Depois de 11 anos de mercado, finalmente o Mini Convertible chega à segunda geração. A versão aberta do carrinho inglês acaba de ser revelada (ela será uma das atrações do Salão do Automóvel de Tóquio, que abre suas portas na quinta-feira) e segue os mesmos moldes das versões Hatch (duas e quatro porta) e da perua Clubman.

Como utiliza a mesma base do hatch, o Convertible ganhou quase três centímetros de entre-eixos, e 10 centímetros e comprimento total. Não será dessa vez que ele irá oferecer o espaço do primo rico Rolls-Royce Dawn (tanto a Mini quanto a Rolls são marcas pertencentes ao Grupo BMW), mas os milímetros à mais na cabine farão muito bem aos joelhos.

Se as medidas correspondem ao modelo original, o conjunto mecânico não poderia ser diferente, aposentando o veterano o bloco 1.6. Na versão Cooper, o Convertible adotou a unidade turbo três cilindros 1.5 de 136 cv, que também equipa o monovolume Série 2 Active Tourer da BMW.

Já na Cooper S, ele conta com a unidade turbo 2.0 de 192 cv. A marca ainda apresentou ou Cooper D, que conta com unidade turbodiesel de 116 cv. Segundo a Mini, todos as versões poderão ser equipadas com caixas manuais ou automáticas. No entanto, a versão John Cooper Works (JCW) ficará para mais tarde, mais provavelmente para março, durante o Salão de Genebra. Nessa edição, o motor 2.0 irá debitar 231 cv, como já acontece com o hatch.

Suas vendas na Europa começam no início de 2016. Por aqui, o carrinho deverá desembarcar por aqui no segundo semestre. Resta esperar se a marca irá apostar novamente nas versões cupê e roadster.