A Copa América, oficialmente, chegou a Belo Horizonte. Neste domingo (16), uruguaios e equatorianos vestiram os respectivos uniformes e foram para a região da Pampulha prestigiar o primeiro confronto da competição de seleções, marcado para às 19h, no Mineirão.

Ao contrário do que acontece em dias de grandes partidas no Gigante da Pampulha, o trânsito passou longe de ser um problema para quem se dirigiu ao principal palco do futebol mineiro. Com linhas de ônibus especiais e isolamento do perímetro do estádio, as aglomerações aconteceram nos bares e restaurantes.

Aos poucos, gringos foram se misturando com os brasileiros que compraram ingressos para acompanhar o duelo internacional. Pessoas de várias faixas etárias puderam matar saudade da Copa do Mundo de 2014 e, apesar de um apelo menor, a Copa América também propiciou cenas curiosas.

Em família

A camisa 21 do Uruguai, do atacante Cavani, foi vestida pela pequena Emanuelle. Já Juan Sebastián, de sete anos, chegou acompanhado do pai com o manto da Celeste Olímpica.

Do lado equatoriano, uma família inteira, radicada em São Paulo, rumou à capital mineira e fez a festa antes de a bola rolar. Animados, os compatriotas de Juan Cazares, camisa 10 do Atlético e que acabou ficando de fora do torneio, cantaram em voz alta o tradicional "sim, nós podemos!".

Já os compatriotas de De Arrascaeta, ex-camisa 10 do Cruzeiro e atualmente no Flamengo, além da oportunidade de verem o craque mais uma vez em ação no Gigante, tiraram da garganta várias músicas que costumam ecoar pelos estádios da América do Sul.

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