Obras de expoentes como Anish Kapoor, Vik Muniz, Damien Hirst, Cruz Diez, Frans Krajcberg, Di Cavalcanti, Abraham Palatnik, Carybé, Amilcar de Castro, Tomie Ohtake, Nuno Ramos e Leda Catunda, entre muitos outros, estarão sob as vistas do público a partir de hoje, quando, após um coquetel fechado para convidados, nesta sexta-feira (22), o Minascentro abre as portas da primeira feira de galerias de arte a ser realizada na capital mineira, a “ArtBH” – experiências similares, vale dizer, já foram testadas em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. 
 
A iniciativa – que tem por trás o nome do empresário Nilson Farias – tem como recorte a arte moderna e contemporânea e agrega 40 galerias do país, entre as quais, as mineiras: Murilo Castro, Dotart, Lemos de Sá, Celma Albuquerque, Manoel Macedo, Quadrum, Orlando Lemos, Celma Alvim, AM e Beatriz Abi-Acl. “São galerias atuantes, têm um acervo de alta qualidade e valor artístico agregado”, diz Farias.
 
Investimento
 
Leila Gontijo, da Dotart, que há mais de três décadas atua na cidade, entende que a iniciativa ajuda a fortalecer o mercado por facilitar a aquisição de peças por parte de um público que não viaja tanto quanto gostaria – um atrativo para os amantes de arte. 
 
O leitor mais pessimista pode estar se perguntando se o quadro recessivo vigente pode prejudicar o mercado de arte. Ledo engano, asseguram os galeristas, que defendem que a aquisição de uma boa obra é, também, um investimento. 
 
ArtBH – Minascentro (av. Augusto de Lima, 785 – 3593-8006). Neste sábado (23), das 14 às 22h. Neste domingo (24), de 13 às 20h. Segunda e terça, 25 e 26, 14 às 22h.
 
*Colaborou Cássio Amorin