Da irregularidade com Dudamel, passando pela vitória no clássico contra o Cruzeiro, tendo James Freitas como interino, até uma campanha quase que irretocável com Sampaoli. A trajetória no Mineiro reservou altos e baixos ao Galo na primeira fase. Mas, no mata-mata, o melhor elenco falou mais alto. Resultado: o alvinegro abocanhou sua 45ª taça de campeão estadual.

Com o treinador venezuelano, o Atlético obteve 57,14% dos pontos que disputou. Em sete partidas, venceu três, empatou três e perdeu uma. Após a demissão de Dudamel – que, além da campanha ruim no torneio, foi eliminado na Sul-Americana e na Copa do Brasil –, o Galo contratou Sampaoli.

Antes da estreia do argentino, o alvinegro, comandado interinamente por James Freitas, superou o Cruzeiro, por 2 a 1, no Mineirão, com um gol de Otero no apagar das luzes.

Depois disso, o Galo teve 90,47% com Sampaoli, que só não teve 100% por conta do empate em 1 a 1 com o América na décima rodada. Classificado em terceiro lugar, o Atlético venceu o Coelho duas vezes nas semifinais e fez uma dobradinha também em cima do Tombense, na decisão. Todos os confrontos com Sampaoli no comando se deram sem a presença de torcida, em função da pandemia do novo coronavírus.

Relembre a trajetória do Galo no Campeonato Mineiro

Primeira fase

21/1
Uberlândia 0 x 1 Atlético

26/1
Atlético 5 x 0 Tupynambás

29/1
Coimbra 0 x 0 Atlético

2/2
Atlético 1 x 1 Tombense

9/2
URT 0 x 1 Atlético

16/2
Atlético 1 x 2 Caldense

1/3
Boa 1 x 1 Atlético

7/3
Atlético 2 x 1 Cruzeiro

14/3
Villa Nova 1 x 3 Atlético

26/7
América 1 x 1 Atlético

29/7
Atlético 4 x 0 Patrocinense

Semifinais

2/8
Atlético 2 x 1 América

5/8
América 0 x 3 Atlético

Final

26/8
Atlético 2 x 1 Tombense

30/8
Tombense 0 x 1 Atlético