Na estreia do Mineirão na Copa América, uruguaios e equatorianos confraternizam no Gigante

Henrique André
16/06/2019 às 17:30.
Atualizado em 05/09/2021 às 19:08
 (Henrique André)

(Henrique André)

A Copa América, oficialmente, chegou a Belo Horizonte. Neste domingo (16), uruguaios e equatorianos vestiram os respectivos uniformes e foram para a região da Pampulha prestigiar o primeiro confronto da competição de seleções, marcado para às 19h, no Mineirão.

Ao contrário do que acontece em dias de grandes partidas no Gigante da Pampulha, o trânsito passou longe de ser um problema para quem se dirigiu ao principal palco do futebol mineiro. Com linhas de ônibus especiais e isolamento do perímetro do estádio, as aglomerações aconteceram nos bares e restaurantes.

Aos poucos, gringos foram se misturando com os brasileiros que compraram ingressos para acompanhar o duelo internacional. Pessoas de várias faixas etárias puderam matar saudade da Copa do Mundo de 2014 e, apesar de um apelo menor, a Copa América também propiciou cenas curiosas.

Em família

A camisa 21 do Uruguai, do atacante Cavani, foi vestida pela pequena Emanuelle. Já Juan Sebastián, de sete anos, chegou acompanhado do pai com o manto da Celeste Olímpica.

Do lado equatoriano, uma família inteira, radicada em São Paulo, rumou à capital mineira e fez a festa antes de a bola rolar. Animados, os compatriotas de Juan Cazares, camisa 10 do Atlético e que acabou ficando de fora do torneio, cantaram em voz alta o tradicional "sim, nós podemos!".

Já os compatriotas de De Arrascaeta, ex-camisa 10 do Cruzeiro e atualmente no Flamengo, além da oportunidade de verem o craque mais uma vez em ação no Gigante, tiraram da garganta várias músicas que costumam ecoar pelos estádios da América do Sul.Henrique André

Compartilhar
Ediminas S/A Jornal Hoje em Dia.© Copyright 2022Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por