que pretendia acessar o IR de outro Eduardo Jorge?
Mário A. Dente - São Paulo, SP
dente28@gmail.com
Mega-assalto
Como assinante desse conceituado jornal, gostaria de deixar aqui minha opinião a respeito desse assalto na empresa Embraforte. Tenho 26 anos de Polícia Militar. O que vem ocorrendo em Minas, em BH e municípios vizinhos é a inversão de valores. Infelizmente, o policial militar tem medo de trabalhar, não por medo de bandido, mas por medo da nossa Justiça, que é injusta para conosco e justa para com o bandido.
Daniel Soares
cbdaniboy@bol.com.br
Menores
É lamentável ver alguns acontecimentos e ficar calado. Tenho 63 anos, sou aposentado, sempre trabalhei e não tenho nenhum osso quebrado. Minha mãe sempre me deu corretivos - deste modo, conheço limites.
Limites que passei para meus quatro filhos e nenhum deles tem vícios deploráveis. Graças a Deus! Também tenho nove netos, dos quais sete tenho participação ativa na criação. Meus filhos tiveram o privilégio de trabalhar e estudarem cedo e eu, aos oito anos, já fazia bicos como engraxate para ir ao matinê e comprar revistas em quadrinhos. Hoje, o menor não pode trabalhar nem tomar tapinhas no “bumbum”, mas pode fumar maconha, ter filhos, votar, matar, enfim... uma série de direitos.
Em Timóteo, proibiram alguns menores de vender pão. Em Coronel Fabriciano e Ipatinga, o “Faixa Azul” só pode funcionar com maiores de 18 anos, o que é uma lástima.
Podam o sagrado direito dos meninos enxergarem a vida de outro prisma, ou seja, ganhar seu próprio dinheiro e com isso, experiência.
José Martins de Castro - Timóteo, MG
jmcastro.47@hotmail.com
Cláudio Humberto
Sou assinante do HOJE EM DIA e não deixo de ler a coluna do Cláudio Humberto. Posso dizer que sou um fá. E, acompanhando os últimos acontecimentos da campanha presidencial, com tantas barbaridades acontecendo com o uso da máquina pública, invasão de privacidade, vejo o presidente falar na TV, com sorriso nos lábios, que estão investigando? Será?
Francisco Pinto Ribeiro - Pouso Alegre, MG
Educação
No dia 30 de agosto, a Associação dos Professores Públicos do Estado de Minas Gerais realizou um encontro de educadores, onde foram tratados assuntos de interesse dos servidores como um todo. No encontro, estiveram presentes o secretário-adjunto, João Filocri, e a secretária de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena. Em se tratando da situação dos efetivados, uma vez assegurado o concurso público com inscrições a serem abertas ainda neste ano, as respectivas vagas não serão divulgadas. Porém, é importante que o servidor efetivado faça o concurso. Quanto ao reposicionamento referente à ascensão na carreira por tempo de serviço, ficou assegurado o seu pagamento na folha de outubro.
Valquíria Campra - Professora de História da Escola Estadual Três Poderes – BH, MG
maria_lu@ig.com.br
BH: chuva e lixo
A prefeitura de BH colocou várias placas próximo ao Córrego Cachoeirinha, alertando: “Em dias de chuva, não siga. Vire a direita”; e “Em época de chuva, não estacione. Área sujeita a inundações”, sendo motivo de chacota quando recebemos visitas.
Como já é do conhecimento de todos, as chuvas já são esperadas para os próximos dias. Ao caminhar na Avenida Bernardo Vasconcelos, pode-se constatar a imensa quantidade de lixo jogados na rua e no córrego, como sofá velho, TVs, inúmeras garrafas pets e uma trouxa gigantesca que deixa os transeuntes intrigados com o conteúdo. A prefeitura não deveria fazer uma vistoria, para evitar tragédias? Sugiro até que vocês façam uma reportagem. Com certeza, conseguirão fotos degradantes.
Neusa Cristina
neusacmachado@yahoo.com.br