A partida entre Alemanha e Estados Unidos, na próxima quinta-feira (26), às 13 horas (de Brasília), na Arena Pernambuco, vem sendo motivo de polêmicas. Após o empate entre os norte-americanos e portugueses, uma igualdade de placar no duelo garantiria estadunidenses e alemães na segunda fase, já que ambos iriam a cinco pontos, ficando fora do alcance de gana e Portugal.

A amizade entre os técnicos alemães Jurgen Klinsmann e Joachim Löw, que foi assistente daquele na Copa do Mundo de 2006, alimenta as especulações sobre um acordo na partida. "Isso não vai acontecer. Joachim fará seu trabalho e eu, o meu. Cada um tentará fazer o que tem que fazer para chegar às oitavas de final. Não há tempo para chamar os amigos, temos que terminar o objetivo da classificação", afirmou Klinsmann, treinador dos Estados Unidos.

Ele enfatizou o trabalho de seus jogadores na partida contra Portugal e prometeu o mesmo empenho na quinta-feira. "Os Estados Unidos sempre dão tudo de si em cada partida", explicou. "Quero ganhar, porque não acredito que trabalhamos para um empate, a menos que aconteça um gol no último segundo. Vamos lutar por uma vitória contra a Alemanha. Isso é o que queremos, depois vamos ver o resto".

O goleiro Tim Howard classificou como "monte de lixo" as especulações acerca da partida. "Isso é lixo, um monte de lixo". O meia Michael Bradley negou que a seleção possa se entregar a um pacto. "Quando você olha a história da seleção, cada dia, cada noite, queremos ganhar. É uma equipe que joga com muito orgulho de representar todo nosso país".