Vinte e cinco discos. Uma carreira marcada pela diversidade de estilos e linguagens. Criatividade, experimentação, multiplicidade de instrumentos e ritmos. Tudo isso, junto e misturado, transformou o multiartista britânico David Bowie, considerado um "camaleão do rock", em um superastro do século 20. Ele morreu há exatos cincos anos, em 10 de janeiro de 2016, aos 69 anos de idade, vítima de câncer.

O legado musical de Bowie pode ser revisitado para novos olhares e ouvidos. No Brasil, a memória de Bowie inspira obras artísticas, como ocorreu com coreografias do Balé da Cidade de São Paulo. Veja reportagem da Agência Brasil:

 

Relembre alguns sucessos de Bowie:


Lembranças

Esta semana também é tempo de recordar, no campo das artes, da obra do violonista, cantor e compositor Luiz Bonfá, que morreu há 20 anos (em 12 de janeiro), que foi reconhecido mundialmente e produziu 50 discos.  A genialidade do brasileiro Zé Gonzaga (1921-2002) é lembrada no centenário de nascimento celebrado na quinta (15).