O pianista Rafael Martini foi o grande destaque da 19ª edição do Prêmio BDMG Instrumental, realizado no fim de semana, no Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte.

Além de ser um dos quatro finalistas, com Lucas Telles, Marcus Abjaud e Marcela Nunes, ele ganhou como melhor arranjador, com a música "Meditação", de Tom Jobim e Newton Mendonça.

É a terceira vez que Martini aparece entre os finalistas, repetindo o feito de 2004 e 2012. O pianista Abjaud também já foi premiado, em 2014, assim como o Telles, vencedor em 2013.

A flautista Marcela Nunes também já teve o gostinho da ser finalista, ao integrar o grupo de Luísa Mitre, vencedora da edição de 2018. Ela foi a única mulher entre os 12 selecionados deste ano.

Principal prêmio da música instrumental em Minas Gerais e um dos mais importantes do Brasil, o concurso dará premiação em dinheiro (R$ 12 mil), além de promover apresentações em Belo Horizonte e em São Paulo.

Os outros dois finalistas Caetano Brasil e Grupo e PC Guimarães levarão para casa R$ 5 mil. O primeiro, que é clarinetista, também se destacou como melhor instrumentista, junto com o baterista Felipe Continentino, com cada um recebendo R$ 3 mil.

A pianista Luísa Mitre foi a vencedora do Prêmio Marco Antônio Araújo de melhor CD instrumental, autoral e independente, produzido entre janeiro e dezembro de 2018.