O Cruzeiro busca, neste domingo, às 19h, no Mineirão, além de certo alívio na tabela do Brasileirão, a quebra de um tabu contra o Vasco. O time não vence o adversário carioca no Gigante da Pampulha desde 2013. Desde então, foram quatro confrontos na capital, com três empates e uma derrota. 

O zagueiro Dedé, ex-vascaíno e que chegou ao Cruzeiro justamente em 2013 - a transferência mais cara realizada pelo clube mineiro até então (R$ 14 milhões) - é um dos quatro únicos do atual elenco celeste que estiveram em campo no referido triunfo, exatamente em um 1º de setembro, há seis anos.

Além dele, naquele 5 a 3 emocionante que ajudou bastante na vitoriosa campanha pelo título brasileiro daquele ano, só atuaram como titulares, entre os atletas que continuam na Toca II, o goleiro Fábio, o lateral Egídio e e o meia Henrique.

Para vencer a escrita contra o ex-clube, nesta partida da 17ª derrota do Brasileirão, Dedé, que pode reassumir o posto na zaga após ser poupado no empate por 1 a 1 com o CSA, aposta na evolução do time sob o comando de Rogerio Ceni.

"Já começamos bem nesse período com o Rogério. Um time que tinha vencido só um jogo em 17, com duas partidas já somou quatro pontos", disse. "Pela nossa situação e pelo que vínhamos fazendo, acho que a caminhada está sendo boa e importante. É manter a seriedade, o foco e a autoestima, porque começamos a tarefa um pouco melhor do que estávamos fazendo", acrescentou.

O jogador adverte, contudo, para perigos que a equipe treinada por Vanderlei Luxemburgo, que vem em uma curva ascedente no campeonato, pode representar. “Pelos jogos que a gente viu e a forma que nos foi passada, percebemos que é um time de contra-ataque rápido, com jogadores leves na frente. É um time bem difícil de se enfrentar, pois sabe se fechar muito bem. Mas eles também têm seus pontos vulneráveis que vamos tentar explorar”, analisou o zagueiro.