As atenções do América estão 100% voltadas para o duelo de domingo (2) com o Cruzeiro, às 16h, no Mineirão, pela ida das semifinais do Campeonato Mineiro. Mas o técnico Lisca não deixou de comentar a respeito do próximo adversário do Coelho na Copa do Brasil, o Criciúma.

Ao analisar o oponente na terceira fase do torneio nacional, o treinador alviverde exaltou a tradição do Tigre, campeão da competição em 1991 e semifinalista em 1990, e ressaltou que, mesmo que o time do Sul esteja passando por um momento ruim (rebaixado pela primeira vez no Campeonato Catarinense), todo cuidado é pouco.

“Adversário pelo qual respeito demais. Vai jogar tudo na Copa do Brasil, uma competição totalmente diferente, de (jogo) de 180 minutos, em que aquilo passou não conta. Vamos precisar jogar muita bola para passar”, comentou.

Ele aponta ainda outro fato para justificar sua tese. “O Criciúma passou pela Ponte, e todo mundo colocava a Ponte como favorita. Então, o Criciúma tem uma tradição enorme nessa competição, e vamos ter que jogar muito para classificar”, disse, referindo-se ao triunfo nos pênaltis do Tigre em cima da Macaca, após empate em 1 a 1 no tempo normal, na segunda fase.

Lembrança

Lisca também relembrou a curtíssima passagem que teve pela equipe catarinense.

“Tive a oportunidade de trabalhar lá, se não me engano, em 2017, por 24 dias. Fui bem tratado e bem recebido, mas nossos objetivos estavam diferentes. Fui muito bem tratado pela diretoria, pela torcida, pela imprensa. Mas foi uma decisão do profissional, e optei por não dar sequência ao trabalho. Paguei tudo que tinha que pagar e saí pela mesma porta que entrei”, afirmou.