Desde essa quinta-feira (1), Cruzeiro e Cacá, revelado pelos celestes e hoje zagueiro do Tokushima Vortis, do Japão, vem travando uma batalha por meio das redes sociais e que poderá chegar aos tribunais. Pelo menos é o que o jogador deu a entender.

Depois de afirmar que abriu mão de um terço dos direitos econômicos aos quais tinha direito e aceitar redução salarial de 25% durante a pandemia, o defensor revelou que a Raposa não cumpriu com um acordo firmado em fevereiro.

"Ainda ouvi que se eu quiser receber, devo entrar na Justiça. Cheguei a ficar quatro meses sem receber e podia ter saído através da Justiça, livre, tendo total direito em qualquer negociação, mas dei meu respeito pelo Cruzeiro", escreveu o atleta.

Um dos motivos dessa briga é a venda para o Vortis. Cacá teria direito a 10% do valor da venda (a transação total foi de R$ 11 milhões), ou seja, R$ 1,1 milhão. Segundo ele, os azuis não acertaram esse pagamento.

O Cruzeiro, por sua vez, rebateu o atleta, emitindo uma nota no site e em suas redes. “O Cruzeiro esclarece que, no dia 17 de fevereiro de 2021, acertou parte considerável dos atrasados que eram de direito do atleta, na ordem de R$ 205.993,00. O clube também informa que, após a venda concretizada, no mês de março, repassou a Cacá e seu staff, com ciência de seu agente Leonardo, a quantia de US$ 70 mil (R$ 385.630,00 na conversão para Real), referentes à sua porcentagem na negociação. O pagamento foi efetuado no dia 23 de março de 2021”, disse.

Imbróglio da vez

Nesta sexta-feira (2), porém, Cacá foi às redes novamente, agora para desmentir o clube celeste, publicando trecho do acordo no qual, segundo ele, não foi cumprido pelo Cruzeiro. Confira abaixo.