O futebol mostrado por Atlético e Cruzeiro é motivo de críticas e cobranças dos torcedores. O Galo passará o segundo ano consecutivo sem título e ainda briga contra o rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Já a Raposa vive uma das piores fases de sua história e está na zona da degola faltando quatro rodadas para terminar a competição nacional. 

A realidade é bem diferente de cinco anos atrás. No dia 26 de novembro de 2014, Atlético e Cruzeiro decidiram a Copa do Brasil em um momento emblemático e histórico para o futebol mineiro. 

O Galo derrotou Raposa, no Mineirão, com gol de Diego Tardelli, no fim da etapa inicial, e levou a competição pela primeira vez. Na partida de ida, no Independência, o time alvinegro já havia vencido por 2 a 0. 

Atlético


No mesmo ano, o Atlético celebrou o título da Recopa Sul-Americana sobre o Lanús, da Argentina. Já o Cruzeiro comemorou o bi do Campeonato Brasileiro. 

O 2014 foi, de fato, um ano mágico para o futebol mineiro e contrasta com o cenário atual. “Buscar a reabilitação na próxima rodada” virou rotina para a dupla em 2019. Nesta quarta-feira (27), às 21h, na Arena Fonte Nova, o Atlético enfrentará o Bahia para vencer e tentar rechaçar qualquer possibilidade de rebaixamento. O Cruzeiro tem mais um jogo de vida ou morte contra o CSA, quinta-feira (28), no Mineirão. 

FICHA TÉCNICA 

CRUZEIRO 0 X 1 ATLÉTICO

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 26 de novembro de 2014, quarta-feira
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Asp. Fifa/SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa/SP) e Emerson Augusto de Carvalho (Fifa/SP)
Cartões amarelos: Willian, Egídio (Cruzeiro). Rafael Carioca, Luan, Maicosuel, Leonardo Silva, Dátolo (Atlético-MG)
Cartão vermelho: Leandro Donizete (Atlético-MG)
Gol: Tardelli, aos 47 minutos do primeiro tempo

CRUZEIRO:
Fábio; Ceará (Júlio Baptista), Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Henrique (Willian Farias), Nilton, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto) e Marcelo Moreno
Técnico: Marcelo Oliveira

ATLÉTICO:
Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca (Pierre), Dátolo e Luan (Maicosuel); Diego Tardelli (Eduardo) e Carlos

Técnico: Levir Culpi