Em 2013, Cuca comandou o Atlético rumo ao inédito título da Copa Libertadores. Oito anos depois, tenta repetir a dose. E começa a emplacar mais alguns feitos. Nesta terça-feira (25), ele se isolou como treinador que mais vezes dirigiu o Galo no torneio, com 18 partidas, ultrapassando Levir Culpi, com 17.

Mas, como o comandante alvinegro está ciente, ainda há muito pela frente. E já nas oitavas de final pode vir uma pedreira. Por isso, conquistar o primeiro lugar geral da Libertadores – assim como foi em 2013 –, se torna uma pequena vantagem.

“Tem River, São Paulo, outros que podem se classificar em segundo. Isso é uma pequena vantagem que temos, de trazer o segundo jogo para casa. Para isso, fizemos uma primeira etapa muito boa, tivemos um empate no primeiro duelo e depois cinco vitórias, o que nos deixou em primeiro na classificação geral. Uma pequena vantagem, mas é uma vantagem, e às vezes faz a diferença”, afirma.

Indagado sobre a fórmula para o sucesso na etapa de grupos, o treinador aponta o equilíbrio como fundamental nesta caminhada. 

“Geralmente, temos muitas oportunidades de gol. São jogos diferentes. Mas no geral, temos mais posse de bola que o adversário, mais conclusões que o adversário e não temos tomado tantos gols”, diz.

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