Desde 1963 que a Porsche produz o icônico 911. E há 62 anos que a fábrica alemã pisa em ovos para atualizar o modelo sinônimo da marca. Sem substituto, uma vez que seus “irmãos” são coadjuvantes que surfam na fama esportivo, cabe à Porsche ampliar a linha do cupê com derivações de carrocerias (Cabriolet, Speedster e Targa) e com versões que vão do Carrera ao Turbo S, este último que acaba de ser atualizado.

O 911 Turbo S chega para quem não se contenta com que o Turbo “convencional” tem para oferecer. Dependurado na traseira, o motor o motor de seis cilindros boxer (pistões opostos) 3.8 litros, teve sua potência elevada para 580 cv e o torque saltou para absurdos 76,5 mkgf, que permitem levar o esportivo da imobilidade aos 100 km/h em apenas 2,9 segundos e cravar a máxima de 330 km/h.

Trata-se uma das versões mais potentes dos 911, ficando atrás apenas furioso 911 GT2 de 620 cv, que teve sua última versão descontinuada em 2012.

Visualmente o Turbo S pouco se difere dos demais 911. No entanto há elementos exclusivos, como a maior tomada de ar próxima ao para-lamas traseiro, assim como novo desenho da tampa traseira, novos filetes de LED e molduras no para-choques e rodas aro 20 com desenho exclusivo.

Por dentro, o layout segue basicamente inalterado com quadro de instrumentos dividido em três mostradores, ignição à esquerda do volante, que passa a contar com controle de ajuste dinâmico (semelhante ao Manettino da Ferrari) que permite ao motorista escolher entre os modos Normal, Sport, Sport Plus e Individual, em que o motorista define os parâmetros de suspensão, regime do motor, direção, interferência dos sistemas de segurança, dentre outros quesitos.

Seu lançamento oficial será no Salão do Automóvel de Detroit, que abre suas portas na primeira quinzena de janeiro. No entanto seus preços na Europa já estão definidos, partindo de 203 mil euros (R$ 840 mil), na versão cupê e 215 mil (R$ 890 mil) para o conversível.