Com o fim das gravações da segunda temporada de "Narcos", que chega à Netflix nesta sexta (2), Wagner Moura já definiu seu próximo passo da carreira. Ele pretende dirigir um longa-metragem sobre o guerrilheiro comunista Carlos Marighella. "É para ser xingado ainda mais", diz o ator de forma bem-humorada à revista "GQ", da qual é capa da edição do mês de setembro.

Contrário ao impeachment de Dilma Rousseff, ele usou as redes sociais diversas vezes para se manifestar a favor da continuidade do governo da petista, sendo criticado por alguns usuários. O ator também revelou ter sido convidado para atuar no remake de "Sete Homens e Um Destino", junto com Denzel Washington, mas acabou recusando devido aos compromissos com "Narcos". "Conversei com o diretor, Antoine Fuqua, e acertei tudo, mas percebi que tinha aceitado naquelas de 'não posso recusar', e meu coração dizia que não ia aguentar. Se o filme atrasasse ia ser um problema com a Netflix", explicou.

Um dos problemas para ele seria ter que emagrecer para participar do longa hollywoodiano após ter engordado mais de 20 kg para interpretar Pablo Escobar. "Eu me esforcei muito para engordar, porque meu corpo é magro. Então, comi tudo que não prestava e era bom... Pizza, sorvete, cerveja, vinho, sobremesa todo dia. Você não ia me reconhecer dois meses atrás", disse.

Moura, agora, já emagreceu 13 quilos. "Foram dois meses sem beber, fumar, comer carne e derivados de leite", explicou o ator, que ainda pretende perder mais sete.

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