O ex-vice-presidente da General Motors do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, certa vez proferiu: “Fazer um carro feio ou bonito custa a mesma coisa!” Mas parece que a turma de criação da Chevrolet não tinha entendido a mensagem, pelo menos quando lançaram o Cobalt, em 2011. Agora, a chamada reestilização do meia vida finalmente trouxe beleza ao sedã, que se inspirou na atual geração do grandalhão Malibu para suavizar suas linhas.

As alterações se concentraram nos para-choques, faróis, capô e tampa do porta-malas. O resultado é bastante positivo e pode ajudar a ampliar o interesse pelo sedã.

Outra novidade do Cobalt é que ficou mais “inteligente”. O sedã passa a contar com opção de sistema de assistência 24 horas OnStar, além de oferecer a segunda geração dos sistema multimídia MyLink, que permite espelhar com smartphones Android e iOS (iPhone).

Já a parte mecânica não sofreu alterações. A versão básica é equipada com motor 1.4 de 102 cv, com uso exclusivo de câmbio manual. Já a versão 1.8, de 108 cv, pode ser combinada com transmissão automática de seis marchas.

A passagem pela clínica estética não foi de graça e o Chevrolet ficou cerca de 5 mil mais caro. Desde a versão de entrada (LT 1.4) que parte dos R$ 52.690 (ante R$ 47.890), o Cobalt conta com ar-condicionado, trio elétrico (vidros, travas e retrovisores elétricos) e direção hidráulica com ajuste de altura.

Completíssimo, na versão Elite 1.8, seu preço salta para R$ 67.990, agrega itens como rodas de liga leve aro 15, revestimento dos bancos em couro, sensores de chuva, crepuscular e estacionamento, câmera de ré, MyLink 2, além do sistema OnStar.

O novo Cobalt tem preço inicial de R$ 52.690, que corresponde a um acréscimo de R$ 4.800 em relação ao antecessor.