O clube mais marcante da trajetória do Atlético na Copa Libertadores é sem dúvida o Olimpia, do Paraguai, adversário na decisão da campanha vitoriosa de 2013. Mas o maior rival olimpista também tem um papel importante nesta história, pois o Cerro Porteño passará a ser nesta terça-feira (4) o time estrangeiro que o Galo mais enfrentou na competição.

O Ciclón já tinha uma marca, pois em 1º de março de 1972 foi o primeiro clube de outro país que o Atlético teve como adversário numa partida internacional oficial.
O jogo foi disputado no Mineirão, terminou empatado por 1 x 1 e foi válido pela Copa Libertadores, que o Galo jogava pela primeira vez por ter sido campeão brasileiro em 1971.

Atlético Cerro Porteno 2019 Libertadores

O Atlético estreou na fase de grupos em 2019 perdendo para o Cerro Porteño, no Mineirão, por 1 a 0

Antes, a equipe comandada por Telê Santana tinha estreado no torneio, em 30 de janeiro, empatando por 2 a 2 com o São Paulo, também no Gigante da Pampulha.

Paraguaios

Fora o Brasil, os clubes do Paraguai são os que o Atlético mais enfrentou na Libertadores. Foram 16 jogos, sendo seis contra o Olimpia e outros seis contra o Cerro Porteño, que será adversário alvinegro nesta terça-feira pela sétima vez.

Em toda a história do Galo na competição, iniciada em 1972, o clube mais enfrentado é o São Paulo, com dez partidas.

Entre os estrangeiros, o líder deste ranking passa a ser o Cerro Porteño, com sete jogos a partir desta terça-feira.

Curiosamente, eles são os dois primeiros adversários do Atlético na Copa Libertadores. Na edição de estreia do clube, em 1972, o Galo iniciou sua trajetória contra o São Paulo, em 30 de janeiro, e na segunda rodada do Grupo 3, em 1º de março, encarou o Cerro Porteño. As duas partidas foram disputadas no Mineirão.

Escrita

O Atlético nunca venceu o Cerro Porteño, no Mineirão, em jogos pela Libertadores, sendo todos pela fase de grupos. Em 1972, os dois clubes empataram por 1 a 1 e, em 1981, por 2 a 2. Na edição de 2019, o Cerro venceu por 1 a 0.

O resultado mais sofrido do Galo diante do Ciclón, no Gigante da Pampulha, foi o 2 a 2, em 1981, pois se o Atlético vence aquele jogo não seria necessária a partida desempate com o Flamengo, no Serra Dourada.