Em reunião no Rio de Janeiro para definir o Regulamento Específico do Campeonato Brasileiro da Série A, a CBF teve decisões em diretrizes apresentadas aos 20 clubes da elite do futebol nacional. A principal delas, implantação do VAR nos 380 jogos, foi unanimamente aprovada. O árbitro de vídeo auxiliará a arbitragem num custo quase que total assumido pela entidade.

Atlético e Cruzeiro foram favoráveis à questão, ao contrário de 2018, quando votaram contra o modelo proposto pela CBF: cada time mandante teria que desembolsar R$ 1 milhão pelo VAR, num custo total de R$ 20 milhões. 

Entretanto, os rivais tiveram posicionamento distintos em outra questão proposta pela CBF. A entidade brasileira queria que os clubes aceitassem a regra de que seria permitido apenas uma troca de treinadores por equipe, nas 38 rodadas. O Galo aceitou o lado da CBF, mas o Cruzeiro, segundo informações do repórter Wellington Campos, da Itatiaia, foi contra, assim como a maioria dos clubes.

Outra decisão foi que somente 45 jogadores poderão ser inscritos pelos times, sendo que a CBF queria limitar a 40. A inscrição de jogadores da base é ilimitada. A regra dos sete jogos que impedem um jogar de atuar no torneio por outra agremiação segue vigente.