Após quase 50 dias de espera o torcedor, enfim, terá o retorno do futebol para movimentar, principalmente, os fins de semana.
Começa hoje a 105ª edição do Campeonato Mineiro, torneio que dividirá calendário com a Copa Libertadores, e por vezes terá os grandes Cruzeiro e Atlético bem modificados neste início de temporada.
O Atlético começa antes sua batalha internacional, já que enfrenta o Danubio, do Uruguai, em 5 de fevereiro, em Montevidéu. A Raposa só entra e em campo em março, no dia 7, contra o Huracán, na Argentina.
O América dividirá suas atenções neste começo de temporada entre o Estadual e a Copa do Brasil, já que em 13 de fevereiro o Coelho já tem compromisso pelo mata-mata, contra o São Raimundo, de Roraima, fora de casa.

CRUZEIRO
O primeiro a entrar em campo no Estadual deste ano será o Cruzeiro, que abre a competição longe de casa, às 16h30, contra o Guarani, no estádio Farião, em Divinópolis.

A equipe de Mano Menezes terá em campo um time bastante conhecido de seu torcedor, já que apenas um titular, o uruguaio Arrascaeta, deixou o clube neste ano.

O clube contratou até aqui três reforços, o lateral-direito colombiano Luis Orejuela, o volante Jadson e o meia Marquinhos Gabriel. O zagueiro Fabrício Bruno retorna ao clube para ocupar a vaga de Manoel, emprestado ao Corinthians. E, depois da confirmação do acordo com Marquinhos Gabriel, o meia Rodriguinho pode ser anunciado nos próximos dias.

ATLÉTICO
O alvinegro estreia amanhã às 17h e terá pela frente o Boa Esporte, no Independência. Diante do seu torcedor,  enfrentará um adversário que na última temporada caiu para a Série C do Campeonato Brasileiro e tentará se manter na elite em Minas. A equipe comandada por Levir Culpi sofreu mudanças drásticas em relação ao time do ano passado. Sete reforços chegaram ao clube só neste início de 2019: os zagueiros Igor Rabello e Réver; o lateral-direito Guga; o volante Jair; o meia Vinícius; e os atacantes Maicon Bolt e Papagaio.

AMÉRICA
Rebaixado à Série B do Brasileirão, o América entra no Mineiro com a esperança de surpreender. Caberá ao emblemático técnico Givanildo Oliveira, sempre acionado em momentos complicados do Coelho, a tentativa de bater os rivais. O Coelho também sofreu mudanças consideráveis. Além das muitas saídas, chegaram oito reforços: os meia-atacantes Neto Berola e Felipe Azevedo; os atacantes Marcelo Toscano, Júnior Viçosa e Jonatas Belusso ; o zagueiro Diego Jussani e os laterais Leandro Silva e João Paulo.