Com Givanildo Oliveira, o América foi campeão das séries B e C do Campeonato Brasileiro. Agora, o treinador tem tudo para virar herói mais uma vez no Coelho, se conseguir tirar o time mineiro da zona de rebaixamento na primeira divisão.
 
Com a vitória sobre o Bahia, por 1 a 0, neste domingo (25), no estádio Independência, em Belo Horizonte, o América só depende de si para não voltar à série B em 2019. Terá que vencer, no próximo domingo (3), no Rio de Janeiro, o Fluminense, que também luta para não cair.
 
O Fluminense está na 14ª posição, com 42 pontos, enquanto o América tem 40, na 17ª colocação – pode ser ultrapassado por Sport, que joga hoje, fora de casa, contra o São Paulo, encerrando a 37ª rodada, junto a Botafogo x Paraná, no Rio de Janeiro.
 
O jogo de muita luta e entrega contra o Bahia anima a torcida sobre um resultado positivo diante do Fluzão. Oliveira teve seu nome ovacionado ao final do jogo. “Estou muito feliz, porque cheguei numa situação diferente, para fazer cinco jogos só, o que nunca tinha acontecido”, lembra o treinador.
 
Nas outras passagens pelo Coelho, lembro Oliveira, ele teve tempo para trabalhar, entrando no início ou na metade da temporada. “Apesar desse pouco tempo, essa vitória (contra o Bahia) foi muito importante e nos deixou vivos na competição”, observa.
 
O treinador também comemorou a semana cheia para descansar e treinar os seus comandados, o que não teve ainda desde que chegou ao América. “Não fiz um único coletivo, algo que gosto”, destaca. Já o Fluminense enfrentará o Atlético-PR na quarta, no Maracanã, pelo jogo de volta da Copa Sul-Americana.
 
Para o confronto de domingo, o Coelho não terá o lateral Norberto, que recebeu o terceiro cartão amarelo e será substituído por Aderlan. Mas terá o volante Juninho, autor do gol americano, o quarto dele no Brasileiro, todos eles decisivos.
 
Uma boa lembrança para os americanos é que, em sua estreia pelo América no Brasileiro de 2011, Givanildo comandou uma vitória de 3 a 0 sobre o Fluzão, em jogo realizado em Sete Lagoas. Seu nome, naquela tarde, também foi gritado pela torcida.