arquivo hoje em dia
Alberto Senna
Houve um tempo em que eu encontrava comigo mesmo em todas as esquinas de Montes Claros. Não sou saudosista, aviso logo. Simplesmente, vivi aquela época, década de 1960, e era feliz. Era feliz e sabia.
A Rua Doutor Santos era a principal da cidade. Nela ficava (ficava) uma casa antiga sede da redação do “O Jornal de Montes Claros”. Comecei a trabalhar no jornal dirigido por Oswaldo Antunes e Waldyr Senna, que, não por acaso, é meu irmão; dos homens, o primeiro. Mas ele nada teve a ver com a minha ida para o jornal. Aliás, para ele foi surpresa. Para mim, muita emoção. Se me dão licença, conto como foi em rápidas pinceladas, como diria o genial Pablo Picasso.
Contei no texto anterior que a sapataria de Tião Boi, na Rua Presidente Vargas (e não Rua Benedito Valadares – obrigado Augusto Vieira pela correção), era o centro do universo. Um dia, cheguei lá, de manhã, para assinar o ponto e eis que encontro Geraldo Gomes (por onde será que ele anda hoje?), repórter do Mais Lido, alcunha do “O Jornal de Montes Claros”, cobrindo o setor de Esportes. O Gomes disse-me que estava me esperando, tinha as malas prontas, ia se mudar para Belo Horizonte e precisava arranjar substituto no jornal. “Conversando com Tião Boi, ele sugeriu você para me substituir” – disse-me Gomes. Fiquei estupefato, mas sem deixar transparecer ao amigo. “Vamos ao jornal que vou apresentá-lo ao Waldyr”, convidou-me, de certo modo, gracejando.
Fomos. Lá chegando, naquela casa velha que, se não me engano, era propriedade de Luiz de Paula Ferreira, Gomes me recomendou ficar na ante-sala, enquanto ia avisar ao Waldyr: “Trouxe o meu substituto”, disse ele. E Waldyr respondeu: “Então mand’ele entrar”.
Entrei. “Você?!”, ele ficou deveras surpreso. Não imaginava que eu, aos 17 anos, estivesse ali para seguir as pegadas dele no jornalismo. Feitas as apresentações de praxe, Geraldo Gomes me deu a primeira orientação que sigo até hoje: “Você joga futebol (jogava no “time de Bonga”, o famoso juvenil do Casimiro de Abreu com um ‘s’), então faça o seguinte: pegue caneta e papel, anota os lances mais importantes do jogo, e logo que a partida acabar, você sai fazendo a matéria na cabeça; quando chegar à redação do jornal é só escrever”.
Por ali, por aquela casa antiga, em cuja garagem morou o ex-escravo Tuia, numa casinha azul de madeira feita especialmente para ele, vários aprendizes, hoje grandes profissionais, passaram. A maioria ainda vive: Lazinho Pimenta, Theodomiro Paulino, Haroldo Lívio, Flávio Pinto, Robson Costa, Carlos Lindenberg, Robério Antunes, Humberto e Adalberto Versiani, Paulo Narciso, Adroaldo, Waldemar Brandão, Itamaury Telles, Reginauro Silva, entre outros. “O Jornal de Montes Claros”, que ainda continua vivo na lembrança, com o tempo sedimentou a fama de “escola de jornalismo”, nas redações dos grandes jornais, principalmente no “Estado de Minas”, onde por vários anos trabalhamos juntos: Robson Costa, Carlos Lindenberg, Fernando Zuba e Paulo Narciso.
Naquela época, diria sobre Montes Claros, Robson Costa, se vivo fosse: “A cidade era bem mais tranquila”. Responsável pelo noticiário de polícia do Mais Lido, Robson diria, certamente: “Ladrão era amigo do alheio e fugia em desabalada carreira”. O jornal era, enfim, uma espécie de trincheira, sem dúvida, responsável por induzir grande parte do progresso que a cidade alcançou. Exercia forte influência política. Lutou pela Sudene, pelo Distrito Industrial, pela Barragem do Gurutuba, pelo Projeto Jaíba, pela educação etc. Cumpriu o papel de praticar o bom jornalismo.
A Rua Doutor Santos era uma espécie de passarela de jovens bonitas. Da porta da casa velha onde funcionou a redação flertávamos moiçolas, cada uma fazendo mais questão do que a outra de esbanjar beleza e charme, vestindo shorts ou minissaias tão em voga naqueles tempos. Tempos em que as desavenças eram resolvidas, senão pelo diálogo, no máximo, no tapa. Só de vez em quando tombava alguém, quando a família dos Mió resolvia dar cabo de um dos parentes. Então o cadáver era levado para o necrotério de Leonel Beirão, onde “dr. Lessa”, que fazia vezes de médico legista, realizava a necropsia.
Para lembrar o quanto era interessante viver em Montes Claros daquela época, o mais excitante, o mais emocionante, era quando corria o burburinho pela cidade que naquela noite haveria refrega entre as turmas de “Gerinha Português” e “Gêra do Morro”. O “’Português”, tal e qual galinho Garnisé, era o terror. O outro carregava fama de capoeirista. Essas refregas eram notícia de jornal. De vez em quando pipocavam tiros para o alto, mas ninguém saía ferido. Não era como as brigas atuais, quando Montes Claros quase todo dia lamenta o assassinato de alguém. E no caso dos ladrões, os de hoje não fogem em “desabalada carreira”, mas em alta velocidade, de motocicletas, com a cara escondida dentro do capacete.
(*) Artigo publicado no site montesclaros.com
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girleno alencar
A Petrobras Biocombustível S.A. registrou um prejuízo líquido de R$ 92 milhões em 2009, seu primeiro ano de operação. Criada para concentrar as operações com etanol, biodiesel e outros combustíveis renováveis da
Petrobras e com investimentos previstos de US$ 2,5 bilhões até
2013, apenas a produção de biodiesel está operante até o momento.
O prejuízo, segundo dados financeiros da empresa, foi provocado
pelo fato de as usinas de biodiesel terem entrado em operação
plena apenas no segundo trimestre. Também é ressaltado no
documento os custos advindos dos gastos adicionais de
matéria-prima pelas usinas de biodiesel localizadas na região do
semiárido brasileiro.
A Petrobras Biocombustível possui hoje três usinas produtoras de biodiesel, em Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros, no Norte de Minas. que totalizam uma capacidade de produção anual de 326 milhões de litros.
Em 2009, a Petrobras Biocombustível comercializou 11,46 milhões
de litros de biodiesel, 852 mil litros de óleo e 11,12 milhões
de litros de outros produtos, o que gerou um receita operacional
líquida de R$ 231 milhões.
Porém, o custo dos produtos vendidos foi de R$ 235,8 milhões, o que gerou um prejuízo bruto no período de R$ 5 milhões. O Ebitda da empresa foi negativo em R$ 94 milhões, com uma margem bruta de -2% e apresentou uma margem operacional de -40%.
A expectativa é de que em 2010 a empresa consiga melhores
resultados com biodiesel em função de ganhos de escala e com o
aumento de produção.
No caso do etanol, a empresa prevê a ampliação de sua participação neste mercado. Com 80% dos investimentos previstos até 2013 focados em etanol, até o momento a empresa tem apenas uma participação de 40,4% da Total Agroindústria Canavieira, em Bambuí (MG), com capacidade instalada de 100 milhões de litros de hidratado por ano. A capacidade pode ser elevada para 203 milhões de litros por ano, gerando um excedente de energia elétrica de 38,5 MW a partir de bagaço de cana.
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Nágila Almeida
Esmeraldo Pizarro, Hernani de Castro Jr (Federação dos Convention & Visitors) e Peter Mangabeira
A fim de otimizar o potencial a ser explorado na atividade turística na cidade, o Montes Claros Convention & Visitors Bureau realizará o 1° Workshop Desenvolvendo a Competitividade no Turismo de Negócios, nesta quarta-feira, 10 de março, às 14 horas, no Automóvel Clube. Montes Claros possui inúmeras possibilidades de desenvolvimento do turismo de negócios e eventos. A instalação do Convention Bureau Regional em Montes Claros vem para impulsionar essa cadeia produtiva e incrementar o turismo de negócios, pois 80% dos visitantes vêm à cidade a trabalho.
O workshop será coordenado por Hernani Castro, vice-presidente executivo da Federação de Convention & Visitors Bureaux de Minas Gerais. Na oportunidade, levantará temas como: investimento no turismo de negócio; prioridades de investimento para ganhar com o negócio de eventos; o papel de cada um no turismo de negócio; a viabilidade no turismo de negócio em Montes Claros, a curto e médio prazo; desenvolvimento e competitividade para o turismo de negócio.
De acordo com Esmeraldo Pizarro, presidente do Convention & Visitors Bureau em Montes Claros, “este workshop é voltado não só para empresários dos segmentos de turismo de negócio, mas também para aqueles que indiretamente podem se beneficiar com ele. Todos que atuam nos setores de prestação de serviços, comércio de apoio a eventos, comércio de apoio às pessoas que irão circular na cidade (papelaria, cabelereiro, farmácias, lojas de roupas, etc.)”.
Cada associado do Convention levará para o workshop, pelo menos, dois empresários. Assim, a Diretoria do Montes Claros Convention & Visitors Bureau conta com a presença de um público mais especializado. “Eles terão a oportunidade de conhecer a possibilidade de muitos benefícios para seus negócios e, consequentemente, para a cidade de Montes Claros." Outras informações e inscrições pelo telefone 3216 6900.
Convention & Visitors Bureau
Um Convention & Visitors Bureau ajuda a promover e valorizar a imagem de Montes Claros, buscando o desenvolvimento da indústria do turismo através da captação e estímulo à criação de novos eventos e destino turísticos, que valorizem as vocações da cidade e de seu entorno.
Pizarro diz que “por se tratar de uma entidade sem fins lucrativos, é necessário compor um quadro de associados que possa dar condições para atuação na captação e fomento de eventos. Além de servir à comunidade, haverá geração de receitas e empregos, além de treinamentos para a base receptiva”.
Podem fazer parte da entidade órgãos públicos e setoriais de turismo; associações e entidades de classe; hotéis e restaurantes; espaços para eventos; organizadores e promotores de eventos; empresas de transporte aéreo e terrestre; operadores e agências de viagens; locadoras de automóveis; empresas de lazer e entretenimento; restaurantes; prestadores de serviços; comércio; entidades de fomento econômico e educacional; empresas que atuam no segmento turístico.
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Fábio Marçal/PMC
A 1ª dama Stela Gleide Martins Leite e o reitor Paulo César de Oliveira
A Prefeitura e a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) firmaram uma parceria para reforçar o aprendizado de crianças e adolescentes internados no Hospital Universitário Clemente Faria. O projeto “Escola Hospitalar Ciranda da Vida” será desenvolvido também com o apoio da Associação de Promoção e Ação Social (APAS) e Secretaria Municipal de Educação.
A solenidade de assinatura do convênio contou com a participação do prefeito Luiz Tadeu Leite, o reitor da Unimontes, Paulo César de Oliveira, a presidente da APAS, Stela Gleide Martins Leite, e a secretaria de Educação Mariléia de Souza.
O projeto Escola Hospitalar Ciranda da Vida, valoriza o potencial infantil, através da Educação Inclusiva, como resgate da cidadania dos meninos e meninas de até 13 anos, impossibilitados de frequentar a escola regular. A parceria com a prefeitura possibilitou a ampliação da equipe pedagógica e dos serviços oferecidos aos pacientes da pediatria.
A presidente da APAS, Stela Gleide Martins Leite, destacou a necessidade de manter os alunos internados em contato com a educação. “É importante diminuir os impactos que existem fora da escola e mais ainda promover a humanização no âmbito hospitalar”, concluiu.
O reitor da Unimontes, Paulo César Gonçalves de Almeida, afirmou que o HU é um hospital diferente, e essa parceria vai enriquecer mais ainda o projeto. “Este projeto, além de pedagógico, proporciona a socialização de nossas crianças, e de todos os envolvidos”, comentou.
A superintendente do HUCF, Joelina da Conceição Alves de Almeida, disse que há vários anos procurava apoio para o projeto, mas dependia de vontade política. “Felizmente, conseguimos agora esse força através da APAS e da Prefeitura de Montes Claros”, comemorou.
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Os universitários, que freqüentam as faculdades em Almenara, e que fazem o trajeto, diariamente, de ônibus, na BR-367, trecho Jacinto/Almenara/Jacinto, saindo às 18 horas, estão sofrendo como diz o ditado “o pão que o diabo amassou”.
Além dos solavancos, perigos, poeira e outros absurdos, estão gastando cerca de 90 minutos para se chegar em Almenara. Quando enfim chegam à sala de aula, já se passaram 30 minutos, perdem matérias e explicações dos professores.
Além disso, no retorno para casa não dormem antes de 1 hora da madrugada.
Uma vergonha por culpa do DER de Jequitinhonha, que não cuida de um trecho de 12 km Os responsáveis por aquele órgão ignoram completamente os usuários e não prestam nenhum esclarecimento. Será que ninguém neste mundo pode interferir nesta vergonha?
Será que o responsável pelo DER de Jequitinhonha não sabe o que ocorre nesta ou é só ficar assistindo?
A resposta está nos buracos. Na verdade creio que estão despreparados para exercer a função.
É difícil entender que numa época em que a seca assola a região, eles, os chefes, prefiram fazer algo na estrada quando chegam as chuvas, parece até desculpa para não fazerem o serviço.
Se tivessem a inteligência de manter a estrada em boas condições não estariam “tampando buracos” de vez em quando como fazem, a exemplo, nas pontes de madeira.
(*) Texto enviado para o e-mail asouto@hojeemdia.com.br por Rodrigo Almeida Campos
Rua Vereador Arlindo Lima, 649 – centro.
Jacinto/MG.
CEP: 39930-000.
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O deputado Luiz de Paula, o governador Magalhães Pinto e Capitão Enéas
O prefeito de Capitão Enéas, Reinaldo Landulfo Teixeira, comemorou nesta segunda-feira, dia 1º de março, os 47 Anos de emancipação político-administrativa de Burarama, cidade fundada pelo capitão Enéas Mineiro de Souza, que fez história no Norte de Minas e foi até prefeito de Montes Claros.
História
No começo de 1930, chegava à região do Norte de Minas Gerais um desbravador paraibano, Enéas Mineiro de Souza. Empreendedor de marca maior, tomou como desafio a construção de longos trechos ferroviários para a Estrada de Ferro Central do Brasil de Minas Gerais, ligando São Paulo à Bahia. Intrépido, adentrou-se nas matas entre os rios Verde, São Domingos e Quem Quem, ocupou vasto território e, próximo ao de Sapé, estabeleceu a Fazenda Burarama, onde foram construídos casas, serraria, algodoeira, matadouro, salgadeira e os diversos escritórios da administração dos negócios, todos pertencentes ao empresário Capitão Enéas.
Depois surgiram outras e mais casas, residenciais, comerciais e de serviços bancários, os trilhos da Central do Brasil, e em 1942 nascia o pequeno povoado de Burarama de Minas.
De fazenda, passou a cidade. Nunca se intitulou de povoado nem nunca ganhou foro da vila. Quem, algum dia a chamou de povoado ou de vila? Nunca. Era fazenda Burarama. Ou a Burarama do Capitão. Por que não emancipar Burarama? Burarama que preenchia todos os requisitos? Um bom número de casas, gente de sobra, água e luz, muita renda. Não pode. Alguém refutou. Não tem foro de vila. Não tem foro, mas tem corpo. Vai assim mesmo, resolveu o Capitão.
Já estava de idade bastante avançada e não iria perder aquela oportunidade. Está decidido. Burarama vai ser cidade. Há de encontrar boa vontade da parte de amigos e políticos. E encontrou. Até mesmo entre as autoridades de Francisco Sá, de que Burarama era parte integrante.
Sua primeira providência foi formar uma “comissão pró-emancipação”, cujos membros constam da ata lavrada e, livro que se acha arquivado.Combinando o desmembramento, fez-se o levantamento das fronteiras.
A linha limítrofe passava pela estrada federal. Na cozinha de Burarama. O Capitão não gostou não. Queria que ela passasse por mais além. Já tinha providenciado uma lista de adesão, a ser assinada pelos fazendeiros e moradores do lado de lá da estrada. Mas não havia mais tempo. A Câmara de Vereadores de Francisco Sá já havia aprovado o limite pelo traçado da referida estrada. Era deixar como estava.
E Burarama foi emancipada. Foi pela Lei no 2.764 de 30 de dezembro de 1962. Sua área de 918 km2 era compreendida de dois distritos: o da sede, desmembrada de Francisco Sá, e o de Caçarema, desmembrado do distrito de Canabrava.
Com a morte do Capitão, logo trataram de prestar-lhe aquela que seria a maior das homenagens recebidas, qual seja, a de dar o seu nome ao município de Burarama de Minas. Quanto à homenagem, todos foram acordes. Num ponto, entretanto, houve discordância. Uns queriam que Burarama de Minas passasse a se chamar “Eneápolis”, outros de Capitão Enéas. Capitão Enéas é mais contundente. Vai ter uma aceitação rápida, pegará melhor; argumentaram.
Prevaleceu a última idéia. Da legalização encarregou-se o deputado Jorge Vargas, quem, junto ao governador José de Magalhães Pinto, não teve dificuldade de fazer aprovar Projeto de Lei No 2.189/65, na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Projeto que se fez lei, publicado no “Minas Gerais”, de 15 de setembro de 1965, autorizando definitivamente a mudança do nome Burarama de Minas para “Capitão Enéas”.
Saiba mais no link da Prefeitura de Capitão Enéas
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Paulo Braga
Deputado federal Humberto Souto
O deputado federal norte-mineiro Humberto Souto (PPS) é o novo presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Câmara dos Deputados.
Criada em 1985, esta comissão é responsável pelo exame de matérias relacionadas à qualidade de vida nas cidades: uso, parcelamento e ocupação do solo, infra-estrutura e saneamento ambiental, trânsito e transportes públicos urbanos, coleta de lixo e resíduos sólidos, ordenação jurídico-urbanística do território, política e desenvolvimento municipal e territorial, regiões metropolitanas, aglomerações urbanas, regiões integradas de desenvolvimento e microrregiões.
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Fábio Marçal/PMC
Fábio Marçal/PMC
Fábio Marçal/PMC
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Você que é de Porteirinha ou conhece a cidade deve dar uma olhada no blog da cidade, criado por Vanessa Santos, que traz várias fotos, em um video com uma bela música.
Crédito das fotos: Comunidade no orkut Porteirinha, Seus Filhos, Seus Tesouros e outras do site du busca da Google.
http://elianevanessasantos.blogspot.com/2010/02/porteirinha.html
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Nágila Almeida
Nova entrada para shows, no Parque João Alencar Athayde, trará conforto para o público
A primeira ampliação do Parque de Exposições João Alencar Athayde, desde a inauguração, em 1957, está praticamente concluída. Foram acoplados ao terreno original 8.500m² de lotes e 3.200m² de rua (doada através de projeto de lei municipal).
O Parque de Exposições foi uma grande fazenda adquirida pela Sociedade Rural. Depois de loteado, o bairro passou a se chamar Vila Exposição. A Rural possuía alguns lotes externos ao parque e outros foram readquiridos para a criação do Centro de Eventos.
A nova área, que fica nos fundos, servirá para a realização de shows durante a Expomontes. A previsão é de que as obras estejam prontas em maio, a tempo e a hora para o Axé Montes.
Até então, os shows eram realizados no gramado do parque ou na área próxima à entrada principal, na Avenida Geraldo Athayde. A mudança para a nova área, próxima aos portões da Rua Carlos Paulino, vai beneficiar o público. Os muros estão prontos e as calçadas foram alargadas.
O palco será posicionado para o interior do parque, diminuindo a propagação do som na área externa.
A 36ª Expomontes será realizada de 30 de junho a 11 de julho, com shows de Vitor e Léo, Calcinha Preta, Exalta Samba e João Bosco e Vinícius.
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