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Brains/Storm 2010
CAIO DEL MANTO
 


Daqui a três dias, na manhã de sábado, acontecerá a versão nacional do Projeto Brains, da Alquimia. Em torno do tema "Marketing, Criatividade e Inovação", seis profissionais de São Paulo e Belo Horizonte irão debater o que há de mais moderno em termos de tendências na área de comunicação. E como o evento é interativo, a plateia terá ampla oportunidade de intervir, discutindo com profissionais de primeira linha os temas propostos. Será no Campus Buritis, parceria com o Centro Universitário Newton Paiva e contará com as seguintes presenças:
Paula Rizzo tem mais de 15 anos de experiência em planejamento estratégico, dirigindo os departamentos de planejamento da McCann Rio e da FischerAmérica, e atuou ainda como diretora de inovação da DM9DDB. Atualmente é consultora de Inovação à frente da Engenho de Ideias, colaboradora do site updateordie.com e colunista do Blue Bus. Paula é uma profissional muito demandada para ministrar seu curso sobre Power Internet Usability, em que ensina "a explorar, de maneira mais inteligente, as ferramentas de buscas na Web, as comunidades, os blogs, bem como baixar imagens e lmes, utilizar FTPs gratuitos e muito mais. Um curso que ensina a aproveitar cinco vezes mais o uso de Internet". Tal como os demais debatedores, Paula pretende dar uma dinâmica bastante provocadora em suas colocações.
Mário Castelar é uma lenda na área de marketing e atendimento na propaganda brasileira. Consultor em comunicação & marketing, ele foi diretor de inovação da Nestlé nos últimos sete anos e ocupou cargos de gerência em Pesquisa de Mercado e Comunicação de Marketing em companhias como Souza Cruz, Francisco Matarazzo, Novociclo de Propaganda, Rhodia Indústrias Químicas e Têxteis, TV Bandeirantes. Foi também especialista em Consumer Insights, na Young & Rubican e diretor de Serviços de Marketing, vice-presidente de Planejamento e gerente-geral do escritório do Rio de Janeiro da Norton Propaganda. Autor do livro "Marketing Para a Nova Geração", que ele autografará durante o Brains/Storm 2010. A meu ver, ninguém descreveu melhor meu xará Castelar do que Roberto Duailibi, da DPZ: "A imagem que tenho do Mário Castelar é a de um guia, no meio da floresta, à noite, conduzindo um grupo de pessoas em direção a um acampamento, com uma grande lanterna na mão, uma bússola, um gps, um telefone de satelite- enfim a de alguém que conhece os caminhos, mas usa todas as ferramentas". O principal recado que Castelar irá dar é que disciplina e permanência podem vir a ser mais importantes para a inovação do que loucura e mudança. Segundo ele, ambiente e cultura tem mais significado do que a tal da Big Ideia. Ele insiste, em seu trabalho, em separar a esperteza de quem vende a quem não quer comprar, da sensibilidade de quem percebe a existência de necessidades que precisam ser satisfeitas.
Caio Del Manto começou sua carreira como planejador júnior na Leo Burnett, de onde saiu para trabalhar como planejador regional para a América Latina na Ogilvy & Mather.Assumiu logo depois a Gerência Regional para a América Latina da McCann-Erickson, de onde saiu para ocupar a Diretoria de Planejamento e a Diretoria de Channel Planning da JWT, em São Paulo. Em 2009, foi escolhido o melhor planejador do ano, como vencedor da Brazil's Young Lions Competition. Sua principal característica na área de planejamento de comunicação de marketing é a visão integrada do processo, graças a uma abordagem que ele rotula de "Experience Planning". Segundo Caio, no planejamento é preciso "focar menos no conceito e mais nas possibilidades de fazer a ideia ficar de pé: planejadores são conhecidos por seus briefs maravilhosos e conceitos criativos, mas muito poucos têm conhecimento e experiência de colocar uma ideia de pé de verdade. Por isso, acho que planejadores devem colocar mais a mão na massa, gastar mais tempo pensando como fazer aquela ideia realmente acontecer, quais as barreiras de grana, possibilidades de mídias e oportunidades para fazer acontecer. Na real, é conhecer de verdade o rock'n'roll que atendimento, mídia e criação passam para implementar uma ideia de verdade e saber criar argumentos tangíveis na hora de apresentar uma ideia"
Guilherme Araújo . Debatedor. Formado em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universtário de Belo Horizonte. Experiência de 10 anos no mercado de comunicação. Atuou como webdesigner, atendimento, produtor gráfico e até representante comercial, mas começou sua carreira como redator na DNA Propaganda. Passou pela Publivendas Comunicação e, em 2003, voltou a trabalhar na DNA. Foi sócio-fundador da G30 Marketing e Comunicação, em Belo Horizonte. Integrou a equipe de criação da MPM Propaganda de 2005 a janeiro de 2008. É fundador do coletivo de comunicação A Fraternidade. Atualmente é diretor de criação da RC Comunicação.
Carlos Henrique Vilela . Debatedor. Um dos mais atuantes planejadores de Minas Gerais, Carlos Henrique é Planejador da New360º, função ainda recente, que ele assumiu após deixar a Tom Comunicação. Editor do blog chmkt.com.br, tem participação muito ativa na área de planejamento, divulgando o trabalho de grandes profissionais do Brasil e do exterior. Possui uma imensa rede de contatos em todo o mundo e está construindo uma brilhante carreira em sua área específica de expertise.
Anna Flávia Lourenço Bakô. Debatedora.Gerente -adjunta da área de inovação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Anna Flávia tem desenvolvido amplo trabalho na área de inovação criativa no planejamento e implantação de parques tecnológicos em Minas Gerais, por meio do Simi- Sistema Mineira de Inovação.
Nosso velho dilema
Eu trabalho na área de planejamento há quase 8 anos. O impressionante disso é que, mesmo depois desse tempo todo, minha mãe continua não sabendo o que faço. Você deve passar por isso também. Ela sempre vê algum comercial na TV e fala: "Filho, olha o comercial que você fez! Que lindo!". Por mais que eu explique que eu sou o cara que resolve o problema, que faz o brief, que constrói estratégias fantásticas para problemas de mercado, ela sempre acha que eu sou aquele que fez o filme da TV. E não é só ela que pensa assim. Meu irmão mais velho, minha irmãzinha de 11 anos, meu pai, meus avós, meus tios, meus primos, meus amigos. Todo mundo. Infelizmente (ou felizmente), minha família não tem tradição no mercado publicitário. Lá tem vendedor, sapateiro, dentista, psicólogo, mais nenhum publicitário.(Não existe profissão mais complicada de se explicar que essa nossa!)

Postado em 1 de Dezembro, 2010
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Marketing emocional
 


Copio, descaradamente, um texto ótimo que o Carlos Henrique Vilela postou em seu blog sobre a lista que o pessoal do site Insights Qualitativos postou sobre os 37 benefícios emocionais que podem ser utilizados no marketing. Apesar da breve descrição, esses pontos vêm de estudos quantitativos extensos com milhares de consumidores e de um painel de psicólogos e consultores de marketing especializados em avaliar motivações emocionais de compra.
Segundo os autores da lista, é, provavelmente, a melhor representação de todo o espectro de necessidades humanas que podem ser atendidas com a compra de determinado produto ou serviço. Portanto, é mais uma ferramenta que pode ajudar você a construir marcas e a orientar a forma como elas vão se comunicar.
1. Sentir-se amado: significa que a pessoa tem um número significativo de laços na vida e recebe deles uma quantidade adequada de combustível emocional diariamente.
2. Sentir-se atraente: ter um forte nível de conforto com seu físico, saber que as outras pessoas sentem prazer em ver a sua imagem e ser capaz de conquistar atenção quando está presente. Sentir-se sexy, que é um tipo especial de atração, é tratado de forma separada, mais adiante.
3. Sentir-se aventureiro: interesse em experiências memoráveis e empolgantes, geralmente envolvendo perigos desconhecidos e risco. Tem a ver com encarar desafios, explorar novos territórios, sentir-se empolgado com novos aprendizados, novas experiências, etc.
4. Sentir-se financeiramente seguro: acreditar que tem dinheiro suficiente para cuidar da maioria das suas necessidades básicas e desejos presentes e futuros. Esse sentimento é diferente de se sentir próspero ou rico - que significa acreditar que possui dinheiro suficiente para comprar qualquer coisa que deseja, mais do que necessidades básicas e desejos.
5. Sentir-se realizado: ver evidência progressiva na vida, sentir que objetivos valiosos estão sendo buscados e conquistados.
6. Sentir-se provedor de carinho: interessado em oferecer apoio emocional, físico, financeiro ou espiritual aos outros.
7. Sentir-se altruísta: capaz de se sacrificar em benefício da sociedade. Abrir mão de gratificação própria em favor do interesse de outros cujo bem estar não melhorará por conta própria.
8. Sentir-se assertivo: capaz de se posicionar e esforçar para conseguir seus interesses, especialmente dada a presença de pessoas que colocam barreiras no caminho.
9. Sentir-se corajoso e ousado: estar disposto a enfrentar riscos e perigo para obter um benefício positivo (quando é julgado como benéfico é inteligente encarar o risco - caso contrário é precipitação).
10. Sentir-se criativo: interesse e habilidade de se expressar unicamente via palavras, comportamento ou artes.
11. Sentir-se empolgado e vivaz: ter um forte sentimento de estar vivo, ter energia e interesse de participar de tudo que a vida tem a oferecer.
12. Sentir-se justo ou ético: marcado pela imparcialidade e honestidade, é capaz de fazer julgamentos livre de interesse próprio, preconceito ou favoritismo. Interessado em defender esses princípios.
13. Sentir-se luxuoso ou mimado: a crença de que tem recursos suficientes para permitir ostentação em coisas que são entendidas por muitos como desejos desnecessários ao invés de necessidades essenciais.
14. Sentir-se saudável: ter confiança no bem-estar físico, força e capacidade de evitar doenças e males.
15. Sentir-se atlético: ter confiança na sua força física, vigor, energia e capacidade de enfrentar vários desafios físicos - principalmente em esportes, mas também situações não competitivas.
16. Sentir-se flexível ou adaptável: capaz de mudar a perspectiva de alguém usando suas forças de acordo com a demanda em uma ampla variedade de situações.
17. Sentir-se livre: ser capaz de fazer o que quiser: dizer, pensar, ir, estar, se comportar, ser. Geralmente, poder fazer aquilo que dá prazer.
18. Sentir-se como bom amigo: acreditar que é ligado às pessoas e estar sempre disposto a apoiá-las. Prover companhia e aproveitar a companhia de outras pessoas.
19. Sentir-se bem humorado: rir regularmente, se divertir com o cômico ou absurdo, gostar de fazer as outras pessoas rirem.
20. Sentir-se um bom professor: capaz de transmitir aos outros, com sucesso, conhecimento útil e habilidades.
21. Sentir-se no controle: capaz de influenciar as pessoas ao seu redor, como deseja. Ser capaz de prever, gerenciar e reagir com sucesso à ocorrência de eventos estressantes. Ter a capacidade de decidir pelas outras pessoas.
22. Sentir-se independente: ser capaz de cuidar de si mesmo, sem precisar dos outros para satisfazer suas necessidades.
23. Sentir-se 'insightful': capaz de fazer novas conexões, ver as coisas de forma ampla, conseguir entender de novas maneiras a forma como as coisas funcionam.
24. Sentir-se íntegro: fazer as coisas, não apenas falar, saber que seu comportamento é consistente com os seus princípios, ser responsável pelas suas ações.
25. Sentir-se sábio ou inteligente: ser mentalmente perspicaz ou rápido. Saber que tem um nível de capacidade mental que vem sendo usado pra acumular experiência e conhecimento que o tornam particularmente bem preparado para enfrentar os desafios da vida.
26. Sentir-se líder: servir como líder aos outros, ajudar a guiar as pessoas em direção a objetivos valiosos e ser diretamente responsável pela supervisão e desempenho.
27. Sentir-se pacífico, relaxado ou calmo: ter paz na mente, no corpo e no espírito.
28. Sentir-se imbuído de poder: capacidade de exercer influência sobre a vida de alguém ou sobre os outros. Ocupar uma posição importante na vida.
29. Sentir-se produtivo: acreditar que é eficaz em consistentemente contribuir com produtos valiosos de trabalho para sua própria vida, família ou sociedade.
30. Sentir-se respeitado: ser conhecido e reconhecido pelo valor das suas contribuições ás pessoas que ama, sua família, ou sociedade.
31. Sentir-se imbuído de espiritualidade: sentir uma conexão estabelecida com um poder maior de definição própria que transcende o mundo mortal. Pode ou não ser um poder maior ligado a uma religião.
32. Sentir-se sexy: a capacidade específica de despertar o desejo sexual em um potencial parceiro ou pessoa desejada.
33. Sentir-se romântico: sentir-se bem com pensamentos, sentimentos e percepções associadas ao desejo de estar com outro ser humano.
34. Sentir-se seguro: saber que nenhuma ameaça virá a alguém. Capacidade de descansar com certeza na vida ou em uma relação.
35. Sentir-se pertencente: saber que é parte de uma família, grupo de amigos, ou de uma sociedade onde se encaixa, graças a uma similaridade em valores, crenças e tendências de comportamento.
36. Sentir-se confiável: não machuca os outros em favor da gratificação, sente-se uma pessoa na qual se pode confiar e com quem se pode contar.
37. Sentir-se único: implica em saber que é individualmente diferente dos outro


The Best Escola de Idiomas e Informática recebe inscrições para mais um ciclo de palestra do projeto Empreendedor do Futuro.A palestra "Empreendedorismo: você no controle da sua carreira" será realizada às 19 horas, do dia 26, pelo professor Luiz Armando Bizzotto. Inscrições:Av. João Pinheiro, 341, Funcionários.

A 12ª Premiação de Arquitetura IAB-MG 2010, que tem como tema Reflexões sobre a Paisagem Urbana e como objetivo premiar e divulgar a produção intelectual e profissional dos arquitetos mineiros recebe inscrições.Podem se inscrever arquitetos formados e recém-formados até 2010 e estudantes do último ano da graduação, que tenham completado seu TFG até agosto de 2010 . Os trabalhos inscritos devem ser executados em Minas, individualmente ou por equipe em escritórios, autarquias e empresas públicas, produzidos nos últimos cinco. Mais informações: (31) 3225-6408.

De olho na Copa do Mundo e nas Olimpíadas, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte lança mais seis cursos especiais de espanhol para a área de turismo. São: para guias de turismo, para agentes de viagens, para negócios, para profissionais de hotelaria, para profissionais de bares e restaurantes e para jornalistas. As aulas começam em 2011. Inscrições:(31)3789-1600

O True, programa de trabalho remunerado para universitários no exterior, oferece aos estudantes a oportunidade de trabalhar na França. As vagas são para restaurantes, hotéis, resorts e lojas. O programa tem três meses de duração. (31) 2535-0987 / www.worldstudy.com.br.


Estão abertas as inscrições para os programas de pós-graduação nos Estados Unidos com bolsas da Fundação Lemann. Atualmente, existem bolsas Lemann, exclusivas para brasileiros, em cinco universidades americanas: Harvard, Illinois, Columbia, Stanford e Yale. Para pleitear o benefício, os alunos precisam ser aceitos no processo seletivo regular dos cursos que escolherem. O valor da bolsa e os prazos finais de inscrição variam de acordo com a instituição. Para 2010-2011, os prazos vão de dezembro a janeiro. Em todos os casos, a concessão das bolsas é coordenada pelas universidades. Informações: www.drclas.harvard.edu/brazil/felowships_grants/lemannfellows/ www.hbs.edu/mba / www.clacs.llinois.edu/lemann/ www.sipa.columbia.edu / http://suse-ice.stanford.edu / www.yaledu/worldfellows

Postado em 24 de Novembro, 2010
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Brains/Storm 2010
 


No próximo dia 4, no auditório do Campus Buritis do Centro Universitário Newton Paiva, a Alquimia irá realizar a sua versão nacional do Projeto Brains, com o nome de Brains/Storm. O Projeto Brains foi lançado em setembro de 2010 e deu partida à Alquimia, essa escola com química totalmente inovadora na área de educação executiva.
O evento internacional de setembro teve a presença (meio fugaz!) de Alex West, da Mother (Londres), do Matthew Smith, da The Viral Factory, também de Londres -que, diga-se de passagem, deu um show de simpatia e bom humor-, e do Jeremy Faludi, professor e pesquisador da Universidade de Stanford sobre "Design Verde", cuja palestra também foi um sucesso.
O tema dessa versão nacional do Projeto Brains será "Marketing, Criatividade e Inovação". Três grandes profissionais de São Paulo irão responder a questionamentos colocados por um moderador. Logo a seguir, três profissionais de primeira linha de Belo Horizonte debatem as opiniões colocadas. E, a partir daí, a plateia intervém discordando, agregando, opinando, enfim, manifestando-se.
O auditório do Campus Buritis comporta cerca de 1.200 pessoas, e a intenção da Alquimia é operar na capacidade plena do local. Dentre os questionamentos que serão colocados no Brains/Storm 2010 teremos os seguintes destaques:
1. Estamos na Era da Conversa. Uma era que ultrapassa qualquer forma de medida. A tecnologia-o ferramental mediador que apenas existe para facilitar nosso objetivo que é pensar nas forças que impulsionam, criam e modificam comportamentos- prescinde do Elemento Humano. Nosso papel é lembrar 24 horas por dia que o ser humano não é binário. Como o planejamento está lidando com essa realidade?
2. Um dos cinco "tracks" do Brandcenter da Virginia Commonwealth University é a Tecnologia Criativa. A maior dificuldade está em definir em palavras o papel do "tecnólogo criativo". Ele mistura os papéis de estrategista, diretor de arte, redator e agrega uma grande expertise de tecnologia para produzir experiências de engajamento do consumidor. Os tecnólogos criativos são líderes e membros de equipes nas agências. Seu principal papel é criar o elo entre o off e o online, através de um processo de integração total. Já existe a figura do tecnólogo criativo no Brasil? E de que forma sua presença pode alterar o desempenho do setor?
3. A curto prazo, no novo século, o "plat de résistance" do marketing do futuro parece ser a Web Semântica, em que os computadores não apenas conseguirão operar como entender cada detalhe dos dados que lhe são fornecidos. Os metadados permitirão que a informação de um website se infiltre em outros sites, criando trilhões de conexões lógicas na rede. As máquinas se tornarão "devastadoramente inteligentes". As máquinas irão, finalmente, entender a melhor forma de ajudá-lo, já que doravante irão "compreender" os anseios do ser humano. Mas o futuro do marketing será feito somente pelas marcas que conseguirão tirar partido da ubiquidade. Marcas que existem em qualquer lugar e cuja mensagem é entendida e decodificada pela máquina. Como os especialistas de marketing estão lidando com essa realidade-que-ainda-vai acontecer?
4. Os criativos de todo mundo andam meio embirrados com os planejadores. Talvez porque na área de inovação suas ideias podem até ser brilhantes, mas taticamente inviáveis. O planejador ideal é aquele que cria um ambiente onde a ideia inovativa germine mais rapidamente. Como as agências estão entendendo esse ângulo do planejamento inovador no mercado brasileiro?
5. O professor Clifford Nass, de Stanford, afirma que o mundo digital leva-nos a uma atividade multitarefa hiperativa. Pulamos de uma curiosidade para a outra na Internet e assim ficamos permanentemente distraídos. Segundo ele, isso cria uma desorganização da memória, fazendo com que nossos cérebros percam, pouco a pouco, sua capacidade de raciocínio analítico. Será que as ferramentas digitais estão criando gente incapaz de pensar clara e ordenadamente?


Cursos da Alquimia


No dia 9 de dezembro terão início os três novos cursos da Alquimia: "Comunicação Estratégica Para a Construção de Grandes Marcas", " O Moderno Ferramental de Channel Planning" e uma "Releitura do Marketing no Século XXI". Os coachers serão, respectivamente, Carlos Henrique Vilela, Luiz Mastropietro e este colunista. Os cursos serão às quintas e sextas-feiras, à noite, e nos sábados pela manhã, na Rua Leopoldina, 607, no Santo Antônio. Mais informações pelo telefone (31) 3261-8980

50% DA PUBLICIDADE MÓVEL

O sistema operacional para celulares da Nokia detém quase 50% do mercado global de publicidade móvel, mais que sua fatia do mercado de celulares e mais que a popular Apple, segundo pesquisa. A InMobi, maior rede de publicidade móvel do mundo, informou que 48% de seus anúncios em julho foram para celulares da marca finlandesa, apesar da companhia ser considerada fraca no setor de smartphones, mais apropriados para esse mercado.
O iPhone da Apple, considerado ideal para assistir a conteúdo e comerciais, contava com apenas 8% do mercado em julho. Em termos de participação total de mercado, a Nokia detém, através de seu sistema operacional Symbian, cerca de 40% do mercado de smartphones, mas vem perdendo a liderança no setor nos últimos anos para o iPhone e o BlackBerry, da RIM.
De acordo com analistas da Gartner, o sistema operacional da Apple, iOS, conta com 14% do mercado geral de sistemas operacionais móveis. Já o Android, do Google, tem apenas 3% dos anúncios da InMobi, apesar de deter 17% do mercado de sistemas operacionais.

Postado em 17 de Novembro, 2010
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Mágica e encantamento
 


Quando eu morrer, Deus Pai, para me recompensar, irá transformar meu quarto, no Paraíso, em uma imensa filial da Barnes & Noble, onde eu vou poder passar toda a eternidade alimentando meu insaciável desejo de enfrentar o fascínio de todos os mistérios através de milhares e milhares de livros.
Mas, para aquele cantinho que será só meu, eu já terei levado comigo uma verdade que não se aprende em livro algum do mundo: marketing é a arte de transformar o atendimento em um momento mágico de encantamento para o cliente.
Na última semana, em Nova York, depois das muitas reuniões para tratar de assuntos do Museu e da Alquimia, convidei Juliano Sales para jantar comigo no restaurante Meli Melo, de um velho amigo, o chef de cuisine Bernard Ros. No número 110 da Madison Avenue, quase esquina da Rua 30, Bernard, criou uma atmosfera que é alegre, simpática, aconchegante, onde todo mundo participa das conversas, todo mundo acaba fazendo amizades. O restaurante está sempre cheio. E a todos recebe Bernard com seu especial jeito de fazer marketing de atendimento: a criação de um momento encantador, que enfeitiça os clientes, criando um vínculo permanente, que nos cativa e nos torna permanentemente fiéis ao Meli Melo. Em Bernard Ros, o mago da cozinha somente é superado pelo mago do marketing. Mas é aquele marketing que nem todos os livros do mundo conseguem ensinar, porque é algo espontâneo, que está em cada detalhe do ambiente, um "décor" perfeito para orquestrar relacionamentos, sob a regência desse maestro especialista na química humana.
Porque marketing é apenas isso: transformar o ponto de venda em ponto de relacionamento. O produto passa a ser apenas consequência da relação, onde a qualidade de cada item mantém um equilíbrio perfeito, transformando alegria, bem-estar, o prazer da boa comida e do bom vinho em momentos memoráveis que se transformam nesse contínuo apelo que nos faz voltar, sempre, à encantadora mágica do Meli Melo.

ADVERTISING EDUCATIONAL FOUNDATION

Assinamos, em Nova York, com a presidente da AEF, Paula Alex,acordo final para utilização, em Belo Horizonte, no Museu da Comunicação e na Alquimia, de todo o material didático da AEF. Dentre as atribuições, teremos de traduzir todos os textos e incluí-los no site da AEF, que está muito interessada no que acontece em propaganda nos países do BRIC. Os textos estão também sendo traduzidos para o russo e o mandarim.


Brains/Storm


A Alquimia irá realizar, no próximo dia 4, no grande teatro do Campus Buritis do Centro Universitário Newton Paiva, em parceria com aquela Universidade, o seu primeiro Brains/Storm nacional. O tema será "Criatividade, Inovação, Planejamento", com três profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco, três profissionais de Belo Horizonte como debatedores e abertura de tempo para as perguntas, intervenções e debates da plateia. A partir desta semana, todas as informações detalhadas estarão disponíveis no site da Alquimia, na secretaria da escola, e no Centro Universitário Newton Paiva.

VCU Brandcenter

O Museu da Comunicação e a Alquimia irão promover cursos internacionais por meio dos Executive Training Programs da Virginia Commonwealth University, em Belo Horizonte. Para tanto, professores do Brandcenter virão a BH para um curso intensivo de imersão nas cinco especialidades daquele centro: tecnologia criativa, direção de arte, redação, estratégia de comunicação e gestão de branding. As turmas deverão ter um número bastante limitado de alunos, que irão trabalhar em tempo integral durante os cursos. As ementas, conteúdo programático e detalhamento da construção de cases já foram desenvolvidas. Os primeiros cursos acontecem em março de 2011, seguindo-se, no mês seguinte a realização do II Brains Internacional.

Futuro do publicitário

Lendo um longo documento editado pela Wharton University. Nele são relatados os resultados de uma pesquisa realizada junto ao público jovem norte-americano. E confesso que fiquei impressionado com o nível de frustração e desânimo do público jovem diante da falta de perspectiva profissional causada pela crise econômica dos Estados Unidos. A curto e até mesmo a longo prazo o jovem apenas espera baixos salários e crescimento pouco significativo em sua carreira. Aqui, no Brasil, eu tenho o mesmo temor no que se refere à propaganda. As universidades estão despejando no mercado, em sua grande maioria, centenas e centenas de profissionais recém-formados que não têm para onde ir. Com um agravante: por culpa de nossos legisladores, os programas universitários são pobres. A baixa remuneração dos professores não permite atrair profissionais de primeira linha do mercado. E os alunos saem sem qualquer experiência para enfrentar o dia a dia de uma profissão onde as chances de crescimento são mínimas. Temos uma esperança muito grande quanto à importância do braço educacional do Museu da Comunicação como mecanismo supletivo das carências de formação dos jovens profissionais. Principalmente no que se refere à Educação Executiva.

Postado em 10 de Novembro, 2010
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O círculo vicioso
 


Já critiquei, aqui, essa macaquice brasileira de fazer Natal europeu, com as árvores em Montes Claros e Caruaru enfeitadas com algodão para imitar neve, e cretinices do gênero. Fico mais espantado, ainda, quando observo, aqui nos Estados Unidos, onde escrevo no meu notebook essas mal traçadas, a pujança da Festa do Halloween e a babaquice daquilo que se convencionou chamar de Dia das Bruxas, aí no Brasil. E olha que ficou até interessante, o Dia das Bruxas ser exatamente a data da nossa eleição para Presidente. Alguma mensagem cabalística dos santos que nos protegem?
Os quatro A's
Estou em negociação com a American Association of Advertising Agencies para levar para Belo Horizonte a sua experiência em desenvolvimento profissional através do seu Institute of Advanced Advertising Studies (IAAS). Já está passando da hora de fazermos algo, no mínimo assemelhado, aí no Brasil.

Postado em 3 de Novembro, 2010
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Grupo Tom de Estudos
 


No próximo Grupo Tom de Estudos, organizado pela Tom Comunicação, o convidado será Rodrigo Mendes Ribeiro, diretor-presidente da República Pesquisa de Opinião. Ele falará sobre o Projeto Brasilidade - a mais profunda investigação já realizada sobre ser brasileiro, que mobilizou um grupo de antropólogos, psicólogos, cientistas políticos, sociólogos e outros profissionais para ouvir e investigar pessoas de todas as regiões do Brasil e descobrir o que significa o sentimento de ser brasileiro no século XXI. Por meio da autopercepção dos brasileiros, foi possível compreender os padrões de comportamento e identificar tendências da sociedade atual.
Relator: Rodrigo Mendes Ribeiro, cientista social, MBA em Marketing e Inteligência de Mercado e mestre em Ciência Política pela UFMG. É professor de pós-graduação na Universidade Federal de Minas Gerais e autor dos livros "Marketing Político - o poder da estratégia nas campanhas eleitorais" e "Marketing eleitoral: aprendendo com campanhas municipais vitoriosas". Atuou como consultor de marketing político em mais de 30 campanhas eleitorais em todo Brasil. Além disso, é diretor da Associação Brasileira de Consultores Políticos em Minas Gerais.
O Grupo Tom de Estudos é uma iniciativa da Tom Comunicação que ocorre quinzenalmente com o intuito de buscar novas fontes de conhecimento e propor discussões inteligentes sobre temas que estão em evidência na mídia. Os interessados podem receber os convites on line e participar das próximas palestras, basta enviar um e-mail para grupodeestudos@tomcomunicacao.com.br. Será na Academia de Ideias (Rua República Argentina, nº 755, Bairro Sion, dia 19, às 8 às 10 horas.


Colgate-Palmolive


A Colgate-Palmolive Brasil, segundo o website da empresa, "anualmente produz e distribui cerca de 38 milhões de caixas, ou seja, mais de 1.700.000.000 unidades no país. Isto significa anualmente 10 produtos para cada brasileiro. É líder em produção, marketing e vendas de várias categorias de produtos para consumo de massa, além disto, exporta para mais de 60 países".
Fico impressionado com a quantidade maciça de comerciais da Colgate-Palmolive nos canais de tv a cabo. Uma verdadeira avalanche de comerciais invasivos, batendo na mesma velha técnica do depoimento sobre qualidade de seus produtos. O que me impressiona mais, no entanto, é a chatura dos comerciais. Estamos vivendo em um mundo onde o que se busca é o advertainment, o comercial casado ao entretenimento.A moderna linha Madison&Vine, que já começa a ficar-até mesmo ela-ultrapassada com o movimento de marketing viral. É preciso que os executivos de marketing da Colgate-Palmolive se atualizem ou então que as agências que atendem as contas dos vários produtos atentem para os novos modelos de comunicação com o consumidor.
Visitem o site da Colgate-Palmolive no Brasil (www.colgate.com.br). Até mesmo na Internet a comunicação consegue ser chata. O que está acontecendo com uma das mais importantes empresas do globo? Alguém inventou de explorar uma plataforma de copy baseada no testemunhal. E aí foi um deus-nos-acuda. Tudo feito neste interminável bordão criativo. Esquecendo-se que ninguém mais acredita nessa linha chata do depoimento. As fortunas que a Colgate-Palmolive investe em sua comunicação poderiam ser melhor empregadas através de uma linha mais alegre, mais divertida, mais voltada para o entretenimento do consumidor. Eu, confesso, tiro o som da televisão toda vez que aparece um dentista falsificado ou uma mocinha que passou a usar Colgate e passa o resto da vida rezando sua novena à Santa Pasta Dental!

Storytelling

Ando muito envolvido com o estudo desse resgate do "storytelling", a arte de contar uma história. Ou as novas técnicas de RPG-Role Playing Games aplicadas no marketing. Leio agora que a Wharton School, uma das mais notáveis escolas de gestão de negócios da Universidade de Pennsylvania,em um de seus cursos para desenvolvimento de executivos lançou mão de um grande especialista em liderança como exemplo: William Shakespeare.
Na famosa peça "Henrique V", do autor de Stratford-on-Avon, descreve-se a maior batalha de todos os tempos. A luta entre Henrique V, da Inglaterra, contra o exército francês no dia 25 de outubro de 1415, em Agincourt, no norte da França. O objetivo de Henrique V era retormar território inglês, com um exército de seis mil homens. Já os franceses tinham um efetivo dez vezes maior que os ingleses. Quem venceu? E quais as razões da vitória? Esse o tema do curso que explora o "storytelling" do mais famoso dos contadores de história da língua inglesa.
Na Alquimia, nós vamos ter um curso especializado em "storytelling", o que torna a propaganda e o marketing ainda mais fascinantes. Se é que isso é possível!

Criatividade
e Inovação

Além de planejar o próximo "Brains" para março de 2011, nós, os alquimistas, estamos querendo fazer um "campfire", agora em novembro, sobre "Criatividade e Inovação na Comunicação de Marketing".
A gente traz um bando de brasileiros e gringos brilhantes, coloca esse povo em um palco, nomeia um moderador e o pau quebra sobre temas fascinantes enquanto a plateia tem todo o direito de intervir, palpitar, questionar, propor. Já estamos com o evento praticamente fechado. Fiquem atentos.

Postado em 20 de Outubro, 2010
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VCU Brandcenter
 


No momento que você me lê, estou em Richmond, na Virginia, Estados Unidos. Embora a cidade não faça parte nem mesmo da lista das cem maiores cidades dos Estados Unidos, aqui se encontra o mais importante centro norte-americano de estudos superiores de propaganda de todo o país, na Virginia Commonwealth University (VCU), que se inclui no rol das cem melhores universidades das Américas do Norte e do Sul.
Esse centro de estudos, antigamente conhecido como AdCenter, transformou-se no BrandCenter, e oferece a seus alunos (que estudam em período integral com uma carga de pesquisa e desenvolvimento de cases de matar qualquer estudante brasileiro) cinco opções em propaganda e marketing. Essas cinco opções são: direção de arte, redação, estratégia de comunicação, gestão criativa de "branding" e tecnologia de criação.
O Adcenter nasceu em 1996, sob a liderança de Diane Cook-Tench, até então vice-presidente sênior e diretora de criação da The Martin Agency, a maior agência de propaganda da Virginia. Graças a Diane Cook-Tench, o Adcenter já iniciou com uma junta de diretores que incluía Jay Chiat, fundador da TBWA Chiat/Day e Dan Wieden, presidente da Wieden & Kennedy. E desde o princípio, a filosofia do Adcenter sempre foi ensinar aquilo que realmente acontece no dia a dia da propaganda. Por exemplo, foi a primeira universidade norte-americana a montar um curso de direção de atendimento. Em 2005 acrescentou-se como carreira a gestão criativa de branding. Em 2008, o programa mudou seu nome para VCU Brandcenter, um nome que passou a melhor descrever o foco central de seu programa de ensino.
Além de formar publicitários, a escola tem um amplo programa de desenvolvimento de executivos -principal razão da minha viagem-, formatado para levar profissionais já experientes da área de propaganda e marketing a explorar caminhos e métodos inovadores de engajamento com os consumidores, ensinando-lhes como tirar partido desse novo ferramental em seu cotidiano de trabalho.
A simples leitura dos nomes que compõem o conselho consultivo do VCU Brandcenter já impressiona: Lee Clow, Chairman e CCO da TBWA\Chiat\Day; Jeff Goodby, co-chairman e diretor de Criação da Goodby, Silverstein & Partners; John Hegarty, chairman da Bartle Bogle Hegarty; Sir Ken Robinson, escritor e consultor; Michael Roth, chairman & CEO do Grupo Interpublic; Dan Wieden, presidente & diretor de Criação da Wieden+ Kennedy. Chega?
Dentre todas essas celebridades e competências, embarquei em Confins e depois de descer em Dallas/Fort Worth e ter de esperar mais seis horas para o próximo voo, cheguei finalmente a Richmond para conhecer e conversar com uma única pessoa: Richard (Rick) Boyko, o profissional que deu vida nova ao VCU Brandcenter, uma das maiores autoridades, hoje, em desenvolvimento profissional nas diversas (e cada dia mais complexas) carreiras do profissional moderno de propaganda e marketing.
Rick Boyko,ex-CCO e co-presidente da Ogilvy & Mather Worldwide, Inc., começou a trabalhar no VCU Brandcenter em julho de 2003, como diretor administrativo. Logo a seguir Rick Boyko introduziu dois cursos novos no Brandcenter :estratégia de comunicação e gestão criativa de branding.
Boyko começou sua carreira como diretor de Arte na Leo Burnett, de Chicago, passando depois a trabalhar na Chiat/Day de Los Angeles. Em 1989, ele ingressou na Ogilvy & Mather de New York e, em 1997 ,foi promovido a CCO e co-presidente trabalhando com Bill Gray como responsáveis por um escritório com um faturamento de US$ 1.5 bilhão ao ano. Na mesma época, Boyko assumiu a função de diretor-geral de Criação de todo o território norte-americano.
Meu objetivo é estabelecer com Rick Boyko, através do Brandcenter, um convênio como os que já firmamos com a Advertising Educational Foundation, com o Advertising Icon Museum, com o Musée de la Publicité, ligado ao Louvre através do Musée des Arts Décoratifs. Vamos ver. Nossa reunião oficial, depois de percorrer todos os departamentos da VCU, é amanhã. O que me obrigará a tomar uma pílula extra, essa noite, pra dormir!


Plan B


A Plan B, de Belo Horizonte, foi a única agência mineira com destaque na pesquisa Best Place to Work. Considerada como o melhor lugar para se trabalhar, dentre as várias agências mineiras, a Plan B merece os cumprimentos de todo o mercado e desta coluna.
Nada como um excelente ambiente de trabalho para estimular a criatividade, a inovação. Linhás, pelo que eu tenho visto nas agências que percorro, e eu até já escrevi sobre esse tema aqui nesta página, o ambiente de agência, hoje, é igualzinho ao Instituto de Medicina Legal: todo mundo calado, com cara de defunto, e de vez em quando um funcionário sorrateiramente desliza em direção ao café. Ou ao banheiro. Cruz credo!

Postado em 20 de Outubro, 2010
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Evolução com a Internet
 


A Web Consult, empresa especializada em soluções em Internet, completa 15 anos de mercado e, para comemorar, lança campanha assinada pela agência Feeling Comunicação. Com o mote "Web Consult 15 anos. Evoluindo com a Internet", o projeto se pauta na evolução da Internet no país e como isso influenciou o mercado e o nosso dia a dia, explica o diretor Comercial e de Marketing da Web Consult, Leonardo Bortoletto, especialista em negócios e soluções virtuais.
"A ideia principal do trabalho foi mostrar a ligação entre o surgimento da Web Consult no mercado e o aprimoramento da Internet comercial ao longo destes 15 anos", afirma Ivan Curi, responsável pelo atendimento e planejamento da campanha. Ele acrescenta que vários acontecimentos que marcaram estes anos de Internet foram relembrados nas diversas peças criadas. "Alguns exemplos são a divulgação na Internet das imagens do World Trade Center durante o atentado de 11 de setembro e a grande contribuição desse meio na eleição do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama", detalha.
Aproveitando a comemoração de seus 15 anos, a Web Consult apresenta ao mercado sua nova identidade visual, desenvolvida pela designer Carol Furtado, que faz parte da equipe de criação da empresa. "A Web Consult trabalha hoje em três pilares, sendo eles planejar, desenvolver e destacar. Pensando nisso para a iconografia da empresa, resolvi trabalhar com três elementos iguais e que, juntos, passassem a ideia de ciclo, envolvimento, processo e complementação," diz Carol.
A campanha também conta com peças como anúncios para jornais e revistas e filme institucional, além de ações de marketing digital, adverstising de oportunidade e divulgação da nova identidade visual. Uma das peças apresentadas consistia em um anúncio sequencial de três ½ páginas com questionamentos sobre a Internet e uma página inteira (resposta) veiculado na revista Viver Brasil.
A Web Consult atua no mercado web nacional há 15 anos e trabalha hoje em três pilares, sendo eles: planejar (com planejamento de ações de marketing digital), desenvolver (com fábrica de softwares para desenvolvimento de sites, portais, lojas virtuais e blogs) e destacar (com otimização e reposicionamento de sites de empresas em sistemas de busca como o Google). Figuram em sua carteira de clientes empresas como Federação Paulista de Futebol, Consulting House, Epamig, Klus e Shopping Minascasa.


Galera animal da Nestlé


Duda, de 2 anos, e Rafael, com 1 ano e sete meses, não têm a menor noção do que seja uma plataforma com "branded content". Mas, para um avô totalmente imbecilizado como eu, não há nada mais encantador do que o brilho naqueles olhinhos e os gritos de alegria quando o vovô resgata um bichinho daqueles da Galera Animal, uma campanha simplesmente encantadora da Nestlé, criada pela Gizmo argentina com filmes da Film Planet. O que mais impressiona é a logística da campanha: a partir da criação de uma propagação de conceito na TV aberta, montou-se uma imensa rede de distribuição, com estandes onde cada bichinho pode ser comprado por uma nota fiscal de compras de produtos Nestlé mais R$27. Não é caro, em função da qualidade dos bichinhos de pelúcia. E o atendimento dos postos de distribuição é primoroso, com gente simpática, educada, que sabe adular um avô e conquistar seu "share of wallet". Minha função agora, no supermercado, é comprar coisas da Nestlé pra poder ganhar a coleção de leões, macacos, tigres, elefantes, e outros bichos bonitinhos da Galera Animal, da Nestlé. Parabéns. Campanha excelente. Resultados ainda melhores, acredito.

Unilever e o meio ambiente

Representantes da indústria, governo e entidades sensíveis ao tema do meio ambiente reuniram-se dia 5 último, em São Paulo. O evento, promovido pela Unilever, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, colocou em discussão os planos de sustentabilidade para o Brasil. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o presidente da Unilever Brasil, Kees Kruythoff, o vice-presidente da Unilever, João Campos, e a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Crespo, conduziram o encontro, que, além de buscar diálogo entre Governo, empresas e instituições sobre consumo consciente, contou com a apresentação do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente e de cases de ações do governo, da Unilever e de parceiros neste contexto.Ministra sonha com uma nova cultura de governança ambiental."Para a transformação no país acontecer de fato precisamos entender que é necessário uma aproximação da gestão corporativa com a gestão pública. Juntas, podemos fomentar uma nova cultura de governança ambiental no Brasil", sustentou a ministra Izabella Teixeira.(M&M)

Afinal,
por que a Alquimia?

Após a palestra que fiz dia 7 deste mês na Amcham, a convite da diretoria e graças à indicação puxa-saquista do André Saliba, da Bolt Comunicação (que tem uma visão totalmente destorcida sobre meus méritos) muita gente veio me indagar sobre a Alquimia. Acabamos de realizar um evento internacional, o Brains, com Alex West da Mother(London), Matt Smith ( da TheViral Factory), também de Londres, e o Jeremy Faludi, da Stanford University, e deste evento-inauguração ficaram no algumas indagações: quando terão início os cursos, qual será o diferencial da Alquimia, questões deste gênero. Na próxima semana, o site da Alquimia entra no ar. Com respostas, e o que é mais importante, um elevado nível de interatividade com o mercado, a fim de que a gente esteja sempre atendendo às demandas específicas dos profissionais e seus anseios por processos modernos de desenvolvimento nas várias especializações da comunicação de marketing.

Postado em 13 de Outubro, 2010
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Nova moda na publicidade
 



De olho no poder de compra dos internautas, empresas apostam na plataforma como recurso para formar conceitos e consolidar marcas. Empresa mineira investe desde 2004 no lúdico associado ao pedagógico também para fidelizar clientes. O faturamento do setor de games no mundo foi de US$ 54 bilhões em 2008, superando a indústria do cinema, conforme divulgado pela Massive Network. Segundo outra entidade, a Entertainment Software Association, ao longo daquele ano, nove games foram vendidos a cada segundo no mundo, em média. Talvez aí esteja o segredo para que os games migrassem da linha de entretenimento e virassem aposta como recurso educativo e para a consolidação de marcas.
Bem antes disso, ainda em 2004, o profissional mineiro Sérgio Martins, hoje sócio-diretor da Carvalho Martins Comunicação, foi pioneiro no segmento de escolas de idiomas do Brasil, quando apostou na estratégia baseada em games para o cliente Number One, com o objetivo de enfatizar a qualidade do ensino oferecido pela rede de franquias da marca. No início, quando o conceito de cross media foi introduzido na estratégia de comunicação da marca, a brincadeira se dava através de um quiz on line de um ET - aquele que trazia a máxima "se o seu inglês não é Number One, mude de planeta"... Em 2006, a Carvalho Martins idealizou o game "Fuja do 'Enrolês'" no estilo come-come, onde o internauta tinha de fugir e se proteger de um personagem que simbolizava o "inglês enrolês". Mais que uma opção de interatividade, o jogo on line valorizava os atributos da marca Number One, que se diferencia em sua proposta de ensinar um inglês de forma eficiente e focada em resultado. Martins explica que a ideia deve sempre ser desenvolvida em torno do conceito de storytelling, "ou seja, deve haver sempre uma história por trás do lúdico, com proposta e objetivo claros de comunicação". É o princípio aplicado, de forma adequada, aos novos tempos e recursos, na campanha 'Os Essenciais', desenvolvida para o mesmo cliente. No game "Find Joy", desenvolvido com recursos tecnológicos bastante avançados, os personagens "essenciais" integram as competências do inglês completo - ler, escrever, falar e ouvir - além de um quinto personagem, o Joy Joe, que sintetiza a alegria de estudar em uma escola Number One. Ninguém duvida que, ao entrar na brincadeira, o internauta cria um vínculo com o game, procura vencer os desafios, quer atingir outras etapas e desenvolve competências associadas ao serviço, o que leva à fidelização. E a mensagem da marca é perfeitamente assimilada em meio ao processo lúdico. O profissional explica que enquanto na exposição offline o anunciante compra tempo, com a interatividade dos games cria-se esse tempo de exposição.
Não por acaso, essa forma de comunicação com o público é tão crescente. No Brasil, 53 milhões de pessoas jogam games todo mês, mais do que toda a população da Argentina, conforme a Martplan, em dados relativos a outubro de 2008. Outra informação relevante é que 64% dos jogadores são da classe AB e residem na região Sudeste. "Já não se trata, portanto, apenas de uma tendência, mas sim de uma realidade irrefutável e irreversível", conclui Marti


Consumo sustentável

Na última década, o mercado consumidor atravessou diversas transformações que culminaram com um perfil de consumidor curioso, cuja preocupação com o preço está sendo lugar para aspectos que estão considerando mais relevantes como sustentabilidade e qualidade. O estudo "Futuro Sustentável", promovido pelo grupo francês Havas em nove países, entre eles o Brasil, revelou que 86% dos brasileiros estão dispostos a recompensarem organizações ecologicamente corretas, sendo que 48% do público está disposto a pagar até 10% mais pelo produto dessas empresas. Essa nova constatação exige uma publicidade inteligente que, deve ir muito além da simples promoção e focar campanhas que agreguem os valores contemporâneos, evidenciando, por exemplo, a responsabilidade da empresa com o futuro.
Segundo Ellânio Ramanho, diretor da A&M Comunicação, a propaganda inteligente é mais concentual que a tradicional. "Trata-se de ações inovadoras distantes do atual padrão de mídia e criação, sem esquecer dos resultados. Esse novo conceito exige reposicionamento das agências para que as peças surpreendam o consumidor em processo de mudança e superem as expectativas dos anunciantes, criando, ao mesmo tempo, uma nova missão".
O publicitário deve transformar relacionamentos comerciais em alianças globais em torno de um mesmo objetivo macroambiental ou social ao criar campanhas que se adequem a todos os meios e públicos, explica Khacyos Rezende, diretor da Recíproca Comunicação.
Contudo, os publicitários alertam que é preciso cuidado para que a estratégia tenha uma base segura de ação, para não frustrar as expectativas criadas com a exibição de anúncios. "Investir em propagandas muito conceituais garante prêmios, porém nem sempre gera resultados positivos para os clientes", argumenta Ramalho.
Rezende ressalta que as abordagens inteligentes só devem ser usadas quando a empresa mantiver um contexto organizacional que garanta sustentação para a campanha. Os valores passados nas peças desenvolvidas devem fazer parte do contexto organizacional da empresa.
Com as contínuas mudanças socioeconômicas vividas pelo mercado consumidor, a tendência é que a publicidade inteligente ganhe força nos próximos anos e que os consumidores exijam cada vez mais comprometimento empresarial com o meio ambiente e a ética para garantirem em suas transações, não só benefícios financeiros mas também globais.




Postado em 6 de Outubro, 2010
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Sua tribo, seu sucesso
 



Agência de comunicação moderna é tribal. A empresa bem-sucedida, em qualquer ramo, em qualquer lugar do mundo, é tribal. Cada uma dá seu tributo. Uma palavra que tem origem na colaboração de cada um necessária à manutenção da tribo.
Os grandes momentos criativos, os grandes picos de sucesso, os mais notáveis cases de comunicação criativa no mundo aconteceram naqueles momentos em que havia total sinergia entre os membros de toda a equipe. Fiz parte de vários desses momentos. Em agências onde havia engajamento total de toda a equipe.
Em uma das mais criativas agências de marketing viral do mundo, a Viral Factory, ninguém é publicitário. Em uma das mais famosas agências de criação da Inglaterra, falam-se 23 idiomas: gente do mundo todo, cada um com um repertório totalmente diferente. Mas há um processo de integração que parece ser a fórmula ideal do sucesso empresarial. Sem hierarquias, sem processos impositivos, sem regras. Onde impera o prazer de trabalhar, o prazer de criar, o prazer do sucesso final.
Segundo Bob Siefker, da Zappos, em um texto publicado no blog do Carlos Henrique Vilela ( www.chmkt.com.br) o importante é o processo de empatia entre a empresa e o funcionário. E isso deve ter início no próprio processo da contratação. Em uma palestra minha, há 11 anos, eu também pregava a necessidade de um 13 de maio que liberasse o funcionário (e por extensão as agências e seus clientes!) da escravidão do medo.
"Este é o movimento da queda da barreira do medo. Funcionários mais estimulados a pensar e a tomar decisões são mais seguros de si, de suas próprias escolhas, que são também partilhadas pela própria empresa, uma vez que as duas pontas se conectam através de seus valores e filosofias devido a processos mais assertivos de busca e manutenção de profissionais. Consequentemente, ambos tornam-se mais felizes e cria-se então, o famoso ciclo do ganha-ganha".(...)
"Dentro do mesmo conceito, também falou-se bastante na busca por profissionais mais generalistas e menos especialistas para a equipe. Os gestores têm valorizado cada vez mais a diversidade do conhecimento, enquanto, do outro lado, as novas gerações mostram-se aptas a oferecer talentos híbridos


Bombril e os candidatos

A WMcCann foi a responsável pela nova campanha publicitária da Bombril que traz o ator Carlos Moreno (garoto propaganda da marca) caracterizado como cada um dos principais presidenciáveis das Eleições 2010. Nas imagens, o garoto Bombril aparece nas versões de Dilma Rousseff, Plínio de Arruda Sampaio, José Serra e Marina Silva, interpretando com o humor um dado que é a mensagem da campanha: "Pesquisas apontam: 1001% dos brasileiros preferem BomBril". A ação pode ser vista em revistas semanais. A assinatura do anúncio conclui: "Sujeira, não. Bom Bril é a solução. Para um Brasil limpinho, vote Bom Bril." (M&M)
Eu, particularmente, acho que a campanha da Bombril ainda é um exemplo brilhante de aproveitamento de oportunidades. E o Carlos Moreno é incomparável!

Inimigos da propaganda

Algumas palavras são verdadeiras inimigas da boa propaganda. E devem ser evitadas, a todo custo. As dez piores de todas são:
1.Geralmente. Geralmente quem escreve isso é um idiota que não sabe nem a hora que está com vontade de ir ao banheiro.
2.Espécie de. Esta é uma expressão escrita normalmente por um redator, ou redatriz, cuja profissão da mãe rima com o último vocábulo.
3.Pode (pode fazer, pode emagrecer, pode provocar, pode despertar, pode o capeta a quatro...!)
4.Frequentemente. Redator que usa isso, frequentemente tira o dito cujo da reta!
5.Talvez. O cara que escreve isso, se tiver duas privadas em casa, faz cocô atrás da bananeira.
6.Quase. Esta palavrinha, então, deveria botar quase todos os redatores na rua. Quase, não. Todos!
7.Relativamente. A mãe do redator que emprega esta palavra exerceu, sempre, uma profissão relativamente honesta, trocando beijos e abraços por um copo de pinga, lá no boteco do Cota, na ZB.
8. Ás vezes. O escrevinhador desta expressão deveria receber seu salário só às vezes. E na maioria das vezes, não.
9.Aparentemente. O que deixa de ser aparente, aqui, e passa a ser patente, é a absoluta falta de talento desse canalha que não tem opinião. Nem briefing.

Brandcenter

Dentro de alguns dias vou estar com Rick Boyko, o idealizador do Brandcenter da Virginia Commonwealth University. Para fazer um acordo de transferência de know-how em didática para cursos de aperfeiçoamento de executivos da área de comunicação de marketing. Principalmente propaganda. Rick Boyko, nos últimos quatro anos, transformou de tal forma o Brandcenter que a revista Advertising Age deu-lhe os três primeiros lugares em inovação, qualidade do conteúdo programático e qualidade didática. Rick Boyko, antes de trabalhar e gerir o Brandcenter era CCO (Chief Creative Officer) e Co-presidente do Grupo Ogilvy & Mather Worldwide.

Postado em 29 de Setembro, 2010
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