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Pequenos Heróis
Douglas Fernandes

 

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Pequenos Heróis

Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash, Caçador de Marte e Canário Negro são os personagens que têm sua bravura representada no projeto brasileiro Pequenos Heróis, um tributo ao gênero dos super-heróis.


Sem o uso de palavras, as HQs mostram como o heroísmo pode emergir das menores ações, quando seus valores são tão épicos quanto as grandes realizações dos antigos heróis gregos ou dos super-heróis modernos.


O heroísmo surge em diversas histórias, sobre um garoto que resgata a pipa que acabara de fazer para seu irmão caçula, um glorioso rei do mar tentando salvar alguém de um afogamento, uma iluminada tropa de amigos que faz de tudo para não deixar uma amiga solitária, uma relação de amor e ódio entre duas irmãs, um corajoso cavaleiro nigeriano que luta contra uma fera indomável, um valente e solitário garoto com uma peculiar anomalia, um destemido corredor tentando conquistar o coração de uma garota e uma elétrica garotinha salvando o dia com sua voz estridente.


Pequenos Heróis

Formato: 16,0 cm × 23 cm

Estrutura: 104 páginas colorido em papel off-set 90 g/m²

Capa: Cartão 250 g/m², laminação brilhante

Roteiro: Estevão Ribeiro

Arte: Mário César, Raphael Salimena, Jaum Felipe, Ric Milk & Dani, Vitor Cafaggi,
Leo Finocchi, Fernanda Chiella

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Sede de sangue em adaptação para quadrinhos da obra "Eu Sou a Lenda"
Douglas Fernandes

 

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Eu Sou a Lenda

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Eu Sou a Lenda

“Naqueles dias nublados, Robert Neville nunca sabia direito a que horas o sol se punha e, às vezes, eles apareciam nas ruas antes que pudesse voltar para casa”. É com essa frase simples e carregada que o mestre Steve Niles (30 dias de noite e Crimes Macabros), juntamente com a desenhista Elman Brown, dá início a adaptação para os quadrinhos de um clássico da literatura vampiresca: “Eu sou a Lenda”, lançamento recente da Devir Livraria no Brasil.


A obra, escrita pelo consagrado autor americano Richard Matheson, (A casa da noite eterna, Em algum lugar do passado, Amor além da vida e outros 14 episódios da saudosa série Além da Imaginação) serviu de base para o longa metragem estrelado pro Will Smith, que levou as telas a história de Robert Neville, último ser humano vivo em uma terra repleta de vampiros sedentos de sangue. Mas tirando a premissa original, a adaptação em quadrinhos é completamente diferente do enredo do filme, focando muito mais a loucura da solidão e o medo do desconhecido.


Sem estragar surpresas, na graphic novel, Neville não é um cientista e quão menos o responsável pela praga que transformou as pessoas eu criaturas noturnas que se alimentam de sangue. Aqui ele não passa de um ser humano comum, sem poderes ou conhecimentos acadêmicos para auxiliá-lo, no melhor estilo dos contos lovecraftinianos. E esqueça aquelas criaturas albinas e animalescas que permeiam o filme: na HQ as criaturas são vampiros no sentido lendário, com suas presas avantajadas e suas fraquezas, como crucifíxios, espelhos, alho e a luz do sol. Mas o pior inimigo de Neville nessa história é ele mesmo.


Preso na necessidade humana de viver em sociedade, Robert Neville começa a enfrentar problemas graves quando se vê preso em sua casa, cercado por vampiros, que gritam e clamam para que ele saia. Como o próprio personagem se define, ele é “um excêntrico Robson Crusoé aprisionado numa ilha de trevas, cercada por oceanos de morte”. Sofrendo então com a solidão, o isolamento e a luta contra um inimigo que ele não faz a mínima idéia o que seja, Neville começa a perder o controle, passando por momentos de angústia e frustração, cedendo para o alcoolismo e momentos de fúria desenfreada.


A trama idealizada por Matheson e adaptada por Niles usa a temática vampiresca como pano de fundo para retratar as emoções e reações humanas em momentos de stress e desespero, para tentar combater um inimigo desconhecido. A narrativa é sempre densa, pesada, transmite ao leitor o sentimento de sufoco do personagem. Nesse oceano de maus presságios, até surgem momentos de vitória, mas são tão passageiros e fugazes quanto uma folha ao vento, como quando o cão surge na história e no lugar de alegria, só traz mais tormento à alma atribulada do personagem.


A trama gira constantemente sobre a necessidade de Neville em conseguir sobreviver, retomando aos poucos, em forma de flashbacks, como foram os últimos dias de vida da humanidade. Diferente de outras adaptações, o textos permeiam grande parte da obra, quase transformando a graphic em um livro ilustrado, mas nada que desmereça, já que esse grande volume textual, aliado aos traços carregados, sombrios e desconcertantes de Brown, transformam a leitura de “Eu sou a lenda” em uma experiência única.


O trabalho gráfico da Devir Livraria foi de excelente qualidade, produzindo um calhamaço de quase 250 páginas, com miolo em preto e branco e lombada quadrada. O que faltou e mesmo que “salgasse” um pouco o preço, foi uma capa dura. Quem sabe em uma edição comemorativa...


Ficha Técnica

Título: Eu sou a lenda

Editora: Devir Livraria (www.devir.com.br)

Autor: Richard Matheson (adaptado por Steve Niles)

Páginas: 248

Preço: R$ 34,50

Postado em 7 de Outubro, 2010
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UNICEF lança campanha pelos direitos de crianças e adolescentes das grandes cidades
Douglas Fernandes

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou no último dia 05 de outubro uma campanha que convida toda a população a participar de um movimento pela redução das iniquidades nos centros urbanos e a melhoria das condições de vida das crianças e dos adolescentes que moram nas comunidades populares (favelas, assentamentos, cortiços, conjuntos habitacionais).


Criada pela agência Nova S/B, a campanha Unidos pelas Crianças e pelos Adolescentes faz parte da Plataforma dos Centros Urbanos, uma iniciativa do UNICEF nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Itaquaquecetuba, que promove a aliança entre governos, sociedade civil e setor privado pela garantia dos direitos de meninos e meninas que vivem nas grandes cidades brasileiras.


“Muitas vezes as pessoas querem colaborar, mas não sabem exatamente como. A campanha ajuda a encontrar essa resposta, convidando para a ação e mostrando exatamente que tipo de apoio as comunidades populares que participam da Plataforma dos Centros Urbanos estão necessitando”, explica Anna Penido, coordenadora do UNICEF em São Paulo.


A campanha que passou a ser veiculada no dia 6, conta com a participação da cantora Daniela Mercury, da personagem Mônica (embaixadoras do UNICEF), do piloto de F1 Felipe Massa e Maurício de Sousa (respectivamente, Campeão do UNICEF para as Crianças Brasileiras e Escritor do UNICEF para as Crianças Brasileiras). Também estão nas peças publicitárias o rapper Rappin Hood, os jogadores de futebol Ricardo Oliveira (São Paulo) e Lenny (Palmeiras), os jornalistas Sonia Racy e Gilberto Dimenstein, a cineasta Laís Bodanzky, o skatista Rodrigo Tx e o surfista Carlos Burle.


A participação de todos, bem como a criação e produção da campanha, foi realizada de forma voluntária. A mídia também está sendo convidada a veicular gratuitamente os anúncios. As peças poderão ser conhecidas a partir de amanhã pelo site do UNICEF: www.unicef.org.br

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Ranxerox
Douglas Fernandes

 

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Ranxerox

Sucesso dos anos 1980 na revista Animal, essa é a história de um robô feito de partes uma copiadora, ultraviolento e apaixonado por uma ninfeta viciada em drogas

 
Ranxerox ou Ranx é um andróide criado por um estudante delinquente. Ele foi feito de partes de uma maquina de fotocópia e é bronco, mal-humorado e muito violento. É perdidamente apaixonado por Lubna, uma garota de 13 anos, viciada e prostituta.  Vivendo em um mundo pós-apocalíptico, em que o consumismo, a violência e o egoísmo são as normas, ele não mede esforços para agradar sua garota. Seja conseguir drogas, gravar um filme na tevê ou fazer uma performance na Broadway, ele fará de tudo para satisfazer os desejos de Lubna ou salvá-la das enrascadas em que se mete.


A Conrad Editora lança agora uma edição de luxo com todas as histórias da série. As primeiras, ainda em preto e branco, se originam dos anos 1970. O restante das histórias são coloridas e datam dos anos 1980. No Brasil, as tiras foram publicadas na extinta revista Animal.


Ranxerox foi um dos personagens mais importantes, comentados e influentes da década de 1980. Os autores anteciparam o gênero de violência extremada que predominou no cinema nos anos de 1990 e certamente influenciaram até cineastas como Pliver Stone e Quentin Tarantino. Se você conhece a história, já sabe o que esperar: ultraviolência, erotismo e decadência cyberpunk sem iguais o aguardam dentro destas páginas. Se nunca leu Ranxerox, prepare-se para se conhecer as aventuras bizarras do androide mais casca grossa dos quadrinhos.


Sobre os autores


Stefano Tamburini

O criador de Ranxerox nasceu em Roma, em 18 de agosto de 1955. Roteirista, ilustrador, designer gráfico, editor e jornalista, Tamburini foi o idealizador da revista Cannibale, que revelou uma nova geração de quadrinistas italianos. Em 1980, foi um dos fundadores da revista Frigidaire, para a qual criou o projeto gráfico, diversas ilustrações e quadrinhos, além de escrever uma coluna de crítica musical que assinava com o nome Red Vinyle. Morreu de overdose em abril de 1986.


Tanino Liberatore

Nasceu em 12 de abril de 1953, em Quadri, Itália. Frequentou escola de arte em Pescara junto com Andrea Pazienza, que mais tarde o apresentaria a Stefano Tamburini. Começou em 1978 desenhando tiras para a Cannibale; em seguida colaborou com a Il Male e foi um dos primeiros artistas publicados na Frigidaire, onde assumiu a arte de Ranxerox. Em 2002 ganhou um César, o principal prêmio do cinema francês, pelo figurino do filme Asterix e Obelix - Missão Cleópatra. Atualmente vive na França com a mulher e a filha.


Alain Chabat

Ator, comediante, dublador e diretor de cinema, Chabat nasceu em 24 de novembro de 1958, em Oran, Algéria, e tem nacionalidade francesa. Grande fã de quadrinhos, escreveu o roteiro para, junto com a arte de Liberatore, concluir a história de Ranxerox que havia ficado incompleta com a morte de Tamburini. Dirigiu os filmes Didier, RRRrrrr!!! e Asterix e Obelix - Missão Cleópatra, no qual teve a colaboração de Tamburini.

 

Livro: Ranxerox

Autores: Tamburini, Chabat e Liberatore

Editora: Conrad

Páginas: 192

Preço: R$ 49,90

Postado em 7 de Outubro, 2010
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O que Aconteceu ao Homem Mais Rápido do Mundo?
Douglas Fernandes

 

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O que Aconteceu ao Homem Mais Rápido do Mundo

Ele não era um Super-Herói. Ele nunca pensou em salvar o mundo! Mas às vezes é impossível fugir do Destino...

 
Um terrorista planta uma poderosa bomba no centro de Londres! O caos e o desespero recaem sobre o Reino Unido e uma tragédia de enormes proporções pode ocorrer a qualquer momento.

 
Acompanhando essa crise pela TV, o jovem Bobby Doyle sabe que é o único que talvez possa evitar a catástrofe usando o estranho dom com o qual nasceu: o poder de parar o tempo à sua volta. Mas como salvar milhares de inocentes se isso pode significar um sacrifício inimaginável?

 
Uma história surpreendente! Apresentando uma visão realista do Super-Herói nos dias de hoje, O que Aconteceu ao Homem Mais Rápido do Mundo? foi elogiado pela crítica especializada, atraiu a atenção do mercado de quadrinhos norte-americano e foi indicado ao Eagle Award, o prêmio mais importante dos quadrinhos ingleses!
 

Extras: Prólogo de cinco páginas inédito na Inglaterra, Introdução do autor Dave West para a edição brasileira, Pin-ups exclusivos feitos por desenhistas ingleses, norte-americanos e brasileiros

 
Assista ao trailer promocional do álbum aqui (http://bit.ly/OQAAHMRDM)

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Máquina de Quadrinhos completa um ano e atinge marca de 450 mil histórias criadas pelos internautas
Douglas Fernandes

O site Máquina de Quadrinhos completa um ano com a marca de 450 mil histórias criadas pelos internautas, que realizaram 153.861 cadastros na página. O sucesso do portal atraiu grandes talentos ainda não reconhecidos no mercado, que a partir desta criação da Mauricio de Sousa Produções tiveram a oportunidade de dar asas à imaginação, criando seus próprios roteiros utilizando os personagens, cenários, objetos e onomatopeias das revistas da Turma da Mônica.
 

"Não é adivinhação. É certeza. Daqui a algum tempo, alguns usuários da Máquina de Quadrinhos estarão com os nomes no nosso quadro de colaboradores (expediente), no finzinho das nossas revistas", diz Mauricio de Sousa.
 

E a certeza do Pai da Turminha tem um motivo: as histórias que se destacam no site podem ser publicadas nas revistas impressas, como o aconteceu com Aldefran Melo da Silva, que cria suas histórias desde que o site foi ao ar. Em abril de 2010, uma das criações do artista plástico, que é professor de educação artística, foi escolhida. 
 

“Eu recebi a notícia que teria uma das minhas histórias criadas no site Máquina de Quadrinhos impressa na revista do Cebolinha, edição 40. Fiquei muito emocionado. Foi uma grande oportunidade, fiquei orgulhoso. O site é muito bacana, porque além de tudo permite uma interatividade entre as pessoas, que fazem um intercâmbio, trocam ideias entre si”, diz Aldefran, que já criou no site mais de 200 historinhas.
 

O sucesso da Máquina de Quadrinhos não vai parar por aí. Há um projeto para levar o programa às escolas, para dar asas à imaginação dos jovens e incentivá-los desde cedo a investirem em seus talentos.

 
"Nesse primeiro ano fomos surpreendidos pela quantidade e criatividade das histórias feitas na Máquina: foram quase 500 mil. No segundo ano, vamos investir mais na rede social infanto-juvenil que está sendo criada por trás do editor de imagens", diz Luis Paulo Perdigão, diretor executivo da Máquina de Quadrinhos.
 

Máquina de Quadrinhos


O site é um conjunto de ferramentas tecnológicas disponíveis nas quais o internauta pode criar roteiros utilizando os personagens, cenários, objetos e onomatopeias utilizados nas revistas de Mauricio de Sousa.


Para isso, basta o internauta se cadastrar gratuitamente no portal e usar a imaginação para criar suas próprias tirinhas ou histórias com a Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Bidu e todos os outros personagens da Turma.


Para ler, votar e criar suas histórias, os participantes do Portal não precisam pagar nada. Um pacote de imagens está sempre disponível gratuitamente para todos os participantes cadastrados. No entanto, para quem quiser criar histórias utilizando uma quantidade maior de imagens, e também ter acesso a imagens exclusivas, estão à venda no portal pacotes de imagens mais amplos e variados, e também assinaturas anuais.


Todo o conteúdo produzido é monitorizado por uma equipe de moderadores para evitar que desenhos e diálogos inadequados sejam disponibilizados.

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Guerra Civil recebe edição especial
Douglas Fernandes

 

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Guerra Civil

A Panini, por meio de seu selo Panini Books, relança a minissérie Guerra Civil numa luxuosa edição encadernada. A sérei de maior sucesso de 2007 chega ao mercado como item indispensável para qualquer colecionador. A publicação, com roteiro de Mark Millar e ilustrações de Steve McNiven, pode ser encontrada nas principais bancas e livrarias do País.
 

Lançado em 2006 nos Estados Unidos e 2007 no Brasil, a série (que na ocasião era dividida em sete partes), ganhou destaque por tratar de um tema que trouxe mudanças em todo o universo dos heróis de linha da Marvel. A saga foi sucesso de público e crítica, em função da grande polêmica que acabou culminando com um racha entre os heróis. Esta edição encadernada eterniza a histórica minissérie.
 

O início se dá com a ação precipitada de um grupo de jovens super-heróis, que acarreta uma tragédia sem precedentes, deixando um saldo de centenas de mortos. Diante da pressão popular, o governo sanciona uma lei determinando que todos os super seres sejam registrados. A iniciativa divide a comunidade heróica como nunca antes. De um lado, a facção pró-registro, liderada pelo Homem de Ferro; do outro, os contrários à medida, tendo à frente o Capitão América.
 
 
FICHA TÉCNICA – GUERRA CIVIL

Edição Especial (Civil War 1-7)

Formato: 17x26cm

Lombada quadrada, capa dura

Papel couché

Número de páginas: 208

Preço: R$ 58,00

ISBN 978-85-7351-690-6

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Graphic Novel "Halo", é relançada pela Panini
Douglas Fernandes

Alguns dos mais importantes nomes da história dos quadrinhos unem-se à equipe criativa de um dos maiores sucessos da história dos videogames para trazer ao mercado um verdadeiro épico: a graphic novel "Halo". Quatro contos do fantástico mundo de "Halo" assinados por feras como Simon Bisley (Slaine, Batman, Juiz Dredd), Tsutomu Nihei (Wolverine: Snikt) e Jean “Moebius” Giraud (A Garagem Hermética), entre outros, levarão os leitores ao fabuloso universo futurista que arrebatou fãs milhares de fãs por todo o planeta. Devido ao enorme sucesso, a PANINI relança esta publicação nas principais livrarias do país. A graphic novel "Halo" tem 132 páginas, com valor de R$19,90.

 
Esta nova edição inclui também uma impressionante seleção de ilustrações e visões do universo de "Halo", criadas exclusivamente por grandes nomes dos quadrinhos e da ilustração mundial, incluindo Doug Alexander, Rick Berry, Scott Fischer, Sterling Hundley, Craig Mullins, George Pratt, Juan Ramirez, Greg Staples, Justin Sweet, John Van Fleet e Kent Williams. Como bônus, o livro traz ainda novíssimas criações da própria equipe artística da Bungie encarregada de "Halo". Em sua totalidade, a graphic novel "Halo" é um magistral tributo à arte em forma de quadrinhos e um item de colecionador por si só.


FICHA TÉCNICA - "Halo" Graphic Novel

Formato americano

132 páginas

Papel Couchê

Relançamento: 30/9

R$ 19,90

ISBN 978-85-7351-408-7

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Cogumelos ao Entardecer
Douglas Fernandes

 

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Cogumelos ao Entardecer

Com roteiro e arte do paulistano Jonatas Tobias, Cogumelos ao Entardecer é um álbum de aventura e humor, que combina a estética dos mangás com os quadrinhos ocidentais. Em um mundo inspirado pelos RPGs medievais, a trama acompanha a jornada de Knox e Arroba, dois garotos que estão cansados de serem perseguidos pelos rapazes mais velhos de sua vila e partem em busca dos lendários Cogumelos Mágicos, que são capazes de realizar qualquer desejo de quem os comer. Knox deseja se tornar um forte guerreiro, enquanto Arroba busca uma cura para o feitiço que o transformou num menino porco. No caminho, a dupla encontrará aliados e fará inimigos, alguns interessados nos cogumelos, outros interessados em transformar os garotos em sua próxima refeição.


Essa aventura vai levar os dois amigos numa jornada por lugares estranhos e perigosos, através de cidades e florestas desconhecidas.  Será que eles conseguirão encontrar o que tanto procuram?


Cogumelos ao Entardecer foi um dos projetos contemplados no Proac 11 de histórias em quadrinhos de 2009, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.


Sobre o autor


Nascido em 1980, Jonatas Tobias trabalha com ilustração e design há mais de dez anos. Morador do bairro da Liberdade cresceu apaixonado por quadrinhos, animação, videogames, ilustração, cinema e design.


Formado em Desenho de Comunicação, Desenho Industrial e concluindo uma pós-graduação em Design Gráfico, já realizou trabalhos para diversas agências e editoras.


Iniciou sua carreira na editora de quadrinhos Brainstore onde atuava como produtor gráfico. Em 2001 começou a trabalhar como ilustrador na editora Casadois, onde fazia diversas revistas infantis.


Entre 2003 e 2007 foi sócio e um dos fundadores do estúdio Mr.Guache, uma empresa voltada para as áreas de ilustração e criação.


Ainda em 2007 foi um dos idealizadores, bem como ilustrador e designer da Revista Grap – Grafismo e Poesia.


Atualmente trabalha como freelancer com ilustração, design e storyboard, atendendo diversas agências e editoras. Entre alguns dos clientes atendidos estão as agências Lowe, Dez Brasil, Ogilvy, Grey, DM9DDB, Editora Abril, Editora Global, Editora Rock Moutain, Editora Globo, Editora Escala Educacional, Nike, Petrobrás, Coca-Cola, Fanta, Renault, Citroen, Omo, Sangari do Brasil, Unicef, Lg e Honda.


Sempre fascinado por quadrinhos, quer investir mais tempo e dedicação a essa linguagem, que considera tão importante para a comunicação, a educação e ao entretenimento.


Para ver mais, de seu trabalho acesse:

www.jonatastobias.blogspot.com e www.jonatastobias.multiply.com


Cogumelos ao Entardecer

Formato: 20,5 cm × 20,5 cm

Estrutura: 112 páginas coloridas em papel couche 90 g/m²

Capa: Cartão 250 g/m², laminação fosca e reserva de verniz

História e Arte: Jonatas Tobias

Preço capa: R$ 44,00

Postado em 7 de Outubro, 2010
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Avenida Brasil - Enfim um País Sério!
Douglas Fernandes

 

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Avenida Brasil

A Avenida Brasil e a nossa interminável transição pela via das dúvidas (quem diria?) terminam aqui, nesta coletânea de trabalhos publicados durante o segundo mandato do operário-padrão Luis Inácio Lula da Silva.


Eleito e reeleito presidente ao longo desses últimos anos, Lula, o filho do Bar Brasil, não deixa dúvidas de que o país atingiu definitivamente a maioridade democrática.


Os medos e receios de que a transição rumo a democracia voltasse à estaca zero se distanciam, quadras e mais quadras, daquele botequim comandado pelo general Figueiredo, que prendia e arrebentava quem fosse contra a abertura oferecida por ele.


Antigamente era pior, depois piorou.


Hoje, somos um país sério.


O clã dos Sarney; a CPI dos cartões corporativos; a Operação Navalha; o Castelo Mona Lisa de Edmar Moreiro; e até o panetone do Arruda, nos demonstram que escândalos em nosso país são permanentes, apenas os governos é que são passageiros.


Dados técnicos:

Avenida Brasil – Enfim um País Sério

Autor: Paulo Caruzo

Encadernação: Brochura

Capa: Cartão 250 g/m² colorida com laminação fosca com
reserva de verniz

Miolo: 96 páginas coloridas em couchê fosco, 90 g/m²

Formato: 16,0 cm × 23,0 cm

ISBN: 978-85-7532-442-4

Código de Barras: 9788575324424

Código Devir: DEV11247

Preço Capa: R$ 29,50

Mais Informações: luzia@devir.com.br, www.devir.com.br

Postado em 7 de Outubro, 2010
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