A grata surpresa da dupla Gol e Voyage foi a evolução do sistema de entretenimento que ganhou funções de infotainment, comandos de voz, sistema multimídia e espelhamento do celular.

O quadro de instrumentos também mudou, está mais parecido com os que equipam os modelos mais refinados da marca, podendo ter até quatro mostradores e tela do computador de bordo ao centro.

Sob o capô, além da motorização flex 1.6, sai o motor 1.0 quatro cilindros e entra o de três que já equipa o Up! e o Fox. Quanto ao três cilindros turbo (TSI), ainda não há previsão de estreia.

A marca não confessa planos ou prazos para adoção do motor, mar reconhece que não há impedimentos para uma aplicação futura.

Andando com as versões 1.0, assim como se tem no Fox e no Up!, o desempenho surpreende, sem vibrações, silencioso e bastante econômico, com médias de 15,8 km/l na estrada com gasolina durante o test drive.

Na versão mais simples Trendline, com direção hidráulica e, vidros dianteiros e travas elétricas, o Gol 1.0 custa R$ 34.890 e o 1.6 parte de R$ 40.190.

Na Confortline, que acrescenta terceiro apoio da cabeça no banco traseiro, ar-condicionado, computador de bordo, farol de neblina e som multimídia, o preço sobe para R$ 42.690 no 1.0 e R$ 47.490 para o 1.6.

Por fim, na versão Highline, com sensor de estacionamento, volante regulável, rodas em liga, multimídia com tela touch, vidros elétricos traseiros e volante multifuncional, mas exclusivamente com motor 1.6, custa R$ 51.990.

O Voyage, nas mesmas versões, custa em média R$ 4 mil a mais. Quem quiser transmissão automatizada, disponível só nas duas versões mais completas e com motor 1.6, terá que pagar R$ 3.300 a mais.