O diretor de futebol do Atlético, Rui Costa, definiu como pífia a atuação do árbitro Leandro Bizzio, após o empate de 1 a 1 diante do Cruzeiro, resultado que deu o título estadual para o Cruzeiro. Para o dirigiente, o juiz não teve "coragem para tomar as decisões" numa partida que foi apitada, na verdade, por Leandro Vuaden, o árbitro responsável pelo VAR.

"Ele (Bizzio) foi apenas um homologador de decisões do Vuaden", assinalou Costa, que reclamou principalmente de um lance de possível pênalti para o Atlético em que Bizzio não pediu auxílio ao VAR para revisar, dando prosseguimento ao jogo. "Toda hora era (mão no) ouvido para tomar decisão. Mas neste lance de carga de Dedé em Chará, ele não quis parar", salientou.

"Nós tivemos uma final em que o protagonista, acima de qualquer outra coisa, foi o VAR. De novo, utlilizado de forma equivocada, e sempre contra o Atlético. Pelo  o que nós vimos, a arbitragem foi terceirizada", criticou o diretor. Para ele, os 180 minutos da decisão foram marcados por erros de graves de protocolo.

"O protocolo foi rasgado. Mudaram a decisão e talvez o titulo não estaria sendo comemorado por nosso adversário. Há uma grande mobilização no clube para os atletas serem orientados sobre o VAR e o árbitro não sabe como usar?", indaga Costa, lembrando que, no lance do pênalti para o Cruzeiro, Bizzio teria marcado escanteio se não fosse a interferência do VAR.

"Só queríamos o bom senso de, numa final de campeonato, ele ter ido revisar o lance. Essa é a pergunta que não quer se calar", lamentou.