Em dias de turbulência, ensina a aniversariante do dia, a amiga Carolina Carvalho, o melhor mesmo é ficar tranquilo. Sem sofrer com o resto.
São dias de arroz com brócolis. Gostoso, simples, seguro, fácil de fazer. Como a vida deveria ser.
Eis a receita (para duas pessoas, ou uma com muita fome. Pode ser acompanhado de QUALQUER COISA).
Ingredientes:
150 gramas de arroz (um copo lagoinha, ou americano, para quem não é de Belo Horizonte)
50 gramas de brócolis picadinho
450 ml (três copos) de água
3 dentes de alho
¼ de cebola picadinha
Azeite (quanto baste)
Sal a gosto.
Modo de fazer:
Em uma panela com água (quanto baste) fervendo, mergulhe o brócolis até que ele fique verde escuro (cerca de 1 minuto). Escorra e passe sob água fria, para interromper o cozimento e permaneça crocante, mas cozido. Reserve.
Em outra panela, refogue a cebola no azeite, acrescente o arroz e use, misture por alguns segundos e adicione a água. Espere levantar fervura, tampe parcialmente e reduza o fogo. Em cerca de 20 minutos a água terá evaporado e o arroz estará cozido.
Desligue o fogo, acrescente o brócolis e misture, corrigindo o sal.
Frite os dentes de alho fatiados em azeite até ficarem dourados, crocantes. Escorra no papel toalha e salpique por cima. É o toque de mestre. Bom apetite.
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Para quem aprecia boa cachaça e acredita no produto, a dica de hoje é o jantar harmonizado que acontece no restaurante Apotheca, no Anchieta.
Tá sem programa? Vai lá. Mas liga antes (31) 3287-1100, que as vagas são poucas.
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O dia começa mais triste com a notícia da morte do amigo e empresário Hugo Miranda Fiúza, entre muitas outras coias, criador do Huguito's.
Cara acima da média. Jovem, alegre, inteligente, tranquilo, bom companheiro.
Ele foi vítima de um acidente com uma carreta na última sexta-feira, na BR-040, que envolveu outros seis carros. Mais uma da roubalheira e da incompetência dos nossos deputados.
Ia passar o final de semana com amigos no Rio de Janeiro.
Ficam nossos sentimentos à família e aos muitos amigos. E aquela sensação de que, onde quer que esteja agora, estará bem.
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Chego hoje no jornal e me deparo com a seguinte nota de esclarecimento, enviada pelo pessoal do McDonald's:
"A propósito da matéria sobre o McDonald’s intitulada “Três dicas de sanduíche, ou porque evitar o McDonald's estando em BH”, publicada no site do Hoje Em Dia no último dia 27, a empresa esclarece que:
Na América Latina, a Arcos Dorados, empresa que opera a marca em toda a região, informa que o aditivo em questão não é utilizado como ingrediente nem em qualquer processo da cadeia produtiva. A companhia acrescenta que os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais”.
Que cada um tire suas conclusões.
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Lucas Prates
O sanduíche de picanha do B. Bistrô, feito SÓ de carne
Ia deixar pra lá, mas mas depois que a coisa do McDonalds, e seus hambúrgueres de amônia (http://www.hojeemdia.com.br/noticias/mcdonald-s-usa-amonia-para-fazer-hamburguer-com-sobra-de-carne-1.398614), chegaram à imprensa mundial, graças ao ótimo Jamie Oliver, me sinto na obrigação de dizer.
Sim, em Belo Horizonte felizmente temos opções mais interessantes para comer sanduíches muito bons. E por preços justos.
O assunto foi tema da matéria que fiz para a sessão Mesa Posta, aqui do jornal, publicada no último domingo.
As indicações que faço de bate-pronto são o Eddie Burgers, o Duke'n'Duke e o B. Bistrô, todos na região da Savassi-Lourdes.
Claro, não são as únicas casas especializadas em sanduíches legais na cidade, mas são as que fui recentemente, e que recomendo com toda tranquilidade.
No Eddies, (são quatro unidades, a mais charmosa na esquina de Rua da Bahia com Fernandes Tourinho) que no ano passado abriu sua primeira franquia em Salvador (BA), o que gosto mais é o sanduíche que leva o nome da casa.
Carne grossa, bem temperada, com cebolas caramelizadas e pão de lá mesmo. Coisa de R$ 17, com batata frita.
No B.Bistrô, na Antônio de Albuquerque, entre Espírito Santo e Rio de Janeiro, a escolha é mais difícil, mas o Nova York, feito com hambúrguer de picanha, gorgonzola e chutney de maça com tomate arrebenta.
Custa R$ 28, com batatas rústicas. Tem um feito com paleta de cordeiro que também vale cada mordida, por preço similar.
No Duke'n'Duke, provei o Mingus, feito com picanha moída, cebolas e molho barbecue feito com uísque Jack Daniel's. Coisa boa. Fica na casa dos R$ 25, com batatas.
Aproveite que está por lá para tomar o chope da casa, feito pelo Felipe Viegas, ou o irlandês Guiness, servido com gás nitrogenado, que dá mais cremosidade. Harmonia é isso ae.
Os três têm ambientes bacaninhas, que dão vontade de esticar o papo, e no B. Bistrô, carta de vinhos e drinques com vodcas mais bacanas.
E, mais importante, carne feita SÓ de carne, e batata que é SÓ batata. Sem amônia, conservantes, acidulantes, glutamato monossódico. Nada desses venenos. Nada de sal demais. Do jeito que a gente gosta.
Serviço:
Eddie Fine Burgers
Endereço: Rua da Bahia, 2652, Lourdes, e outros quatro endereços
Duke'n'Duke
Endereço: Rua Alagoas, 1470, Savassi. Tel.: (31) 3264-9857
B.Bistrô
Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, 1.354, Lourdes (31) 2531-1143
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Divulgação
Germano Dias, chef e padeiro da Casa Infinita, e suas criações
Coisa mais difícil é achar lugar para tomar um bom café da manhã, na rua, em Belo Horizonte.
Claro, padaria boa tem muita, mas falta um lugarzinho legal para sentar, com garçons, etc.
Para divulgar que oferecem o serviço, os amigos da Casa Infinita informam que até 9 de março quem for tomar café da manhã por lá e levar um acompanhante, tem um descontão.
Na verdade, o esquema é o seguinte: de cada duas pessoas que se servirem no buffet ou pedirem ao garçon bolos, pães e etc, só paga o que ficar mais caro.
Para quem comer menos, fica de graça. 100% de desconto. Para isso, basta preencher um pequeno cupon, com nome, endereço, e-mail, e data de aniversário.
A promoção (ou barbada, se eu fosse o Eduardo Girão), não é válida em feriados, sextas, sábados nem domingos. E só vai das 7 às 11 horas. Mesmo assim, mão na roda. Fica a dica.
Serviço
Casa Infinita
Endereço: Rua Ceará, 1118, Funcionários (esquina com Rua Aimorés)
Tel.: (31) 2531-3888
www.casainfinita.com.br
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As amigas da Confece (Confraria Feminina de Cerveja) mandam avisar (esse tanto de mulher, melhor obedecer!) que no próximo sábado tem encontro da Cerveja.
Na verdade, a 5a edição do Sábado Cervejeiro das meninas, que pela primeira vez será aberto ao público, inclusive masculino. E terá como tema “Cervejas de Verão”.
Quem quiser ir, além de comer bem e aprender sobre cerveja, terá o prazer de trocar impressões com as meninas sobre textura, sabor e harmonização de cada rótulo com seus respectivos pratos.
E falar da vida, da cena gastronômica de Belo Horizonte, de cuidados com bebês, física quântica, enfim...
O encontro acontece no Haus München, casa especializada em cervejas e comida alemã localizada no Bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte.
O ingresso custa R$ 49, e dá direito a cervejas dos estilos Witbier, Bohemia Pilsen, Viena Lager, Dry Stout, Kölsch e Weissbier, que serão harmonizadas com pratos e acompanhamentos da casa.
Quem quiser participar deve mandar um e-mail para mkt@hausmunchen.com.br e aguardar confirmação.
Como já acontece nas reuniões mensais realizadas pela Confece, os participantes preenchem (que palavra feia!) uma ficha de avaliação para cada cerveja degustada. E dá notas às bebidas de acordo com as especificações dos estilos.
Além disso, o grupo produz artesanalmente duas cervejas que levam nomes de mulheres: Conceição e Aurora.
Que, segundo a Eulene Hemétrio colocou no Facebook, já estão sendo feitas desde semana passada. E que eu espero ter o prazer de provar (quem sabe até comprar uma ou duas garrafinhas) por lá. Será que vai rolar?
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Valdez Maranhão/Divulgação
Começou na semana passada e vai até o próximo dia 12 de fevereiro a primeira edição do Sabores do Mercado, festival que reúne 10 bares e dois cafés no Mercado Central.
No dia 19, tem procissão com sambistas, saindo na Augusto de Lima e terminando no estacionamento do Mercado. Os organizadores esperam 2 mil pessoas.
Mais uma razão para ir provar, daqui até o fim da farra, o pão de queijo e o bolo de fubá da Dona Diva (que com mais dois cafés saem a R$ 5,90), o Bororó do Fortaleza (carne de sol, mandioca, cebola e jiló, R$ 20) ou a costelinha defumada e frita, com batata, queijo minas e molho de amora do Bar Campinho (R$ 20).
A lista completa de pratos e participantes está em www.mercadocentral.com.br.
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A quarta edição do BH Restaurant Week já tem data para acontecer: 6 a 19 de fevereiro. Nestes dias, restaurantes legais de BH oferecem cardápios com entrada, prato principal e sobremesa a R$ 31,90 no almoço e R$ 43,90 no jantar.
Nesta edição, participam 58 restaurantes – entre eles o Vero, em Lagoa Santa, o Chez Aline e o restaurante do Topo do Mundo, em Brumadinho.
Alguns dos medalhões da capital, no entanto, continuam fora, como o Vecchio Sogno e Taste Vin.
Os cardápios estão em http://www.restaurantweek.com.br/default.asp?id=60
A lista de casas que participam vai abaixo. Antes de se programar, no entanto, é bom conferir no link acima quais funcionam só para almoço, quais só no jantar e quais aderiram para ambas as opções.
E lembre-se, na segunda-feira, 6 de fevereiro, teoricamente o primeiro dia, quase ninguém abre as portas. Deixe para ir a partir de terça (7).
Eis a lista.
2012 Restaurante
Ah! Bon (Lourdes)
Ah! Bon Café (BH Shopping)
Ah! Bon Café (Diamond Mall)
Ah! Bon Café (Pátio Savassi)
Alegria de Comer Bem
Antica Trattoria
Badejo
Baianera
Bangkok
Barolio
Benvindo
Bistrô da Matilda (condomínio Vale do Sol, Nova Lima)
Bodega 361 (condomínio Vale do Sol, Nova Lima)
Café do Museu
Café Sagrado
Cantina do Lucas
Casa dos Contos
Casa Infinita
Chez Aline (condomínio Retiro do Chalé, Brumadinho)
Cinecittà
Copa
D'Artagnan
D'Istinto
Des Amis
Djalma
Duke'n'Duke
Ficus
Flores
Haus München
Hermengarda
Inka (Sion)
Inka (Luxemburgo)
L'Astigiano
L'Entrecôte
La Pasta Gialla
Maharaj
Maricá
Maurizio Gallo
Merlin
Mes Amis
Oak
Osteria Degli Angeli
Outono 81
Patuscada
Physalis
Piacenza
Pichita Lanna
Più Pizza & Birra
Primeli
Provincia di Salerno
Saatore
Santa Sophia
Topo do Mundo (condomínio Retiro do Chalé, Brumadinho)
Verano
Verde Gaio
Vero (Lagoa Santa)
Vitelo's
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Quarta-feira, 10 horas.
A chuva fina que cai lá fora não deixa esquecer que desde dezembro não se faz uma boa compra lá em casa.
Sair sem carro e com criança, impossível. Qualquer chuvisco vira borrasca.
Na cestinha metálica de legumes, sobraram apenas uma berinjela, antes lustrosa. Agora murchinha, nas últimas. E quatro batatas médias, duas delas com brotinhos verdes.
Olho pro lado, vejo o Evandro Mesquita cantando: OK, você venceu. Batata frita...
Começa o preparo que vai durar coisa de duas horas.
Nesses anos à frente da cozinha de casa e dos jantares dos amigos, é a coisa que fazia mal e agora faço bem. Muito bem, modéstias às favas. Nem nos pampas comi papas rústicas como as que aprendi a fazer.
O segredo, ensina o Robert L. Wolke, cientista americano e autor dos dois volumes de “O que Einstein Disse a Seu Cozinheiro” (meus livros de cabeceira, os dois volumes) está no amido.
O macete é assim:
Corta-se as batatas longitudinalmente (no popular, de comprido), com casca e tudo. Depois, coloca-se em uma panela com água fria e liga o fogo, para que cozinhem bem.
O amido dissolvido na água é importante para fazer a casquinha crocante depois.
Depois que a água ferver, espere mais uns 20 minutos borbulhando. A água vai ficar toda branca.
Desligue, escorra as batatas e frite em óleo bem quente depois por mais 20 ou 30 minutos, até que fiquem bem douradas, quase marrons. Sal por cima e coma o quanto antes. Cuidado para não queimar a língua.
O preparo demora, mas vai valer a pena.
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