CAMPINAS – A qualidade e confiabilidade da Toyota continuam as mesmas. Mas a nova geração do Corolla, a 15ª, lançada há uma semana, quanta diferença! As alterações começam pelo design, de apelo bem mais jovial em relação ao seu antecessor, porém mais sóbrio ante o modelo lançado no mercado norte-americano em 2013.

O “banho de loja” começa pela parte externa. Na dianteira, chama a atenção o conjunto de faróis integrados aos para-lamas. Na traseira, as formas da carroceria e da tampa do porta-malas se unem às laterais e também às lanternas.

Internamente, o carro apresenta sofisticação e funcionalidade. Mas, para um automóvel dessa categoria, faltam alguns itens, como o teto solar, principalmente nas versões mais caras.

O Corolla 2015, que abandonou de vez o câmbio automático de quatro marchas, chega ao mercado em quatro versões: GLi 1.8l (uma com transmissão manual em seis velocidades e outra automática, batizada de Multi-Drive, que simula sete velocidades nos modos Drive) e sequencial; e as mais sofisticadas XEi e Altis. Nestes carros, as trocas de marchas também podem ser feitas por meio de borboletas localizadas atrás do volante.

No quesito espaço interno, o novo Corolla deve ganhar pontos com os clientes. O modelo oferece agora 2,7 metros de entre-eixos, interessantes 10 centímetros a mais na comparação com a geração anterior. De modo geral, o sedã cresceu. O carro possui agora 4,62 metros de comprimento (0,8 centímetros a mais ante a geração anterior) e 1,774 metro de largura (1,5 centímetros a mais). Já a altura caiu para 1,475 metro, meio centímetro a menos.

Debaixo do capô estão motores que garantem bom desempenho ao líder de vendas da Toyota. Os modelos 1.8l, flex, de 16 válvulas, rendem, segundo a empresa, 139 cv de potência, a 6.000 rpm, quando abastecidos com gasolina, e 144 cv com etanol. Já os propulsores 2.0l, também flex e 16 válvulas, rendem 143 cv, a 5.600 rpm, com gasolina, e 154 cv com o derivado de cana-de-açúcar.