O Atlético traçou um planejamento para o segundo tempo, que foi por água abaixo quando Dátolo deixou de correr atrás de uma bola lançada por Luan, colocou a mão na coxa e se retirou do gramado. Com a lesão do armador, a ofensividade do Galo deu lugar à retranca diante de uma grande pressão do Colo-Colo. Para os atletas mineiros, a saída do argentino foi o fiel da balança. De qualquer forma, o 0 a 0 foi bem-vindo no time brasileiro.

Sem Dátolo, o técnico Diego Aguirre foi obrigado a formar um sistema tático com três volantes, com a entrada de Junior Urso. Assim, a criatividade da equipe foi comprometida.

"Difícil, sabíamos que ia ser duro, equipe qualificada, toca muito a bola. Perdemos nossos meias, Dátolo machucou e pedermos no toque de bola, viradas de jogo. Ms o empate nao é ruim e iremos decidir em casa", disse o volante Leandro Donizete.

"Dátolo era o cara que estava organizando o time, entrou bem, no momento que se cotundiu, teve que colocar três volantes e o jogo dificultou para nós", completou Rafael Carioca.

Mas o Galo segue líder do grupo 5 da Libertadores, com sete pontos. Com mais três jogos a fazer, sendo dois deles em casa, o clube pode chegar aos 14 pontos e até brigar pelo primeiro lugar geral.

"Nosso objetivo era somar pontos, se tratando de jogar fora de casa. Agora é fazer o dever de casa para ficar com um pé na classificação", completou Carioca.

Para o goleiro Victor, a pressão do Colo-Colo foi inevitável. O jeito foi organizar a equipe lá atrás e sofrer um "sufoco organizado".

"É normal, equipe do Colo Colo tentou pressionar. Ficamos sem posso de bola, pressionaram nossa saida, mas nao foram efetivos no ataque. Foi uma pressão organizada, taticamente inmepdiu que eles chagassem a nossa meta", disse o camisa 1.