arana seleção brasileira olímpica

Brasil vai em busca do bi olímpico em Tóquio

Depois de bater na trave três vezes com a medalha de prata, levar outras duas de bronze e amargar um jejum de 116 anos sem conseguir conquistar o ouro olímpico no futebol masculino, o Brasil, após encerrar a escrita no Rio de Janeiro, em 2016, pode transformar o tabu em rotina e ganhar a medalha dourada pela segunda vez seguida neste sábado (7), às 8h30 (de Brasília), em Yokohama, no mesmo estádio onde conquistou o penta da Copa do Mundo, em 2002. A seleção vai enfrentar a Espanha na decisão dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

E a final contra a Espanha coloca frente a frente duas seleções olímpicas com muitos pontos em comum. Assim como o Brasil, a Fúria também busca sua segunda medalha de ouro no futebol masculino, e o primeiro título também veio em casa, na Olimpíada de 1992, em Barcelona. Nesta edição dos Jogos Olímpicos, os dois times marcaram oito gols cada e sofreram três.

Ambos também contam com estrelas internacionais. O Brasil tem como principal nome Richarlison, ex-América, hoje estrela da Premier League, especulado no Real Madrid e artilheiro da Olimpíada de Tóquio com cinco gols, além de outras figuras de renome como Daniel Alves, Paulinho, Malcom, Martinelli e o atleticano Arana, já convocado inclusive para a seleção principal comandada por Tite. 

Do lado espanhol, também existem nomes experientes, talentosos e conhecidos mundialmente: Oyarzabal, Ceballos e Asensio, todos estrelas de La Liga e presenças frequentes na seleção principal; os dois últimos ainda defendem o Real.

Quem levar o ouro no Japão vai se igualar a Uruguai, Argentina e União Soviética com duas medalhas douradas no futebol masculino olímpico. Os maiores campeões são Hungria e Grã-Bretanha, com três títulos cada, sendo que o segundo conquistou suas medalhas nos primórdios da competição, em 1900, 1908 e 1912, passando em branco até mesmo do pódio desde então.