Vigésimo-primeiro longa-metragem da Pixar, a quarta aventura dos brinquedos falantes de “Toy Story” faz uma grande homenagens aos antecessores, com citações a cada um deles.

Cartaz a partir de hoje nos cinemas, o filme, que deverá ser o último da franquia iniciada em 1995, tem várias imagens que retratam a história de sucesso da produtora na animação digital.

Absorvida pela Disney em 2006, a Pixar realizou filmes que se tornaram icônicos, gerando bilhões de dólares em merchandising, como “Carros”, “Os Incríveis” e “Procurando Nemo”.

As primeiras referências em “Toy Story”, dirigido por John Cooley, estão numa cena passada num antiquário. Para preencher os dez mil itens, vários personagens e objetos surgem nas prateleiras da loja.

Nem tudo, porém, é nostalgia no filme, que apresenta personagens novos que certamente ganharão a simpatia da criançada. O principal deles é Garfinho, um dos protagonistas ao lado do caubói Woody.

Os brinquedos, doados por Andy à pequena Bonnie no filme anterior, conhecem Garfinho e o dilema dele: como originalmente não era um brinquedo, mas sim talher, se sente diferente dos demais.

Outra boa notícia é que, de acordo com a revisão dos personagens femininos nas sagas, a pastora de ovelhas Betty agora surge como uma mulher independente.

Para 2020, a Pixar já prepara dois novos longas: “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, de Dan Scanlon, e “Soul”, de Pete Docter.