Não se sabe se é lenda ou fato. Dono de Rolls-Royce novo ligou para a fábrica reclamando de um defeito. Dois dias depois, engenheiro da fábrica pegou um avião na Inglaterra, foi até a casa do cliente, substituiu uma peça e corrigiu rapidamente o problema. O dono do carro enviou dias depois para a fábrica um telegrama (lembram? Existiu este meio de comunicação no passado!) de agradecimento. No dia seguinte, recebeu telegrama de volta da Rolls-Royce dizendo “ignorar qualquer problema ocorrido recentemente no automóvel de propriedade daquele cidadão e com aquela placa...”.

Se você não é o afortunado dono de um Rolls-Royce, prepare-se para enfrentar problemas em qualquer marca de automóvel. Desde um simples Fiat até um sofisticado Mercedes ou Audi, não existe automóvel perfeito. E nem sempre o defeito aparece no período de garantia, o que desobrigaria (discutível, não?) a fábrica de assumir o prejuízo. Algumas se responsabilizam, outras não. Quem paga o pato? Alguns proprietários recorrem à Justiça. Outros, cientes de sua morosidade, entregam os pontos.

A seguir, alguns problemas que incidem com elevada frequência em alguns modelos depois de vencido o período de garantia.

Cascata

Em todos eles, fábricas e concessionárias tem na ponta da língua a desculpa “padrão” de uso indevido, manutenção fora da rede, combustível adulterado, excesso de carga e outros mais. O que pode até ser verdade em alguns casos, mas nunca em todos.