O futebol chinês chegou com tudo ao mercado brasileiro, desmontou o atual campeão nacional Corinthians e já desfalcou vários outros times em 2016. As justificativas são sempre as mesmas: propostas financeiramente irrecusáveis.

Sincero, o meia Giovanni Augusto, do Atlético, reconhece que seria difícil resistir a uma oferta como as que tiraram Jadson e Renato Augusto do Timão.

"Com certeza, se vier uma boa proposta do futebol chinês, desde que seja boa para o clube e para mim, acho que não vejo problema nenhum em um dia poder ir jogar lá", declarou.

O jogador ressaltou, no entanto, que não foi procurado por nenhum clube do país. Titular absoluto em 2015, ele tem contrato com o Galo até maio de 2018, mas chegou a ser especulado em clubes como o Sporting Lisboa.

"Hoje em dia, a China é um dos mercados mais fortes do mundo. Quando se trata de dinheiro, é sempre complicado, porque mexe bastante com a gente. Quanto mais cedo fizer o 'pé de meia' e se estabilizar na vida, melhor", admitiu.

Para não ser mal interpretado, Giovanni garantiu o foco total no Atlético. "Em relação ao ano passado, eu terminei muito bem, feliz. Mas ano novo, vida nova. Esse ano, eu tenho que provar mais uma vez que mereço ser titular, e tenho certeza que isso só vai depender de mim", ponderou.