Apesar do Brasileirão 2019 sofrível do Cruzeiro, rebaixado para a Série B, o meia Maurício e o zagueiro Cacá foram elogiados por grande parte da torcida e da imprensa. Por isso, havia certa expectativa em cima dos dois atletas neste ano no processo de reconstrução do clube, inclusive com possibilidade de serem negociados a outros times, o que ajudaria a Raposa financeiramente.

O ex-treinador celeste Adilson Batista revelou que fez o possível para elevar o futebol da dupla de jovens e, consequentemente, seu valor no mercado da bola para uma eventual venda. No entanto, as coisas não saíram como planejado.

“Trabalhei para que vendêssemos o Cacá, não conseguimos. Trabalhei para que vendêssemos o Maurício, não conseguimos. Fui parceiro do clube, isso é importante. Esses meninos terão futuro bonito”, afirmou o técnico, demitido do cargo após o revés para o Coimbra, no dia 15 deste mês.

Em meio à paralisação do calendário brasileiro de futebol, a reportagem perguntou à diretoria celeste se o clube seguirá com o plano de tentar negociar Maurício e Cacá. 

“Nenhum atleta do Cruzeiro é inegociável, desde que as condições sejam julgadas como vantajosas para o clube e também para o atleta. No entanto, o que o Cruzeiro almeja é a manutenção do atual elenco e a contratação de reforços pontuais para alcançar o objetivo principal desta temporada, que é o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro”, respondeu a cúpula cruzeirense, por meio de sua assessoria.

Pela equipe profissional da Raposa, Cacá soma 32 partidas e um gol, e Maurício entrou em campo 21 vezes, tendo anotado quatro tentos.

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