Sem dúvida alguma a vitória sobre o líder Santos, na estreia de Rogério Ceni no comando técnico do Cruzeiro, reascendeu a esperança de jogadores e torcedores da Raposa. Após o cartão de visitas, o time volta suas atenções para o duelo com o CSA, neste domingo (25), às 19h, no Rei Pelé, pela 16ª rodada do Brasileirão. O objetivo: a vitória. Se possível, sem levar gols, para, gradativamente, deixar para trás o rótulo de "uma das piores defesas do campeonato".

Atualmente, a equipe estrelada é a quarta retaguarda mais vazada da competição, com 22 gols sofridos. Nesse sentido, aparece à frente apenas de Goiás (24 gols sofridos), Fluminense (25) e Chapecoense (27).

Para que o time volte a ser conhecido por sua defesa sólida, como se deu em parte do primeiro semestre deste ano, e ainda assim se manter agressiva dentro de campo, Rogério Ceni tenta fazer valer aquele velho clichê de que “a melhor defesa é o ataque”.  

“Muita coisa não estava dando certo. Contra o Inter (pelo Brasileiro), a gente tomou três gols, todos por rebote. Uma coisa que o Rogério pediu foi fechar bem a linha em contra-ataque do adversário. Fizemos isso bem contra o Santos. Temos tudo para ir bem na defesa e no ataque”, enfatizou o zagueiro Fabrício Bruno, provável titular neste domingo.

Outro que tende a começar jogando a próxima partida, o lateral-esquerdo Dodô ressalta que o time precisa manter essa estratégia diante do CSA.

“Nosso momento no Brasileiro é delicado. Temos dois jogos importantes antes do confronto pela Copa do Brasil (referindo-se ao duelo de volta das semifinais do torneio mata-mata, contra o Inter, no Beira-Rio, no dia 4 de setembro). Queremos vencer esses jogos. Temos condições de dar uma respirada na tabela”, disse.

Com 14 pontos, o Cruzeiro aparece em 16º lugar, enquanto o CSA, com 11, ocupa a penúltima colocação na tabela de classificação.