Parceira do Atlético, Topper busca 'adequação contratual' e deve sair do Paraná Clube e Goiás

Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
21/11/2017 às 19:12.
Atualizado em 02/11/2021 às 23:49
 (Bruno Cantini/Atlético)

(Bruno Cantini/Atlético)

Depois de romper com a Dryworld no fim do ano passado, o Atlético voltou a ser mais um clube a fazer contrato de fornecimento de materiais esportivos com a Topper. Na cartela de clientes da empresa, o Galo faz companhia a outros nove times. Mas tal leque deverá sofrer redução drástica em 2018.

A intenção da empresa, segundo apuração do Hoje em Dia, é tentar manter apenas três clientes no futebol brasileiro: Atlético, Botafogo e Remo. A Topper, inclusive, já está de saída do Paraná Clube, segundo reportagem do Gazeta do Povo. O contrato que irá até 2019 será quebrado na virada do ano.

No Goiás, a empresa agendou uma reunião com a diretoria para esta quinta-feira (23). O presidente esmeraldino, Marcelo Almeida, explica que se a proposta da Topper for mesmo de redução no volume de material esportivo fornecido, o caminho a ser percorrido é o rompimento do contrato que tem validade até 2020.

Atualmente, estes são os clubes cujos os materiais levam assinatura da Topper: Paraná Clube, Botafogo, Atlético, Vitória, Goiás, Náutico, Ceará, Guarani, Brasil-RS e Remo

"Estamos passando pela mesma dificuldade (do Paraná). Temos reunião marcada para a próxima quinta-feira e o discurso deles é o seguinte: não podemos mais patrocinar o volume (de camisas) acordado com vocês. Querem diminuir o valor do patrocínio deles. Reduzir esta quantidade e querem que o clube pague a diferença do número original", explicou Almeida, ao Hoje em Dia, acrescentando que o acordo com a Topper não tem pagamento financeiro, apenas a produção dos materiais.

Assim como o Goiás, o Atlético escolheu a Topper para substituir a fracassada parceria com a Dryworld. O contrato entre fornecedora e Galo tem duração de cinco anos. Perguntado sobre a situação com a empresa com o clube mineiro, o presidente Daniel Nepomuceno disse apenas que a Topper "cumpriu tudo" do acordado. 

A reportagem tentou entrar em contato com Paulo Ricardo de Oliveira, CEO da BR Sports (empresa do Grupo Sforza, que comprou a Topper), e com a assessoria da própria companhia, mas não obteve retorno até o momento. 

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