Aproximar-se dos torcedores, amantes do voleibol, é a principal missão da gestão do Vôlei Brasil. Para alcançar o objetivo, o mineiro Wilson Vespasiano assumiu neste mês a Ouvidoria da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), com vínculo até março de 2019.

Acostumado a respirar um dos esportes mais praticados no país, o novo ouvidor sabe que tem uma importante tarefa no desenvolvimento do voleibol. 

“Esta é uma excelente oportunidade profissional, e vou dar sequência ao trabalho desenvolvido pelo meu antecessor, Flávio Pequeno. Hoje a ouvidoria do Vôlei Brasil já está consolidada, e a hora é de buscar novos desafios”, comentou Wilson, que já atuou como ouvidor da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb). 

Como é de praxe na ouvidoria, o titular da função deve ser substituído periodicamente. No Vôlei Brasil, essa troca acontece a cada dois anos. Assim, Flávio Pequeno, que iniciou o trabalho na CBV, dá lugar ao novo ouvidor, que propõe ir a campo ouvir o público nas arquibancadas.

“Quero aproveitar minha experiência de atendimento direto ao público em eventos para ouvir literalmente as pessoas, e colher impressões in loco. Este diálogo sempre traz resultados e terei um termômetro mais apurado”, explicou Wilson, que nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e na Copa do Mundo de futebol de 2014 trabalhou no serviço de atendimento ao espectador. 

Wilson Vespasiano é certificado em Ouvidoria pela Associação Brasileira de Ouvidores (ABO – Seção Santa Catarina) e formado em Ciências Contábeis, com especialização em Administração e Marketing Esportivo. 

A ouvidoria foi implantada na CBV em 2015, e hoje conta com um sistema informatizado que confere mais agilidade ao atendimento ao público, com participação das diversas unidades da entidade na elaboração das respostas às manifestações. Em 2016, foram 190 as manifestações registradas, todas respondidas e atendidas.

*Com CBV