Fabrício Carpinejar fala de sexo – mas sem baixarias –, em "Ai Meu Deus, Ai Meu Jesus" (Bertrand Brasil), livro de crônicas que lança nesta terça-feira (18), às 19h30, no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes, com entrada gratuita.

Sim. Carpinejar vem sempre a BH. Praticamente todo ano. Tem muitos amigos aqui. Mas não é por isso que virá falar mais do mesmo. Ao contrário. Sinta o "clima" do lançamento pelos títulos de alguns de seus textos: "O que é fundamental no casamento?", "Por que amo minha mulher?", "Medo de se apaixonar" ou "Aumente sua delicadeza".

"Tentei reverter aquilo que todo mundo acha, que casamento é sinônimo de tédio. Para manter, tem que exercitar, entender", revelou Carpinejar ao Hoje em Dia. O escritor tem 19 livros publicados, é casado há quatro anos, tem dois filhos e diz mais: "Natural e comum o homem que ajuda a despir a mulher. Raro é o que a ajuda a se vestir depois".

Pá de cal em clichês

"Ai Meu Deus" traz cem crônicas que mostram o universo do casamento e jogam pedra em clichês que tentam macular a "sagrada instituição". "Sexo com intimidade é altamente arrebatador. Desejar diferentemente sempre a mesma mulher é bem melhor do que desejar do mesmo jeito mulheres diferentes", diz ele, para quem "liberdade na vida é ter um amor para se perder".


Fabrício Carpinejar – "Sempre um Papo". Nesta terça-feira (18), às 19h30, no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, Centro) Informações: (31) 3261-1501.