O Prêmio BDMG Instrumental realiza, de sexta (23) a domingo (25), a 20ª edição, consolidando-se como uma importante vitrine e fonte de estímulo para músicos e compositores de Minas Gerais.

Em função da chegada da pandemia, a edição 2020 do BDMG Instrumental foi suspensa. Mas agora, ainda em meio ao flagelo que assola o planeta, a premiação volta à cena, ciente de sua importância e de seu papel para o desenvolvimento e o fortalecimento de toda uma cadeia produtiva da música em Minas Gerais.

Na primeira etapa do Prêmio, os 12 músicos finalistas foram selecionados por uma comissão formada pelo compositor e baterista André “Limão” Queiróz, pela pianista e professora Heloísa Feichas e pelo compositor e pianista Túlio Mourão. São eles Abel Borges, Aloizio Horta, Assanhado Quarteto, Daniel Souza, Duo Foz, Dudu Viana, Felipe Continentino, Felipe José, Gustavo Figueiredo, Max Sales, Pedro Gomes e Nô Corrêa.

Neste fim de semana, cada instrumentista vai defender duas composições autorais e um arranjo, como de praxe na história da premiação, em três noites de apresentações restritas, com transmissão ao vivo no canal BDMG Cultural no YouTube, direto do Teatro Sesiminas, seguindo os protocolos de segurança sanitária vigentes de combate à covid-19.

A comissão julgadora da finalíssima, que vai deliberar remotamente o resultado, é formada por Letieres Leite, maestro, compositor, arranjador e saxofonista, que irá presidir o jurí; Andréa Ernest Dias, compositora, arranjadora e flautista; Carlos Calado, jornalista e crítico musical; Débora Gurgel, compositora, arranjadora, pianista e flautista; Fabiano Fonseca, jornalista do jornal O Tempo; Fernando Oliveira Viana, técnico da área de música da Gerência de Ação Cultural do SESC SP; Hamilton de Holanda, compositor, arranjador e bandolinista; Mariana Peixoto, jornalista do jornal Estado de Minas; Paulo Henrique Silva, jornalista do jornal Hoje em Dia; e Renata Celano, programadora de música do SESC Consolação.

O prêmio recebeu dezenas de inscrições, vai contemplar os quatro vencedores com o valor de R$ 12 mil. Também serão escolhidos, como nas edições anteriores da premiação, os dois melhores instrumentistas, dentre todos os músicos participantes. Ganhador do Prêmio Marco Antônio Araújo, com o álbum Hangout, o pianista, compositor e arranjador Deangelo Silva fará um pocket show na noite da finalíssima, no próximo domingo, 25 de julho.

Lançado em 2020, “Hangout” é o segundo trabalho instrumental de Deangelo. O álbum foi gravado com os músicos Antonio Loureiro (bateria), Felipe Vilas Boas (guitarras) e Frederico Heliodoro (contrabaixo). A capa do trabalho foi assinada por Roger Matos. O álbum Hangout também foi lançado no Japão pelo selo Disc Union Records. Em 2017, o Deangelo conquistou o Prêmio BDMG Instrumental e foi eleito como instrumentista do ano, além de conquistar o título de melhor arranjo da edição.

Programação completa

23 de julho (sexta), a partir das 20h

Assanhado Quarteto (bateria, vibrafone, contrabaixo, violão de 7 cordas e cavaquinho)

Nô Corrêa (contrabaixo)

Gustavo Figueiredo (piano)

Pedro Gomes (contrabaixo)

Duo Foz (vibrafone e guitarra)

Aloizio Horta (contrabaixo)

 

24 de julho (sábado), a partir das 18h

Daniel Souza (guitarra)

Abel Borges (percussão)

Felipe Continentino (bateria)

Dudu Viana (piano)

Felipe José (violão)

Max Sales (viola caipira)

 

25 de julho (domingo), a partir das 18h

Apresentação dos seis finalistas
Pocket show de Deangelo Silva, vencedor do Prêmio Marco Antônio Araújo 2021, com o álbum Hangout

Premiação dos vencedores do 20º Prêmio BDMG Instrumental