Cruzeiro, arthur caíke

Novo atacante do Cruzeiro, Arthur Caíke chegou fazendo elogios ao clube. Contratado por empréstimo junto ao Al Shabab, da Arábia Saudita, o avante não poupou palavras de impacto para falar da Raposa em sua chegada. 

"Um gigante no futebol que vive um momento hoje, vamos dizer que diferente dos demais que estão na Série A, porém é um time com bom elenco, com grandes jogadores. Todos que passaram por aqui, falaram muito bem do clube. Portanto, na hora de aceitar aqui, não tive nem que pensar com minha família. Hoje, não tenho meu pai, mas tem minha mãe que acompanha muito e todos ficaram muito felizes de eu ter vindo pra cá, de ter aceitado essa proposta e iniciado um novo desafio. Se Deus quiser vai dar tudo certo", disse.

Se mostrando feliz pelo acerto com o Cruzeiro, Arthur Caíke afirmou que chega a um dos clubes mais vecedores do Brasil, e ao maior vencedor em Minas Gerais.

“Quando surgiu a primeira conversa com o empresário sobre a possibilidade de vir jogar no Cruzeiro, já fiquei muito feliz em poder vestir essa camisa, de um dos maiores vencedores do Brasil, e o maior vencedor aqui de Minas. Pela história que tem o Cruzeiro, estou muito feliz por vestir essa camisa”, explicou.

Aprimorando seu aproveitamento em cobranças de falta o atacante pode ser uma "arma específica" do técnico Enderson Moreira, que conhece bem Arthur Caíke. Os dois trabalharam juntos no Bahia. 

"Passei a treinar mais em 2015, quando estive jogando a Série B pelo Atlético Goianiense e lá acabei conseguindo fazer um gol de falta. Depois, nos outros clubes que passei, sempre mantive um treinamento constante depois dos treinos e fui aperfeiçoando. Acho que existe o dom, mas com os treinamentos a gente vai melhorando a cada vez mais", comentou.

O jogador, apresentado na última quinta-feira em vídeo publicado no canal oficial do Cruzeiro, disse que enquanto aguardava a resolução de seu contrato com o clube trabalhou com um personal trainer. 

“Quando acabou meu contrato com o Bahia, fiquei treinando por 15 dias com um personal nessa parte de fortalecimento e trabalhos específicos que fazia no clube. Quando fui para Curitiba, onde moro, procurei um profissional para trabalhar a parte de força. Até conversei com o Edy (Carlos, preparador físico) e o próprio Enderson. Essa parte de força eu trabalhei bastante. A gente tem a ansiedade de querer jogar, mas precisamos nos preparar bem para evitar qualquer tipo de lesão. Não quero arriscar ir para uma partida e ficar de fora por um, dois ou três meses", ponderou.