Com a presença do embaixador da Holanda no Brasil, Kees Pieter Rade, e representantes da Anne Frank House de Amsterdã – e, em especial, de Nanette Konig, sobrevivente do Holocausto e amiga de Anne Frank – acontece nesta quinta-feira (3) a cerimônia de abertura da exposição “Brasil e Holanda – Paz e Justiça – Refletindo Sobre o Passado, Construindo um Futuro Melhor”, no Salão Nobre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Haverá apresentação teatral dos alunos da Escola Municipal Anne Frank de Belo Horizonte.

É primeira vez que a montagem ficará exposta em Minas Gerais. Ela poderá ser visitada desta sexta-feira (4) a 31 de maio, mas no salão da Faculdade Dom Hélder Câmara (rua Álvares Maciel, 628, Santa Efigênia). Anne Frank nasceu em 1929, era judia e foi vítima do Holocausto aos 15 anos. Ficou mundialmente conhecida após publicação póstuma de seu diário, no qual escrevia as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição aos judeus.

A exposição reúne 20 painéis com reproduções fotográficas, organizados em três partes. A primeira aborda a história de João Maurício de Nassau e sua influência no Brasil no século 17. Na segunda parte, são expostos fatos históricos da II Guerra Mundial, do holocausto na Europa e a história de Anne Frank, explicitando exemplos de injustiça humana, racismo, preconceito, discriminação, a ausência total dos direitos humanos e as consequências desses atos na vida do homem. Já na terceira estão os painéis relacionados a Haia, conhecida como a Cidade Internacional da Paz e da Justiça.