O dia 24 de julho ficou eternizado na memória dos atleticanos e, com certeza, se tornou a data da conquista mais importante do clube. Há exatos sete anos, o alvinegro entrava em campo, contra o Olímpia-PAR, e buscava a inédita Copa Libertadores. Para isso, precisava inverter a vantagem dos paraguaios, vencedores do jogo de ida, por 2 a 0. O fim desta história, aliás, não é segredo para ninguém.

Curiosamente, foi no mesmo mês, mas dois anos depois e num 4 de julho, que o técnico Jorge Sampaoli, atual comandante do Galo, proporcionou alegria semelhante a um país inteiro. No comando do Chile, ele derrotou a Argentina (seu país de origem) na final da Copa América e deu aos anfitriões daquela edição de 2015, o primeiro caneco no torneio de seleções.

Na ocasião, inclusive, a grande final, assim como Atlético x Olímpia, também fora decidida nas cobranças de pênaltis. Mais uma coincidência para a dupla.

Agora, juntos, Atlético e Sampaoli tentam recolocar o Atlético no caminho das grandes conquistas e, quem sabe, também juntos, conquistarem o bicampeonato da competição mais importante da América do Sul. Tendo apenas o Campeonato Brasileiro para chegar à Libertadores 2021, o alvinegro precisará mostrar dentro de campo a mesma força que aparenta ter no papel. 

Clube que mais reforçou durante a pandemia do novo coronavírus, o Galo é visto como um dos favoritos da Série A. No próximo dia 9, a equipe vai ao Rio de Janeiro, onde fará a estreia na competição mais importante do país. O adversário? Nada mais nada menos que o Flamengo, atual campeão brasileiro e também da tão sonhada Libertadores.