A segunda derrota, em casa, na fase de grupos da Libertadores fez a paciência do torcedor do Atlético chegar ao limite; principalmente com a eliminação precoce matematicamente estabelecida na penúltima rodada. O revés, desta vez contra o Nacional, do Uruguai, fez jogadores e o presidente Sette Câmara virarem alvos dos protestos vindos das cadeiras do Mineirão. 

Com gritos de "time sem vergonha", "queremos raça" e outros, os atleticanos que foram ao Gigante da Pampulha nesta terça-feira (23) deixaram o estádio revoltados. Em campo, poucos atletas se safaram da ira; Luan foi um deles.

Já o equatoriano Cazares, que chegou atrasado na concentração, dois dias antes do primeiro clássico da final do Mineiro, e que não atuou nos últimos dois jogos, também foi lembrado, com os gritos de "o nosso Galo não precisa de você".

Com os nervos exaustados, policiais e torcedores entraram em confronto dentro e fora do principal palco do futebol mineiro.