RIO DE JANEIRO – Não parece, mas já faz nove anos que a Audi lançou no mercado a segunda geração do TT, seu esportivo compacto que chegou ao mercado no final dos anos 1990, quando o setor viveu a febre dos roadsters. O TT foi a resposta ao Mercedes-Benz SLK e ao BMW Z3 mas, ao contrário dos concorrentes, que na época ofereciam uma só opção de carroceria (ambos eram descapotáveis, sendo que o SLK recorria ao teto rígido em metal), a marca das quatro argolas apostou em dois formatos distintos, um conversível com teto de lona e um cupê. Agora a marca inicia as vendas da versão fechada com preço inicial de R$ 209.900.
 
O modelo é oferecido nas versões Attraction e Ambition, esta última com preço sugerido de R$ 229.900, por incluir itens como o sistema de entretenimento e navegação MMI Plus, que agrega GPS, leitor de DVD e disco rígido de 10 GB para armazenamento de músicas, integrado ao Virtual Cockpit, que inclui funções e auxílio a condução e parâmetros do computador de bordo.
 
DNA
 
Seu desenho mantém o mesmo conceito de formas arredondadas da geração inaugural, mas com elementos retilíneos nos faróis, grade do radiador e vincos da carroceria. Por dentro, destaque para o quatro de instrumentos totalmente preenchido por uma tela de alta definição que exibe mostradores analógicos, e informações diversas do computador de bordo, rádio e navegação.
 
Sob o capô, a Audi instalou o polivalente motor turbo TFSI 2.0 de 230 cv, que equipa uma boa parte da gama do Grupo Volkswagen, como A4, A5, Golf, Fusca, Tiguan e Jetta. A unidade é acoplada à transmissão automática S tronic de seis marchas e a tração é dianteira.
 
Ao volante, o TT é uma delícia. O motor enche rápido e o cupê ganha velocidade de maneira ágil, mas suave, fazendo com que a máxima de 250 km/h chegue bem rapidamente.
 
Audi TT
NO MEIO DO VOLANTE - Novo quadro de instrumentos deixa as informações diante dos olhos