Ao contrário de muitas marcas que lançam as linhas do ano seguinte no início do ano corrente, a Honda esperou até a segunda quinzena de dezembro para apresentar a linha 2016 do City. O sedã, que começa a ser distribuído em fevereiro, quando serão publicados os novos preços sugeridos, ganhou novos conteúdos.

O conjunto mecânico não sofreu mudanças, e o sedã continuará sendo oferecido com motor 1.5 16v de 116 cv, que pode ser combinado com transmissão automática do tipo CVT ou manual de cinco marchas.

As novidades não chegam a arrancar suspiros, mas dão ao City um pouco mais de qualificação.

Partindo da versão básica DX, o City passa a contar com ajuste de distância do volante e não apenas de altura. Um degrau acima, a LX inclui comandos de rádio e no volante. Já a intermediária EX passa a contar com volante com revestimento em couro e descanso central.

E, por fim, a topo linha ELX, que passa a contar com central multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, navegador GPS, entradas USB e SD, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi, e air bags laterais.

Concorrência

Uma das razões para o pequeno banho de loja do compacto japonês se dá pelo fato de seus concorrentes, que geralmente orbitavam num degrau abaixo do City terem ganho conteúdos que os aproximam do Honda.

Um exemplo é o Chevrolet Cobalt. O sedã feio da GM ganhou um tapa visual que o deixou bonitão e ainda recebeu um pacote farto de conteúdo como bancos com revestimento em couro, multimídia MyLink 2 e o serviço de assistência OnStar.