Aquela que já foi um trunfo alvinegro num passado recente, atualmente está em "má fase". Desde o fim da Copa América, o Atlético não obteve muito êxito em bolas aéreas ofensivas. Das dez partidas realizadas pelo time nesse período (seis vitórias, dois empates e duas derrotas), foram 13 gols, sendo que apenas um foi originado desse tipo de jogada – o primeiro dos 2 a 0 sobre o Cruzeiro, pela volta das quartas de final da Copa do Brasil: Patric levantou na área, Fábio Santos ajeitou de cabeça, e Cazares completou para as redes.

Houve ainda um tento de cabeça, de Nathan, em outro 2 a 0 em cima do arquirrival, dessa vez pelo Brasileirão, mas o lance não se deu por meio de uma bola aérea. Na verdade, o meia completou uma jogada que desviou em Robinho e sobrou para ele finalizar dessa forma.

Defesa

Por outro lado, o Galo não tem sofrido com bolas alçadas em sua área. Apenas duas vezes o time levou gol dessa forma desde o fim da Copa América: na vitória por 2 a 1 sobre a Chapecoense e no empate em 2 a 2 com o Fortaleza, ambos duelos válidos pela Série A. Diante da Chape, a dupla de zaga foi composta pelos reservas Leo Silva e Maidana.

Muito desse bom desempenho defensivo se deve, obviamente, a Igor Rabello e Réver, que serão titulares no confronto da noite desta terça-feira (20), ante o La Equidad, da Colômbia, no Independência, pela ida das quartas de final da Copa Sul-Americana.

Ofensivamente, eles esperam dar fim a seus respectivos jejuns. Réver não marca um gol pelo Atlético desde o dia 17 de março, quando balançou as redes do América, uma vez, no triunfo por 3 a 2, pelo Mineiro. Já Rabello ainda não anotou um tento sequer com a camisa alvinegra. Quem sabe não chegou a hora dele?