“É uma luta constante, você entra no ônibus, sai o gol do Athletico-PR (de empate contra o Ceará), e você vibra. Aí chega aqui (em São Januário, ante o Vasco) e sofre um gol. Isso é o futebol”. O comentário de Adilson Batista, depois de um revés logo no primeiro jogo de seu retorno ao Cruzeiro, ilustra – em parte – o sentimento do torcedor celeste, que ainda reunia esperanças de ver o time se livrar do rebaixamento.

Na verdade, essa esperança ainda existe, embora seja remota. Mas o próprio comandante se agarra nela para tentar evitar o primeiro descenso da história da Raposa.

“Precisamos acreditar. Temos exemplos disso no mundo todo. É tentar levar até a última partida contra o Palmeiras, como aconteceu em 1994, com Toninho Cerezo, e em 2011, com o 6 a 1”, afirmou.

Cruzeiro

O próximo embate será diante do Grêmio, na Arena do Grêmio, em que um triunfo se faz obrigatório na luta desesperada contra a degola.  

“Minha intenção era levar para o Mineirão (a decisão da vaga na Série A) contra o Palmeiras (dia 8), porque aí o torcedor iria fazer o gol. E continua sendo essa a intenção. Sei das dificuldades de se jogar lá contra o Grêmio, mas precisamos manter o foco e concentração. Claro que o emocional também pesa, e isso tem que ser observado”, opinou.