Pouco mais de dois meses após conquistar tricampeonato consecutivo da Superliga e quarto título nacional, fechando pela segunda vez na história uma temporada perfeita, os jogadores do Sada/Cruzeiro que não fazem parte da seleção brasileira seja adulta ou sub-23, voltaram a rotina no clube do Barro Preto, na manhã desta quarta-feira (15).

Ao contrário das temporadas anteriores quando o time começava a pré-temporada com poquíssimos jogadores, este ano a equipe se reapresentou com oito atletas que inclusive já fizeram os primeiros trabalhos físicos no clube. São eles: os ponteiros Leal, Filipe e Kadu, os centrais Pedrão e Éder Levi, os líberos Serginho e Wanderson, e o oposto Alan.

“É bom voltar a trabalhar depois de muito tempo. Tem algo que eu sempre falo com os mais jovens: quando a gente fica muito tempo de férias e sente saudade, isso é a maior prova de que realmente gostamos do que fazemos”, disse Serginho.

Grande contratação do time para a temporada o meio de rede cubano Robertlandy Simón era esperado para se reapresentar nesta quarta, mas burocracias no processo de retirada do visto de trabalho no Brasil, fez com que o jogador siga em Cuba nos próximos dias. A direção do clube informou que espera que o jogador integre o elenco celeste no máximo até a próxima quarta-feira (22).

Sada/Cruzeiro se reapresenta e já treina para a temporada 2016/17


“Este será o primeiro ano que teremos um contingente grande para iniciar o trabalho. Além dos oito que já estão aqui, na próxima semana o Simón também chega, e em duas semanas os atletas que estão na seleção sub-23 também retornam. Isso é bom, pois já dá para intensificar o trabalho desde a pré-temporada”, comemora o técnico argentino Marcelo Mendez.

Apesar de estar apenas no começo da pré-temporada os jogadores sabem que tem muito trabalho a ser feito até o início da primeira competição, em setembro com a disputa do Campeonato Mineiro.

“Como sempre nossa expectativa é ser campeão de tudo que disputarmos. Nunca entramos em uma competição sem esse objetivo. Por isso, não existe uma pressão maior que a que nós mesmos temos. Acho que esse é o grande segredo deste grupo”, conclui Serginho.