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Papo de homem
Nalu Saad

 

habbo

Hoje pela manhã, meu filho de 9 anos me contou que descobriu uma nova diversão na internet: o Habbo. Já tinha feito matéria a respeito. Trata-se de um hotel virtual, cujos os ambientes servem de cenário para bate-papo entre internautas.

 

De cara fiquei apreensiva, afinal, ele é uma criança e o Habbo sempre me pareceu espaço para adolescentes quase marmanjos. E ontem, literalmente, meu menino frequentava apenas Facebook e Club Penguin, a rede social e de entretenimento da Disney. De repente, o rapazinho me conta que está fazendo amigos num hotel virtual e que deseja uma assinatura vip do serviço. Coração de mãe não aguenta essas coisas!

 

Contudo, procurei ser madura e moderna e, lembrando-me dos conselhos dos renomados psicólogos, tratei de conversar sobre o tema, investigar o que fez nesse hotel, quem conheceu, com qual login está cadastrado, etc e tal. O menino não se fez de rogado e informou até a senha, assim, com a pureza de quem não tem nada a esconder. Mas, me contou também que tão logo começou a navegar pelo chat foi acionado por alguém chamado Sansão.

 

"Ninguém conta o nome verdadeiro!", ensina-me meu filho. Sei bem disso, mas não é o mais importante agora. Quero saber o que disse Sansão. E o menino vai relatando, assim, sem medo ou pudores que o tal contato queria sabe o nome e a idade dele. "Sou esperto, mãe! Menti. Disse que tenho 10 anos!". "Ó, meu Deus! Ele se tornou alguns meses mais velho e acha que isso basta para afugentar pedófilos ou qualquer outra ameaça!", é o que penso.

 

Para encurtar esse post, a conversa foi produtiva. Meu filho contou que o Sansão queria saber onde ele estuda, nome do colégio, a que horas entra e sai, o que faz da vida, onde mora. Estou pasma! Assustada, amedrontada. Quero colocar meu filho no colo, desligar a internet, apagar qualquer rastro que tenha deixado. Ele garante que não informou nome verdadeiro do colégio e que mentiu sobre várias outras coisas. "Lembrei das coisas que você já tinha me ensinado, mãe! Mas, por que deve ser assim, com tanto cuidado?"

 

Ao mesmo tempo que respiro aliviada por meu menino ter me ouvido, percebo que ele não entendeu meus motivos, portanto, sua segurança continua em risco. É hora de ter uma conversa séria, sobre pedofilia. Explicar o que é, o que fazem os pedófilos, por que gostam de garotos e garotas e... ainda, pedir que não conte nada às irmãs dele, bem mais novas e sem condições de entender bem o assunto sem se sentirem aterrorizadas. Eu começo a conversa, tipo mãe, grosso modo e deixo resto para o pai. Alguns papos são mesmo para homens!

Postado em 8 de Novembro, 2010
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A carta

O menino de 12 anos, filho de uma amiga, escreveu uma carta para a mãe pedindo desculpas pela nota bem abaixo da média em matemática e reafirmando seu amor por ela. Recheou o papel de corações, disse estar arrependido e "despreparado" para enfrentar a escola em que entrou neste ano. Para entregar a carta, o garoto esperou a mãe sair para uma reunião com a coordenação pedagógica da escola, correu à janela quando ela ainda estava no passeio do prédio em que moram e lançou do alto o envelope cheio de pedrinhas. O peso garantiu que o papel não fosse desviado pelo vento.

 

Passamos hora, eu e essa amiga, tricotando sobre as expectativas que alimentamos em torno de nossos filhos quando o assunto é estudo. Por mais que os psicólogos nos avisem que até uma certa idade a criança não dá conta de projetar para um futuro tão distante, sempre nos pegamos a falar com os pequenos sobre aonde não chegarão caso continuem desleixados com a única tarefa que lhes é dada nessa fase da vida: estudar!

 

Atire a primeira pedra mãe ou pai que nunca alertou aos filhos sobre o risco de não conseguirem um bom emprego quando adultos e, por consequência, perderem conforto e segurança. Seja rico, seja pobre, desejar que os filhos conquistem coisas melhores do que têm hoje é sonho quase unânime entre os pais. Que essas sejam coisas emocionais, como realização profissional ou na vida afetiva, estão sempre em foco.

 

Mas quem disse que estudar é pouco quando se é criança? Pode ser para gente grande, tanto que muitos conciliam faculdade e trabalho. Porém, viver por si só para os pequenos é muito. Todo dia é dia de descoberta, toda hora é tempo de aprendizado, mesmo para os mais desatentos. O problema é que nossa memória não armazenou o tamanho da ansiedade sentida diante de cada prova, de cada novo conteúdo e da vergonha ao não conseguir uma boa nota, mesmo que isso fosse previsível diante do esforço zero.

 

Ansiedade percebida na carta do filho da minha amiga, que é severa e dedicada mãe, porém sempre carinhosa. Pontuada por uma grande dose de chantagem, estratégia para convencer aquela que ele decepcionou de que nota ruim tem pouco a ver com falta de amor (ele repete várias vezes que a ama), a carta se traduz em puro medo desse futuro, sobre o qual não nos cansamos de alertar nossos pequenos.

 

Em horas como essa, penso que devemos tentar ser menos ansiosos e transferir mais tranquilidade aos nossos filhos, organizar nossa rotina e a deles, mostrar que as coisas acontecem por etapas, mesmo que às vezes um pouco "atrasadas" em relação ao tempo dos filhos dos outros. Está aí o segredo, mas desvendá-lo não o torna menos desafiante.

 

Postado em 31 de Agosto, 2010
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Gestora ou progenitora?

Diziam nossos avós. "Os filhos são como os dedos da mão, cada qual tem um jeito." Nos dias de hoje resta a crença na sabedoria dos mais velhos, já que é difícil as famílias modernas terem tantos filhos que comprovem o ditado. Mas, quem se arriscou a gerar dois pimpolhos já é capaz de experimentar o gosto de ter parir um indicador e outro polegar. Fui um pouco mais longe e inclui o mindinho para ver que realmente a forma não é reaproveitada, mesmo que o DNA tenha sequência bem similar.

 

Tenho confirmado ainda que essa "diferença" é que nos desafia todos os dias. Do tom de voz do bom dia _ quando algum filhote não opta por adotar essa boa maneira _ ao boa noite, segue cada qual marcando território ao bel prazer. Na outra ponta, seguimos, casal ou um fazendo papel de dois (as famílias mudaram!), tentando encontrar uma receita e o empirismo é base de tudo.

 

Agora, por exemplo, pesquiso tudo quanto é autor e artigos para encontrar um jeito de fazer meu primogênito amar a escola e os estudos como a filha do meio. Ao mesmo tempo, busco um jeitinho de tornar essa garota tão responsável na escola menos perfeccionista. "Para que não sofra tanto na maturidade", digo para mim mesma diante do espelho. E o quanto já é madura e sofre a menina de seis anos se não consegue atingir a nota total da prova!

 

Por isso, radicalizei! Nesta semana, levei para casa minha experiência profissional, já que não tem escola para ser mãe, com direito a planilha e tudo. Elaborei com eles quadros sobre situações em que acham que são bons e outros em que acham que precisam melhor. Juntos criamos um esquema de pontuação e vamos, todos os dias, marcar a performance de cada um.

 

O quadro da garota responsável consta, inclusive, com o item "Sofri e não me perdoei por não ter sido perfeita". Se ache assim, o gráfico dela desce, na tinta vermelha mesmo. Assim como, a caneta azul aparece para pontuar positivamente as vezes que ela errou, soube avaliar o erro, tirar proveito dele, mas sem achar que o mundo estava acabando.

 

Já o quadro do meu "tô nem aí", a contagem de pontos inclui até erros ortográficos em textos "copiados". Assim, pretendo mostrá-lo que deverá se esforçar para se concentrar, já que a dispersão é seu esporte preferido.

 

Escapou dessa avaliação de desempenho meu "dedo mindinho" que, com três anos de idade, anda precisando de umas lições "Super Nanny", tipo cantinho para pensar (ou do castigo) e muita brincadeira.

 

E não é que hoje, depois de tanto trabalho desenhando esse modelo educacional, toda vaidosa fui narrá-lo a uma especialista. Esta, então, alertou-me: "Muito bem! Todos devemos seguir metas na vida e avaliar nossas dificuldades, mas não se esqueça de que são crianças e não projetos corporativos! Por isso, pegue leve e não se esqueça de premiá-los, de surpresa, por boas performances!". E eu nem tinha pensado nisso...

 

Postado em 17 de Agosto, 2010
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Bater ou não bater?
Nalu Saad

Bater ou não bater, eis a questão. O dilema é tão velho quanto outros da humanidade mas bastou o Lula falar que palmadinhas não valem mais para a discussão pegar fogo. A cada roda de pais que frequento _ a maioria em aniversários infantis (e são uns dois a três por semana _ o assunto e as conclusões são iguais: apanhamos de chinelo, mangueira, cabo de vassoura e corda de bacalhau, nem por isso crescemos traumatizados, violentos ou espancamos nossos filhos. Por outro lado, reconhecemos que bater hoje não é como bater ontem. O que será que mudou?

 

De certeza, só que bebês nascem de olho aberto, não ficam sete dias num quarto escuro, têm suas fotos e vídeos publicados na internet logo após o nascimento e muitos têm as células-tronco bem congeladas para salvá-lo de alguma doença no futuro. Enfim, estão mais espertos.

 

Acho que é por isso que, na semana passada, quando armei aquela palmada em direção ao bumbum da Luísa (minha caçula de 3 anos), ao invés de correr, parou, me olhou desafiadora, mostrou as duas mãozinhas espalmadas como quem pede um tempo e disse:

 

_ Vamos conversar, mamãe? Podemos fazer um combinado...

 

Conversar? Eu tive que me retirar para não cair na gargalhada e perder o pouco do respeito, se é que criança deixa de respeitar pai ou mãe quando conseguem nos desarmar. A graça era aquele pingo de gente tentando negociar. Poderia eu dar uma palmada e acabar com aquela proposta de paz?

 

Negociamos. Ela guardaria todos os brinquedos, naquele exato momento, já que era um pedido feito há mais de duas horas e a menininha continuava a me enrolar e eu não ficaria brava com ela. Esta frase veio dela. Não ficar brava e bater são similares? Pensei. Percebi que era a minha vez de negociar: "Você guarda os brinquedos todos os dias a partir de hoje e eu os mantenho no seu quarto!". Assim, com essa estrutura e a danadinha entendeu, fazendo biquinho, olhar de cachorro pidão e, por incrível que pareça, tenho tido menos coragem de bater.

 

Dizem que é porque é a caçula, aquele filho que os pais adulam mais. Acho que o fato de ser a mais nova influência, mas não pela adulação e sim pela experiência que ganhei com os dois mais velhos.

Postado em 3 de Agosto, 2010
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O meu outro chip
Nalu Saad

 

Qual a relação entre assaduras, mamadeiras, refluxo, tarefas escolares, festa infantil, pirraças e tecnologia? Você não imagina quanto poder de processamento deve ter uma mãe para dar conta disso tudo e acompanhar de perto os avanços da Tecnologia da Informação para escrever sobre eles em coluna e suplemento semanais! E ainda tem o blog, que é a ponte mais curta até o leitor, mais rápida e mais livre...

 

Pensando nisso tudo e navegando por esse espaço no qual vocês leitores encontram toda sorte de tema, percebi que faltavam assunstos sobre palmadinhas _ ops! Agora o presidente Lula proibiu o uso da psicologia das chinelas havaianas. Juntando isso com o fato de que uma leitora escreveu querendo saber o que faz com o iPhone dela que o filho de dois anos lançou ao vaso sanitário, achei por bem dar outro tom ao nosso bate-papo diário.

 

Deixemos os bits para a coluna semanal e a seção Tecnologia deste site e, a partir de agora, vamos tecer histórias sobre maternidade e paternidade, nos tempos modernos, com as funções melhor divididas, ok?

 

Mas, antes, temos que combinar que tudo aqui será uma troca porque, ao contrário dos smartphones, notebooks e e-books, para criar e conviver com nossos filhos, não existe manual. Aguardo sugestões e antecipo que as "palmadinhas" estarão na pauta de amanhã.

 

Postado em 27 de Julho, 2010
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Tiffany lança medidor de anel para iPhone

DIVULGAÇÃO

tiffany
 

 

Pedido de casamento que se preze tem que vir acompanhado de anel de noivado (ou aliança) e, se possível, champagne, bombons e flores. Muitos homens fazem um esforço para seguir a etiqueta, porém, a maioria fica com cara de bobo e decepciona a noiva quando a joia não entra no dedo ou fica "sambando". Convenhamos, perde o encanto, não é mesmo? É como no conto de fada em que o sapatinho de cristal tem que encaixar certinho.

 

Pois é, a Tiffany & Co., uma das mais famosas joalherias do mundo, encontrou na tecnologia solução para o problema. Ela desenvolveu um o Engagement Ring Finder, um aplicativo para o iPhone, celular da Apple, que vem com um medidor de dedos. Basta colocar um anel de verdade na tela do aparelho (com o aplicativo ativo), alinhando-o com o círculo correto na guia. O aplicativo permite ainda conhecer a coleção de acordo com a forma, montagem, metal ou design.

 

Quem quiser, pode também, direto do telefone, encomendar a joia. Uma vitrine virtual apresenta toda a variedade de estilos. Os usuários podem aumentar o zoom e ver os detalhes de um anel, possíveis combinações com alianças de casamento e até compartilhar os modelos por meio de e-mail, mensagem de texto, Twitter e Facebook.

 
Postado em 18 de Junho, 2010
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Mais possante, novo Mac Mini está mais democrático

 

DIVULGAÇÃO APPLE

MAC MINI

Parece um disco rígido portátil, mas é um computador com capacidade de processamento similar à do computador "grandão" que você tem em casa ou à do notebook parrudo que acabou de comprar. A diferença é que a Apple quis surpreender de novo colocando tudo isso em uma caixinha em alumínio de 19,7 cm de largura e 3,6 cm de altura e que é compatível com quase tudo que as pessoas já têm, como teclado, mouse e monitor. Se não tiver monitor, pode ser a sua televisão, mesmo que seja de alta definição. A novidade, batizada Mac Mini, foi anunciada nesta terça-feira (15) na sede da empresa, em Cupertino (Califórnia) para todo o mundo.

 

Por dentro, o Mac Mini traz chip Intel Core 2Duo de 2,4 GHz (ou de 2,66 GHz), 8 Gb de memória RAM, 3 Mb de memória cache (temporária e que agiliza o processamento), além de um monte de entradas de diferentes padrões na traseira. São quatro portas USB, uma FireWire 800 (para câmeras digitais profissionais), saída HDMI e HDMI DVI (para monitores de alta resolução) e outra para Mini DisplayPort, um adaptador que permite conectar monitor analógico padrão, projetor ou telas LCD.

 

Com a demanda cada vez maior por vídeos e games, inclusive em três dimensões, o Mac Mini ganhou processador gráfico Nvidia GeForce 320M (mais rápido do mercado) e memória DDR3. Essa placa gráfica tem 48 núcleos de processamento e 256 Mb de memória de vídeo compartilhada.

 

Apesar de possante, o pequeno gasta menos de 10 watts, segundo a Apple. Para se ter uma ideia, nenhum desktop tem consumo de energia tão baixo.

 

Enfim, o fato de ser tão pequeno pressupõe portabilidade, por isso, a tecnologia para acesso sem fio à internet teve upgrade para o padrão 802.11n², o top do setor. Para completar, vem com tecnologia Bluetooth integrada, para quem quiser conectar teclado e mouse sem fio.

Postado em 15 de Junho, 2010
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Na rota desenhada por Negroponte

 

QRCode editoria 2

Eu nunca esqueci meu primeiro encontro com o guru Nicholas Negroponte, autor do best-seller "Vida Digital" e um dos mais importantes professore do Media Lab, do MIT. Foi num centro de convenções em São Paulo. Ele chegou 15 minutos antes da palestra (desceu de helicóptero no alto do prédio), bebeu água e foi direto para o auditório. Falou durante exatos 1h20 minutos para mais de 500 pessoas. Uma plateia estática, enebriada, para dizer a verdade. Negroponte falava do jornal do futuro, uma solução tecnológica, não sabia antecipar qual, que tornaria o papel interativo e hipertextual. Ventilou a possibilidade de algo holográfico, com resumo das notícias que se abririam ao toque dos dedos. Achei absurda a ideia, mas não duvidei, porque me parecia o mais mortal dos pecados duvidar de Nicholas Negroponte.

 

Quando a internet se tornou mais rápida e a telefonia móvel tornou viável a leitura de conteúdos noticiosos em dispositivos portáteis, pensei que chegávamos perto do que previra o guru. Ainda não duvidava de que ele tivesse razão, mas entendia melhor que o estudioso falava de algo conceitual e suas palavras não teriam que ser levadas a ferro e fogo.

 

Porém, as telas cada vez mais touch, no embalo do iPhone, me fizeram crer que ainda estávamos longe do que nos disseram Negroponte em naquela tarde de setembro de 1996.

 

Na semana passada, ao inaugurar o QRCode em Minas Gerais, entendi que caminhamos na direção imaginada pelo guru, mesmo estando bem distantes da holografia. O código é o que os estudiosos chamam de Realidade Ampliada (RA), que prevê a inserção de muito conteúdo num pequeno espaço.

 

Permitir que o celular leia um código em jornal e que esse código abra, a todo momento, conteúdos atualizados, é dar vida longa ao impresso, abrir uma porta para que essa versão de mídia também encontre um caminho para o mundo digital. Estão entendendo porque, mesmo antigo no segmento, Negroponte continua sendo meu guru?

Postado em 15 de Junho, 2010
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Dois milhões de iPads

Novo recorde de Steve Jobs, o presidente da Apple: dois milhões de iPads vendidos menos de dois meses após o lançamento. O dispositivo, que chegou às lojas no dia 3 de abril, mistura tocador de música e vídeos com livro digital, com conexão 3G.

 

O recorde de vendas foi anunciado hoje pela própria Apple e, se o volume for dividido pelos 60 dias em que o produto está no mercado, chegamos à impressionante marca de 35 mil aparelhos comercializados ao dia. O iPhone, que teve primeira versão lançada em 2007, demorou 74 dias para chegar ao primeiro milhão de unidades comercializadas.

 

Na corrida contra o concorrente que veio ciscar no seu terreiro quase dois anos depois de lançar seu e-book Kindle, a Amazon anunciou também nesta segunda-feira (31) que, em agosto próximo, lançará nova versão do seu leitor digital.

 

 

Postado em 31 de Maio, 2010
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Minas vai reinventar o no-break?

Cada vez mais necessários com as instabilidades climáticas virando rotina e, consequentemente, variações de tensão nas redes elétricas, os no-breaks, paradoxalmente, parecem caminhar para o esquecimento no segmento doméstico. É como se notebooks e netbooks, que em casa normalmente ficam puglados nas tomadas, dispensassem proteção e um mínimo de energia extra para salvar os trabalhos. É nesse cenário que a empresa mineira Engetron promete uma revolução, uma quebra de paradigma, para os setores corporativo e doméstico. A novidade deve brotar do Comitê de Inovação Tecnológica da empresa, criado recentemente, formado por profissionais das áreas de produtos, design, comercial e negócios. Contudo, a Engetron, por enquanto, não abre nem uma fresta na sua caixa de novos projetos para a gente espiar e informa apenas que "o objetivo do comitê é desenvolver produtos específicos e de alto valor agregado, levando em consideração usabilidade, durabilidade, estética, requisitos técnicos e ergonômicos". Bem, estamos curiosos!

Postado em 26 de Maio, 2010
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