A apresentadora da Record, Ana Hickmann, revelou a um podcast que está processando o hotel em Belo Horizonte onde foi atacada por um homem armado, que dizia ser fã, em 2016. Na ocasião, a cunhada da artista, Giovana Oliveira, foi baleada, e o agressor morto pelo cunhado de Ana na época, Gustavo Corrêa, que reagiu ao ataque.

Hickmann ainda afirmou que existem três processos correndo em segredo de justiça contra o hotel, “que foi negligente em muitas coisas”.

"O agressor rendeu o Gustavo pouco antes de entrar no nosso quarto, invadiu, fez roleta russa com a gente. Foi uma coisa horrorosa. Foram 20 e poucos minutos de tortura psicológica. Era uma pessoa doente e que precisava de uma ajuda e ninguém percebeu. Se alguém falasse para mim que isso ia acontecer um dia, não ia acreditar”, contou a apresentadora.

Ana ainda falou dos momentos difíceis que a família viveu com as questões judiciais que surgiram após o atentado. Segundo ela, a família foi vítima do ataque, mesmo assim o cunhado foi parar no banco dos réus por ter reagido e matado o agressor.

"Quando o Gustavo sentou lá (no tribunal), ele não sentou sozinho, eu e a Giovana estávamos junto com ele, ali naquele momento, a família toda, e aquilo não era justo. Graças a Deus vencemos e provamos isso, deixamos bem claro o que aconteceu, que foi defesa", contou.

O ataque 

Ana Hickmann estava hospedada em um hotel no Belvedere, na capital mineira, quando um homem armado, identificado como fã da artista, rendeu Gustavo para forçá-lo a entrar no quarto onde a ela e assessora estavam.

O agressor efetuou disparos dentro do quarto e dois tiros atingiram Giovana Oliveira. 

As duas mulheres deixaram o local no momento em que Corrêa entrou em luta corporal contra o atirador, que levou três tiros e acabou morrendo no local. 

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